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Os preços da nova Volkswagen Multivan
A Volkswagen acaba de lançar a nova Multivan, o modelo que vem substituir a bem conhecida Sharan não tem como base nenhuma plataforma de modelos comerciais pois foi desenvolvido de raiz a pensar nos passageiros.
Espaçosa e com um habitáculo polivalente, repleto de soluções de arrumação, a Multivan será a companheira ideal para qualquer viagem. A gama conta com três níveis de equipamento, Life, Style e o Energetic que é para já uma opção especial de lançamento.
Em termos de motores a Multivan está equipada com os 1.5 TSI e 2.0 TSI a gasolina com 136 e 204 cv de potência respetivamente. Além destes também poderemos contar com a versão híbrida Plug-In eHybrid com um sistema que junta um motor 1.4 TSI a gasolina com um motor elétrico , o que no conjunto lhe dá uma potência de 218 cv. As versões equipadas com o motor Diesel 2.0 TDI com 150 cv chegarão mais tarde.
De salientar que com Via Verde esta Multivan está homologada como Classe 1 nas portagens, o que considerando as suas dimensões é um importante trunfo.
Aqui fica a tabela de preços das várias opções:
1.5 TSI – Life – 50 051 euros
1.5 TSI – Life(versão longa) – 51 544 euros
2.0 TSI – Life – 56 129 euros
2.0 TSI – Life(versão longa) – 57 685 euros
2.0 TSI – Style – 63 405 euros
2.0 TSI – Style(versão longa) – 64 961 euros
2.0 TDI – Life – 57 762 euros
2.0 TDI – Life(versão longa) – 59 354 euros
2.0 TDI – Style – 65 021 euros
2.0 TDI – Style(versão longa) – 66 594 euros
eHybrid – Life – 56 266 euros
eHybrid – Life(versão longa) – 57 578 euros
eHybrid – Style – 62 871 euros
eHybrid – Style(versão longa) – 64 360 euros
eHybrid – Energetic – 59 690 euros
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O adeus à AC Schnitzer
A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.
Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.
Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”
O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.
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Mais radares de velocidade média
O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.
Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.
A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.
Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.
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