Comerciais
A nova VW Multivan T7 também pode ser um autêntico 4×4
A sétima geração da Volkswagen Multivan T7 é mais veículo ligeiros de passageiros do que nunca. Assim sendo, a Delta 4×4 quis ser diferente e transformar a T7 num verdadeiro 4×4 e, melhor ainda, numa caravana.

As muitos fãs e aficionados deste modelo vão ficar satisfeitos com a preparação da Delta 4×4 que coloca a T7 na guerra das caravanas. O que chama mais a atenção, em primeiro lugar, são os guarda-lamas mais largos e com proteções plásticas, necessários para albergar os novos pneus todo-o-terreno.

Os pneus são uns General Grabber AT, em medidas 255/55 R18, montados numas jantes de todo-o-terreno assinadas pela Loder 4×4. Existem duas versões destas jantes, uma mais funda e outra mais plana, com um fantástico bead-locker. A altura livre ao solo crescem em 40 mm, graças a novas molas e amortecedores da Bilstein e da Eibach. Na secção dianteira, a Volkswagen instalaou um bull bar em aço inoxidável e sobre o qual montou luzes de profundidade da PIAA.
No tejadilho foi colocada uma cobertura metálica sobre a qual foram montadas duas barras em LED e duas pranchas de resgate, mas também diversos jerrycans com os quais é possível aumentar a autonomia.

A cereja no topo do bolo é uma roda sobresselente também ela colocada sobre o tejadilho. Agora, é possível que com estas modificações, a Volkswagen Multivan eHybrid, na qual se baseia esta preparação, vai perder grande parte da sua eficiência prática, uma vez que arruínam por completo a sua aerodinâmica.
A parte mecânica não foi alterada, por isso esta Multivan eHybrid conserva os 218 CV e uma autonomia 100% elétrica em torno dos 50 km.

Comerciais
Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter
Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.
Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.
“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.
Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.
Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.
Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.
Legislação
Respeitar a faixa de BUS
Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.
As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.
De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.
Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.
Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.
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