Motos
Miguel Oliveira termina em 11º em San Marino
Depois de ter arrancado da décima posição da grelha de partida no circuito Marco Simoncelli em San Marino, Miguel Oliveira ainda conseguiu subir algumas posições com a sua KTM, mas voltou a rodar pelo 10º lugar onde ainda chegou a tentar ultrapassar Jorge Martin, que ia à sua frente, mas nesse esforço passou os limites da pista.
Por isso mesmo no final foi penalizado com uma Long Lap, o que fez com que o piloto de Almada terminasse a corrida italiana na 11ª posição.
Esta que foi a 14ª prova do campeonato de MotoGP deste ano foi ganha por Francesco Bagnaia com a Ducati, deixando atrás de si Enea Bastianini, também em Ducati, e Maverick Viñales na Aprilia. Com esta vitória Bagnaia aproxima-se do líder Fabio Quartararo que ficou em quinto lugar e que tem agora 211 pontos, mais 30 do que o piloto italiano.
Já Miguel Oliveira está na 11ª posição com 90 pontos. A próxima prova será já no próximo fim de semana de 17 e 18 no Motorland em Aragão, Espanha.
Motos
Produtivos mas curtos, assim foram os testes do “Falcão”
Nos dois dias de testes no Autódromo Internacional do Algarve, as equipas foram mais uma vez “traídas” pelas condições meteorológicas que não permitiram mais tempo em pista. Miguel Oliveira lamenta que os testes tenham sido curtos, mas considera que ainda assim foram produtivos.
O São Pedro não foi amigo das equipas que se deslocaram a Portimão para dois dias de testes no AIA presenteando-os com chuva. Além da ROKiT BMW Motorrad de Miguel Oliveira também estiveram presentes as equipas oficiais da Bimota, Ducati, Honda, Kawasaki e Yamaha.
O piloto português ainda fez 40 voltas no circuito algarvio no primeiro dia de testes e o seu melhor tempo foi de 1m41.355s, o que o colocou na quarta posição face aos demais pilotos, sendo Alex Lowes o mais rápido com um tempo de 1m40.622s na sua Bimota.
No final Miguel Oliveira considerou estes dois dias de testes como tendo sido produtivos, pois pelo menos andou com a sua BMW M 1000 RR na pista de Portimão o que lhe permitiu familiarizar-se um pouco, mas devido ao clima acabou por ser um teste que considerou curto.
Notícias Motos
Flying Flea C6 quase no mercado
Aquela que é a aposta da Royal Enfield para entrar no mundo das motos elétricas, está pronta para entrar no mercado. A Flying Flea C6 será a primeira de uma gama de motos elétricas que terão o foco na eficiência energética embrulhada num estilo retro.
Herdando o nome “Flying Flea” da mítica moto de 125cc da Royal Enfiel que foi muito útil para as forças armadas britânicas na Segunda Guerra Mundial, a Royal Enfield criou esta “submarca” que será dedicada apenas a motos 100% elétricas.
O primeiro modelo é a C6 que a marca espera que entre em produção e distribuição ainda neste trimestre. Trata-se de uma moto com um estilo retro nas suas linhas e de aspeto leve e manobrável, ideal para o ambiente urbano com uma boa dose de estilo, o que é sempre relevante. O que também é relevante é o preço que ainda não foi definido para o mercado europeu, mas que no mercado indiano se estima seja de cerca de 2.500 euros, o que a torna numa proposta bem competitiva.
Ainda não há dados técnicos oficiais divulgados pela marca indiana, mas rumores indicam que a bateria terá uma capacidade a rondar os 5 kWh o que lhe dará uma autonomia na ordem dos 100 quilómetros. Além da C6 mais tarde será lançada a S6, que partilha da mesma base mecânica e elétrica mas que tem um estilo scrambler mais aventureiro.


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