Comerciais
Soc. Com. C. Santos fornece 50 Mercedes-Benz Actros à João Pires Transportes
A Sociedade Comercial C. Santos está a reforçar a frota da João Pires Internacional Transportes com 50 unidades Mercedes-Benz Actros. Os primeiros 13 camiões já integraram a frota do transportador e os restantes serão entregues até ao fim do primeiro semestre de 2023.

Os 50 camiões Mercedes-Benz Trucks encomendados pela João Pires Internacional Transportes à Sociedade Comercial C. Santos são do modelo Actros 1851 LS, com motorização de 510 cv Euro 6 E. As próximas unidades a entregar ao transportador sediado no Alto Minho já estarão equipadas com a terceira geração do comprovado motor OM471 (13 litros de cilindrada), que reduz os consumos e emissões em até 4% em comparação com o antecessor.
A empresa especializada em transporte rodoviário (nacional e internacional) e em logística tem, atualmente, uma frota composta por cerca de 180 camiões. Desses, mais de 30 são Mercedes-Benz Trucks e as novas unidades a fornecer pela Sociedade Comercial C. Santos vão aumentar essa quota para cerca de 80 veículos.

“Estas unidades oferecem-nos ganhos em termos de redução de consumos de combustível e de emissões de gases poluentes, permitindo-nos acreditar que vamos melhorar o serviço que oferecemos aos nossos clientes”, afirma João Pires, fundador e CEO da empresa João Pires Internacional Transportes. Sobre a opção pela Mercedes-Benz e pela Sociedade Comercial C. Santos, é destacado o histórico de parceria entre as empresas. “É um parceiro que nos acompanha, temos uma ótima relação, pelo que mantemos a opção”, salienta João Pires.
A frota da João Pires Internacional Transportes não tem grandes oscilações em termos de número total de camiões, mas está em renovação constante. O fundador e CEO da empresa explica que essa estratégia traz benefícios de redução de emissões (o que tem reflexos positivos em termos de proteção do ambiente e de custos de utilização) e de maior capacidade de monitorização constante da frota, o que é uma mais-valia operacional, além de melhor conforto para os motoristas.
“A João Pires Internacional Transportes é um parceiro de longa data da Sociedade Comercial C. Santos. Voltarmos a merecer a confiança de tão importante operador para reforçar a frota é um privilégio para a Sociedade Comercial C. Santos. O nosso objetivo é que, de futuro, a oferta de veículos e de serviços continuem prestados pela nossa empresa continuem a ser valorizados pela João Pires Internacional Transportes”, refere o responsável de vendas Mercedes-Benz Trucks na Sociedade Comercial C. Santos, Ivo Pedro.
Comerciais
Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter
Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.
Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.
“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.
Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.
Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.
Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.
Legislação
Respeitar a faixa de BUS
Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.
As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.
De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.
Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.
Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.
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