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Bugatti Chiron Super Sport, uma pérola que custa 3,2 milhões de euros
A família Chiron da Bugatti recebeu mais um membro, o Chiron Super Sport, uma versão baseada no Chiron Super Sport 300+. Menos radical, mas mais luxuosa.
Esta nova proposta leva ao extremo o equilíbrio entre prestações e luxo, algo que sempre marcou os modelos da marca francesa. Assim, este Super Sport destaca-se de imediato pela sua silhueta com uma carroçaria mais longa 25 cm que o Super Sport 300+ e conta também com o mesmo motor W16 de 8.0 litros de cilindrada capaz de debitar uns impressionantes 1600 cv de potência máxima e 1600 Nm de binário que lhe permite acelerar dos 0 aos 200 km/h em 5,8 segundos, dando-lhe uma velocidade máxima de 440 km/h.
Este Super Sport tem detalhes que reportam à memória da marca como as ponteiras de escape colocadas no difusor traseiro e cuja inspiração advém do EB110 de 1993. No interior o luxo é único e cada pormenor transpira exclusividade. Exclusividade essa que se reflete também no preço pois estima-se que um Bugatti Chiron Super Sport ande na casa dos 3,2 milhões de euros.
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Lisboa tem novos autocarros para zonas históricas
A Carris mostrou os seus novos miniautocarros totalmente elétricos que irão circular nas zonas históricas da capital e que carinhosamente apelidou de “manjericos”.
Com um custo de cerca de três milhões de euros enquadrados pelo PRR, esta frota de 15 miniautocarros destina-se a melhorar o serviço da Carris nas zonas históricas da cidade, tradicionalmente complexas pelas características das suas ruas. Na apresentação destes novos “manjericos” que decorreu no Parque da Serafina, em Monsanto, esteve presente o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas. O autarca referiu que sensivelmente 48% dos autocarros da Carris ainda são modelos a gasóleo, número que já é menor do que os 70% que existiam em 2021 prevendo-se que “em 2030, já não teremos autocarros a gasóleo”.
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Polestar vai ter mais comandos físicos
A Polestar vai deixar de apostar totalmente num desenho simplista e “limpo” no interior dos seus modelos e seguir a opinião dos seus clientes, passando a adotar comandos físicos para algumas funções importantes, reduzindo a necessidade de uso do ecrã táctil.
Numa entrevista à britânica AutoCar, Michael Lohschellero, o administrador-delegado da Polestar, referiu que a marca está atenta à opinião dos seus clientes e vai repensar a sua abordagem, passando a adotar botões físicos para o controlo de algumas funções do automóvel sem ter de recorrer tanto aos ecrãs tácteis.
Esta mudança poderá verificar-se já na renovação do Polestar 3 com a adoção de mais comandos físicos e a redução da dependência dos ecrãs, algo que vai de encontro ao desejo dos utilizadores, mas que também segue as recomendações de várias entidades ligadas à segurança rodoviária e à regulação do sector automóvel.
A melhoria da segurança e da ergonomia nos dias de hoje passa por reduzir a ligação excessiva do condutor aos ecrãs tácteis e permitir que ele comande certas funções do automóvel sem ter de retirar a sua atenção da estrada e nesse sentido os botões físicos continuam a ser a solução mais segura e funcional.
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