Motos
Miguel Oliveira infeliz no Texas
Os treinos livres e a qualificação já haviam deixado antever que o Grande Prémio das Américas viria a ser uma jornada complicada para Miguel Oliveira e o 18º lugar com que terminou a corrida acabou por provar isso mesmo.
Partindo da 20ª posição na grelha o piloto de Almada fez um bom arranque subindo algumas posições e chegou a rolar grande parte da corrida no 15º lugar o que o colocava nos pontos, mas nas últimas voltas viria a perder lugares, terminando em 18º.
O italiano Enea Bastianini cruzou a meta em primeiro lugar com a sua Ducati, sendo seguido do espanhol Alex Rins em Suzuki e do australiano Jack Miller em Ducati.
Com esta vitória Bastianini subiu à liderança do campeonato com 61 pontos, sendo seguido por Alex Rins (56 pontos) e Aleix Espargaró (51 pontos). Miguel Oliveira está na nona posição com 28 pontos, sendo que agora o MotoGP entra em território europeu com o Grande Prémio de Portugal em Portimão e é possível que correndo “em casa” no Autódromo Internacional do Algarve o piloto luso regresse aos lugares do pódio com a sua KTM.
Motos
Produtivos mas curtos, assim foram os testes do “Falcão”
Nos dois dias de testes no Autódromo Internacional do Algarve, as equipas foram mais uma vez “traídas” pelas condições meteorológicas que não permitiram mais tempo em pista. Miguel Oliveira lamenta que os testes tenham sido curtos, mas considera que ainda assim foram produtivos.
O São Pedro não foi amigo das equipas que se deslocaram a Portimão para dois dias de testes no AIA presenteando-os com chuva. Além da ROKiT BMW Motorrad de Miguel Oliveira também estiveram presentes as equipas oficiais da Bimota, Ducati, Honda, Kawasaki e Yamaha.
O piloto português ainda fez 40 voltas no circuito algarvio no primeiro dia de testes e o seu melhor tempo foi de 1m41.355s, o que o colocou na quarta posição face aos demais pilotos, sendo Alex Lowes o mais rápido com um tempo de 1m40.622s na sua Bimota.
No final Miguel Oliveira considerou estes dois dias de testes como tendo sido produtivos, pois pelo menos andou com a sua BMW M 1000 RR na pista de Portimão o que lhe permitiu familiarizar-se um pouco, mas devido ao clima acabou por ser um teste que considerou curto.
Notícias Motos
Flying Flea C6 quase no mercado
Aquela que é a aposta da Royal Enfield para entrar no mundo das motos elétricas, está pronta para entrar no mercado. A Flying Flea C6 será a primeira de uma gama de motos elétricas que terão o foco na eficiência energética embrulhada num estilo retro.
Herdando o nome “Flying Flea” da mítica moto de 125cc da Royal Enfiel que foi muito útil para as forças armadas britânicas na Segunda Guerra Mundial, a Royal Enfield criou esta “submarca” que será dedicada apenas a motos 100% elétricas.
O primeiro modelo é a C6 que a marca espera que entre em produção e distribuição ainda neste trimestre. Trata-se de uma moto com um estilo retro nas suas linhas e de aspeto leve e manobrável, ideal para o ambiente urbano com uma boa dose de estilo, o que é sempre relevante. O que também é relevante é o preço que ainda não foi definido para o mercado europeu, mas que no mercado indiano se estima seja de cerca de 2.500 euros, o que a torna numa proposta bem competitiva.
Ainda não há dados técnicos oficiais divulgados pela marca indiana, mas rumores indicam que a bateria terá uma capacidade a rondar os 5 kWh o que lhe dará uma autonomia na ordem dos 100 quilómetros. Além da C6 mais tarde será lançada a S6, que partilha da mesma base mecânica e elétrica mas que tem um estilo scrambler mais aventureiro.


-
Notícias2 semanas agoChama-se Striker e será a nova aposta da Dacia
-
Notícias2 semanas agoCrise no Médio Oriente pode trazer a Fórmula 1 para Portugal
-
Legislação2 semanas agoRespeitar a faixa de BUS
-
Notícias1 semana agoNovo Suzuki e Vitara a partir de 32.639€
-
Notícias1 semana agoEm 2030 Renault quer vender apenas elétricos na Europa
-
Comerciais2 semanas agoPrimeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter
-
Notícias Motos2 semanas agoFlying Flea C6 quase no mercado
-
Comerciais4 dias agoPortagens para camiões na UE passam a depender das emissões de CO₂ já este ano

