Comerciais
Volkswagen revela nova pick-up Amarok
Depois de tantos teasers e imagens, a Volkswagen revelou, finalmente, a nova geração da Amarok, pick-up da qual já foram matriculadas mais de 830 mil unidades.

A nova pick-up é feita em parceria com a Ford Ranger e destaca-se pela distância entre eixos que cresce até aos 3,250 m (mais 17,3 cm), fixando-se o comprimento total nos 5,350 m (mais 9,6 cm). Com novas proporções exteriores, e estando disponível com dois tipos de carroçaria (DoubleCab e SingleCab), a nova Amarok surge mais focada no ‘lifestyle’, com design apurado e atenção redobrada aos pormenores e aos talentos tecnológicos.

Prova disso são as duas variantes dadas a conhecer para o início de carreira, com a versão PanAmericana focada num visual offraod e a versão Aventura mais estilizada, disponibilizando a VW novos grupos óticos com tecnologia IQ-Light, com LED matrix. Para vincar a imagem musculada, a pick-up pode contar com jantes de 21”.
A nova pick-up não coloca de lado as capacidades trialeiras, com o aumento da altura de passagem a vau (sobe dos 500 mm para os 800 mm) e diferentes ângulos de ataque e de saída (29º e 21º, respetivamente). A capacidade de carga sobe para as 1.16 toneladas, com a possibilidade de montar um enrolador elétrico para a cobertura de lona do compartimento traseiro.

O interior tenta combinar a funcionalidade pedida a uma pick-up com a vertente tecnológica e mais sofisticada dos modernos veículos de passageiros da VW. Como tal, a nova Amarok não poderia passar ao lado de profundo processo de digitalização, propondo quadrantes digitais para a instrumentação (de 8” ou 12”, consoante a versão), bem como um novo sistema multimédia disposto em monitor vertical tátil de 10” ou 12”.
A nova Amarok irá propor três variantes da unidade 2.0 TDI, com potências a oscilar entre os 150 CV e os 204 CV (versão biturbo), não faltando unidade 3.0 V6 TDI de 241 CV. Alguns mercados irão contar com o motor 2.3 turbo a gasolina de 302 CV.
A transmissão ficará a cargo da nova caixa de velocidade automática de 10 velocidades (apenas a versão 2.0 TDI de 150 cv poderá oferecer de série a caixa de 8 relações) e do sistema de tração integral 4Motion. A nova Amarok inclui ainda seis programas de condução (Drive Modes).
Comerciais
Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter
Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.
Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.
“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.
Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.
Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.
Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.
Legislação
Respeitar a faixa de BUS
Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.
As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.
De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.
Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.
Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.
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