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Bugatti Chiron Super Sport, uma pérola que custa 3,2 milhões de euros
A família Chiron da Bugatti recebeu mais um membro, o Chiron Super Sport, uma versão baseada no Chiron Super Sport 300+. Menos radical, mas mais luxuosa.
Esta nova proposta leva ao extremo o equilíbrio entre prestações e luxo, algo que sempre marcou os modelos da marca francesa. Assim, este Super Sport destaca-se de imediato pela sua silhueta com uma carroçaria mais longa 25 cm que o Super Sport 300+ e conta também com o mesmo motor W16 de 8.0 litros de cilindrada capaz de debitar uns impressionantes 1600 cv de potência máxima e 1600 Nm de binário que lhe permite acelerar dos 0 aos 200 km/h em 5,8 segundos, dando-lhe uma velocidade máxima de 440 km/h.
Este Super Sport tem detalhes que reportam à memória da marca como as ponteiras de escape colocadas no difusor traseiro e cuja inspiração advém do EB110 de 1993. No interior o luxo é único e cada pormenor transpira exclusividade. Exclusividade essa que se reflete também no preço pois estima-se que um Bugatti Chiron Super Sport ande na casa dos 3,2 milhões de euros.
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Lancia Delta fica para segundas núpcias
A Lancia parece ter desistido de lançar o novo Delta em 2028, como já havia sido avançado. Apesar de não ter feito nenhuma declaração sobre o assunto, na calendarização de modelos do Grupo Stellantis até 2030 o Delta não está contemplado.
Luca Napolitano, quando era CEO da Lancia, chegou a falar do alinhamento de três modelos da marca italiana com o Ypsilon, o Gamma e o Delta. Contudo este último não surge na apresentação da calendarização dos novos modelos previstos pelo Grupo Stellantis até 2030. Não quer dizer que o Lancia Delta esteja totalmente fora das cogitações, pois num plano a quatro anos muitas coisas mudam no mundo automóvel e também não houve uma declaração oficial sobre este modelo. No entanto, para já, não será tão cedo que o novo Delta verá a luz do dia e consequentemente não será fácil voltar a ver uma sigla “HF Integrale” a circular na estrada.
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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