Comerciais
Ford Transit estreia SYNC 4 e tecnologia de assistência ao condutor
A Ford decidiu aumentar significativamente os níveis de produtividade do seu veículo comercial Transit, introduzindo uma importante atualização tecnológica e de equipamento que disponibiliza novas funcionalidades de assistência ao condutor e de conectividade ao mesmo tempo que uniformiza as principais tecnologias de segurança ativa nas versões com maiores volumes de venda.

A marca da oval azul decidiu também reforçar a sua liderança tecnológica no segmento em que se insere o modelo Transit, adotando um abrangente programa de atualizações que visam proporcionar aos clientes novas e importantes funcionalidades e capacidades em toda a gama Transit.
Isto inclui a introdução do novo e avançado sistema conectado de comunicação e informação SYNC 4, com um ecrã táctil de 12 polegadas, permitindo múltiplas novas funcionalidades e tecnologias para apoiar ainda mais a segurança e produtividade e o reforço do vasto conjunto de sistemas de assistência ao condutor com novas características, tais como o Assistente de Marcha-Atrás e a Câmara 360.
No centro do avançado conjunto de funcionalidades de conectividade está o novíssimo sistema de comunicação e informação SYNC 4, controlado através de um ecrã táctil de 12 polegadas fácil de usar e dotado do dobro da capacidade de processamento do seu antecessor SYNC 3.2
O sistema SYNC 4 foi concebido para ser atualizado em modo wireless com atualizações de software Ford Power-Up, sendo que muitas dessas atualizações requerem pouca ou nenhuma intervenção por parte dos clientes, uma vez que estas são instaladas em segundo plano. As atualizações que requerem reinicializações podem ser agendadas em horários convenientes, como, por exemplo, durante a noite.

O sistema SYNC 4 engloba diversas características concebidas para aumentar a produtividade e reduzir o volume de trabalho do condutor, tais como:
– Atualizações de trânsito, meteorologia e disponibilidade de estacionamento em tempo
real através da cloud, para a navegação opcional
– Ligação sem fios ao Android Auto e Apple Carplay via Applink4
– Capacidade de ter dois dispositivos móveis ligados em simultâneo4
– Reconhecimento Avançado de Voz com Comandos de Linguagem de Conversação
– Manual do Proprietário Digital com funcionalidade de pesquisa
Os operadores subscritores da aplicação Ford Telematics podem também realizar ações de Formação a Bordo, através do sistema SYNC 4, contribuindo para uma condução mais segura e eficiente.
Comerciais
Portagens para camiões na UE passam a depender das emissões de CO₂ já este ano
A partir de 1 de julho de 2026, alguns países da União Europeia começarão a calcular as portagens para camiões tendo em conta as emissões de CO₂ dos veículos. A medida faz parte da revisão da Diretiva Eurovinheta, que regula a forma como os Estados-Membros podem estruturar os sistemas de portagem para o transporte rodoviário de mercadorias.
Com esta alteração, o custo de utilização de determinadas infraestruturas passará a variar de acordo com o nível de emissões de cada veículo pesado. Na prática, o novo sistema reforça o princípio de que quem mais polui paga mais, incentivando a utilização de camiões mais eficientes e com menor impacto ambiental.
A revisão da diretiva introduz definições mais claras para classificar os veículos, incluindo categorias como veículos de emissões zero, veículos pesados de baixas emissões, bem como novos critérios para a trajetória de redução de emissões e para os valores de referência de CO₂. Estas classificações servirão de base para definir as tarifas de portagem aplicadas pelos diferentes países.
O Conselho da União Europeia pretende também harmonizar a aplicação das regras entre os Estados-Membros, propondo calendários mais claros para a introdução de novos grupos de veículos ou para a atualização dos valores de emissões de referência. O objetivo é evitar interpretações diferentes entre países e garantir maior segurança jurídica ao setor do transporte rodoviário.
Outro tema em análise é o dos camiões retroadaptados, ou seja, veículos que recebem melhorias técnicas para reduzir as emissões, como atualizações de software ou modificações mecânicas. Atualmente, mesmo após estas melhorias, os camiões não podem alterar a sua classificação ambiental nos sistemas de portagem. Por isso, o Conselho pediu à Comissão Europeia que estude a possibilidade de rever esta regra, especialmente no caso de veículos elétricos adaptados, num prazo de dois anos.
Durante as negociações foi também analisada uma proposta para reduzir as portagens de camiões que utilizem reboques mais eficientes do ponto de vista ambiental. No entanto, a medida acabou por não ser incluída, devido à complexidade administrativa e técnica que poderia trazer aos sistemas de teleportagem e aos contratos de concessão já existentes.
O próximo passo será a negociação com o Parlamento Europeu, que terá de definir a sua posição sobre a revisão da diretiva. Após esse processo, as instituições europeias deverão acordar o texto final da legislação.
Para o setor do transporte e da logística, esta mudança poderá ter impacto direto nos custos operacionais. Ao mesmo tempo, a nova política pretende incentivar a renovação das frotas e a redução das emissões, transformando as portagens numa ferramenta para acelerar a transição energética no transporte rodoviário pesado.
Comerciais
Mercedes-Benz VLE é a nova geração de monovolumes de luxo da marca alemã
A Mercedes-Benz apresentou recentemente o novo Mercedes-Benz VLE, um modelo totalmente elétrico que inaugura uma nova geração de veículos familiares e de transporte premium da marca alemã. Posicionado como uma espécie de “limusina elétrica” no formato de van, o VLE combina espaço, tecnologia e elevado nível de conforto, pensado tanto para famílias como para serviços de transporte executivo.

Construído sobre a nova plataforma VAN.EA, dedicada a veículos elétricos, o VLE destaca-se pela sua autonomia e eficiência. A versão VLE 300 elétrico desenvolve cerca de 203 kW (aproximadamente 272 cv) e pode ultrapassar os 700 km de autonomia no ciclo WLTP, enquanto a variante VLE 400 4MATIC, com tração integral, atinge cerca de 305 kW e oferece prestações mais desportivas. Ambos utilizam uma bateria de 115 kWh e um sistema elétrico de 800 volts, que permite carregamentos muito rápidos. Em apenas 15 minutos de carregamento rápido, é possível recuperar até cerca de 355 km de autonomia.

No exterior, o modelo apresenta um design moderno e aerodinâmico, com linhas suaves, distância entre eixos longa e um coeficiente aerodinâmico de apenas 0,25, um valor bastante competitivo para um veículo deste segmento. A frente integra uma grelha iluminada e uma assinatura luminosa contínua que liga os faróis, reforçando a identidade tecnológica da marca.

No interior, o Mercedes-Benz VLE aposta fortemente no conforto e na versatilidade. O habitáculo pode acomodar entre cinco e oito passageiros, com diferentes configurações de bancos. As versões mais luxuosas incluem os chamados Grand Comfort Seats, equipados com funções de massagem, apoio para pernas, carregamento sem fios e diversos ajustes elétricos. Além disso, os bancos podem ser deslocados ou removidos facilmente, permitindo adaptar o espaço para passageiros ou carga conforme necessário.

A tecnologia também assume um papel central. O modelo incorpora o sistema operativo MB.OS e a mais recente geração do sistema MBUX, com um painel digital avançado e um ecrã central de grandes dimensões. Em algumas versões, existe ainda um sistema multimédia traseiro de alta resolução para entretenimento dos passageiros.
Com o lançamento do VLE, a Mercedes-Benz pretende redefinir o conceito de van premium elétrica, oferecendo uma alternativa moderna e sustentável aos tradicionais monovolumes de luxo. O modelo marca também um passo importante na estratégia de eletrificação da marca e no futuro da mobilidade familiar e executiva.

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