Novos radares em Lisboa a partir de 1 de junho – Motorguia
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Novos radares em Lisboa a partir de 1 de junho

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A partir do próximo dia 1 de junho Lisboa terá mais vias controladas por radares de velocidade. Ao todo serão 20 novos radares em novas localizações na cidade e ao mesmo tempo haverá 21 radares já existentes que foram substituídos por novos sistemas.



Todos os radares estão sinalizados e a sua localização foi definida considerando o controlo das entradas e saídas de Lisboa, reforçar posições de radares já existentes e reduzir fatores de risco tendo em vista minimizar a sinistralidade.

Desta forma os novos radares encontra-se nas seguintes vias:

– Avenida Almirante Gago Coutinho
– Avenida Calouste Gulbenkian
– Avenida de Brasília
– Avenida de Ceuta
– Avenida dos Combatentes – ambos os sentidos
– Avenida Dr. Alfredo Bensaúde – ambos os sentidos
– Avenida Eusébio da Silva Ferreira
– Avenida Infante Dom Henrique – ambos os sentidos
– Avenida Lusíada – ambos os sentidos
– Avenida Marechal Craveiro Lopes – ambos os sentidos
– Avenida Marechal Gomes da Costa
– Avenida Padre Cruz – ambos os sentidos
– Avenida Santos e Castro – ambos os sentidos

Já os radares existentes que receberam novos sistemas estão nas seguintes vias:

– Avenida Afonso Costa
– Avenida Almirante Gago Coutinho
– Avenida Cidade do Porto
– Avenida da Índia
– Avenida da República
– Avenida das Descobertas
– Avenida de Brasília
– Avenida de Ceuta – ambos os sentidos
– Avenida Eusébio da Silva Ferreira
– Avenida General Correia Barreto – ambos os sentidos
– Avenida Infante Dom Henrique – ambos os sentidos
– Avenida João XXI
– Avenida Marechal António Spínola – ambos os sentidos
– Avenida Marechal Craveiro Lopes
– Avenida Marechal Gomes da Costa
– Campo Grande
– Túnel Marquês de Pombal

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Volkswagen vai repensar ligação ao futebol

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Atravessando uma forte crise que poderá levar a milhares de despedimentos pela Europa, o Grupo Volkswagen está a reestruturar-se e um dos passos dessa mudança pode ser o fim da ligação de algumas marcas do grupo com alguns clubes de futebol.


Todas as ligações que as marcas do Grupo Volkswagen têm com os clubes de futebol alemães vão ser analisadas e irá ser ponderada a sua manutenção ou não, em função do retorno que cada uma delas vale para os resultados e imagem do grupo.

Colocada de lado estará o Wolfsburgo, clube detido pela própria Volkswagen e que assim deverá continuar, contudo o patrocínio da Porsche ao Estugarda e da Audi ao Bayern Munique irão ser avaliados. A ligação destes dois clubes às respetivas marcas é histórica e além disso, há participação das mesmas nas ações destes dois clubes. A Porsche detém 10,4% do Estugarda e a Audi 8,3% do Bayern Munique. Já a participação de 20% da Volkswagen no FC Ingolstadt deverá manter-se e não ser alterada tal como a situação do Wolfsburgo.

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Mclaren recupera o seu primeiro modelo de estrada

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O McLaren M6GT de 1969 foi o primeiro modelo de estrada desenhado por Bruce McLaren mas não passou de um protótipo. Contudo, foi ele que de certa forma definiu a base de inspiração para os futuros modelos de produção e agora a McLaren construiu de novo este M6GT com base nos desenhos e moldes do original.


Será no próximo Festival of Speed em Goodwood que o público poderá ver ao vivo e a cores este McLaren M6GT construido pela McLaren Special Operations. O modelo original foi feito por Bruce McLaren como primeiro passo em direção à criação de uma gama de modelos de produção, algo que só muitos anos depois viria a ser concretizado já com o McLaren F1.

Em 1969 nasceu o M6GT, um desportivo de linhas fluídas aerodinâmicas e elegantes baseado no chassis do McLaren M6A Can-Am, de competição. Contava com um motor V8 small block da Chevrolet com 5.7 litros de cilindrada e cerca de 370 cv de potência. Só seria construído o protótipo por Bruce McLaren, mas este passaria a ser o carro com que o britânico se deslocava para reuniões ou para os circuitos.

Numa espécie de tributo às origens da ideia da McLaren passar das pistas também para a estrada, a divisão McLaren Special Operations pegou num chassis original de um M6A, tal como Bruce McLaren também havia feito, no mesmo motor V8 e utilizando os desenhos e os próprios moldes criados na altura para o M6GT jogou mãos à obra e deu de novo vida a este desportivo. Depois do modelo original ter sido abandonado pela McLaren em 1970, após a morte trágica de Bruce McLaren num acidente quando testava o M8D precisamente na pista de Goodwood, o construtor britânico recupera agora o M6GT preservando um legado icónico da McLaren.

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