Depois da Trafic, novo Hippie Caviar Hotel é um Kangoo – Motorguia
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Depois da Trafic, novo Hippie Caviar Hotel é um Kangoo

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No ano passado, a Renault apresentou o concept Hippie Caviar Hotel, baseado no Trafic, para responder ao crescente desejo de viajar e à oportunidade de contemplar a natureza em cenários idílicos, isto enquanto se desfruta do conforto e das comodidades de um hotel de 5 estrelas.

Com o objetivo de satisfazer esse mesmo anseio, em julho, chegou ao mercado o novo Renault Trafic SpaceNomad. A Renault passa agora à segunda fase da estratégia de produto para o segmento dos automóveis de lazer, com o novo concept Hippie Caviar Motel.

Este comercial ligeiro transformado, construído sobre a base do novo Kangoo L2 E-Tech Elétrico, é um abrigo itinerante, versátil e divertido, perfeito para os entusiastas da aventura e de desporto, que gostam de espaços ao ar livre e de muitas emoções. O Hippie Caviar Motel tem uma autonomia de 285 km e leva apenas 30 minutos para a prolongar por mais 170 km.

Vários espaços de arrumação inteligentes permitem o transporte de equipamentos desportivos dentro e fora do automóvel. As barras de tejadilho permitem fixar esquis e ainda sobra espaço para um enorme tejadilho panorâmico, perfeito para apreciar as estrelas, sobretudo com o rebatimento do banco, que assim se transforma numa confortável cama para um ocupante.

Este concept também está repleto de exemplos da estratégia da Renault para reduzir as emissões de carbono ao longo do ciclo de vida do automóvel – incluindo as prateleiras e o chão feitos de pneus e cortiça reciclados, bem como o próprio grupo motopropulsor totalmente elétrico.

O Hippie Caviar Motel será, oficialmente, apresentado a 19 de setembro, no Salão IAA Transportation, em Hannover.

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IVECO apresenta serviço para recuperar veículos roubados

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A IVECO apresentou o Stolen Vehicle Assistance, um serviço inovador desenvolvido para recuperar veículos comerciais roubados no menor tempo possível. Integrada no ecossistema digital IVECO ON, esta solução liga-se diretamente a um centro de segurança disponível 24 horas por dia, reforçando a proteção das frotas.

Num contexto em que o roubo de veículos comerciais tem vindo a aumentar — com um risco significativamente superior ao dos automóveis ligeiros —, a marca aposta numa abordagem preventiva e tecnológica. Para empresas e profissionais, a perda de um veículo como a IVECO Daily representa não só um problema de segurança, mas também interrupções operacionais e custos inesperados.


O novo sistema utiliza inteligência artificial para detetar comportamentos suspeitos e recorre a tecnologia de geofencing, que permite definir perímetros de segurança virtuais. Sempre que é identificado um risco, o sistema ativa automaticamente um protocolo de resposta, coordenado por um centro de segurança em parceria com a Targa Telematics, em articulação com as autoridades europeias.

Segundo a marca, este modelo permite alcançar taxas de recuperação que podem chegar aos 90%, reduzindo significativamente os tempos de inatividade e o impacto financeiro associado ao roubo. Os utilizadores mantêm ainda controlo total através da plataforma digital ou aplicação móvel dedicada.

Espanha é o primeiro mercado a receber esta tecnologia, estando prevista a sua expansão gradual para outros países europeus. Com esta solução, a IVECO reforça a aposta em serviços digitais avançados, combinando conectividade e segurança para apoiar a continuidade das operações no setor do transporte profissional

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Portagens para camiões na UE passam a depender das emissões de CO₂ já este ano

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A partir de 1 de julho de 2026, alguns países da União Europeia começarão a calcular as portagens para camiões tendo em conta as emissões de CO₂ dos veículos. A medida faz parte da revisão da Diretiva Eurovinheta, que regula a forma como os Estados-Membros podem estruturar os sistemas de portagem para o transporte rodoviário de mercadorias.

Com esta alteração, o custo de utilização de determinadas infraestruturas passará a variar de acordo com o nível de emissões de cada veículo pesado. Na prática, o novo sistema reforça o princípio de que quem mais polui paga mais, incentivando a utilização de camiões mais eficientes e com menor impacto ambiental.

A revisão da diretiva introduz definições mais claras para classificar os veículos, incluindo categorias como veículos de emissões zero, veículos pesados de baixas emissões, bem como novos critérios para a trajetória de redução de emissões e para os valores de referência de CO₂. Estas classificações servirão de base para definir as tarifas de portagem aplicadas pelos diferentes países.

O Conselho da União Europeia pretende também harmonizar a aplicação das regras entre os Estados-Membros, propondo calendários mais claros para a introdução de novos grupos de veículos ou para a atualização dos valores de emissões de referência. O objetivo é evitar interpretações diferentes entre países e garantir maior segurança jurídica ao setor do transporte rodoviário.

Outro tema em análise é o dos camiões retroadaptados, ou seja, veículos que recebem melhorias técnicas para reduzir as emissões, como atualizações de software ou modificações mecânicas. Atualmente, mesmo após estas melhorias, os camiões não podem alterar a sua classificação ambiental nos sistemas de portagem. Por isso, o Conselho pediu à Comissão Europeia que estude a possibilidade de rever esta regra, especialmente no caso de veículos elétricos adaptados, num prazo de dois anos.

Durante as negociações foi também analisada uma proposta para reduzir as portagens de camiões que utilizem reboques mais eficientes do ponto de vista ambiental. No entanto, a medida acabou por não ser incluída, devido à complexidade administrativa e técnica que poderia trazer aos sistemas de teleportagem e aos contratos de concessão já existentes.

O próximo passo será a negociação com o Parlamento Europeu, que terá de definir a sua posição sobre a revisão da diretiva. Após esse processo, as instituições europeias deverão acordar o texto final da legislação.

Para o setor do transporte e da logística, esta mudança poderá ter impacto direto nos custos operacionais. Ao mesmo tempo, a nova política pretende incentivar a renovação das frotas e a redução das emissões, transformando as portagens numa ferramenta para acelerar a transição energética no transporte rodoviário pesado.

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