Comerciais
Novo Iveco S-Way: mais conetado e com motores renovados
A Iveco apresentou o seu renovado veículo industrial para longo curso S-Way, desenvolvido para oferecer um valor e uma produtividade excecionais para o proprietário da frota.

Nesse sentido, melhora ainda mais a eficiência de combustível, que já se posicionava entre as melhores, com uma nova gama de motores e uma ponte traseira de nova geração, tecnologias avançadas e serviços inovadores adaptados às necessidades dos clientes. Como novidade traz o sistema de controlo por voz Iveco Driver Pal, novas funcionalidades e serviços conetados de última geração.
Nova gama de motores
Os novos motores do S-Way cumprem com as normas de emissões Euro VI/E e estão homologados para biodiesel 100% de segunda geração, denominado HVO. A gama Cursor 13 foi ampliada com dois novos níveis de potência, 490 e 530 CV, melhorando a sua eficiência através de um aumento da relação de compressão e uma nova estratégia de gestão da combustão. Estes motores de 13 litros surgem acoplados a novas pontes traseiras de redução simples e relações do grupo traseiro mais longas, até 2,31:1.
Passam ainda a usufruir do modo Eco para o sistema de ar condicionado automático, que elimina a absorção de energia desnecessária e ainda as novas coberturas do pilar A que melhoram ainda mais o fluxo de ar em redor da cabina.

A evolução inteligente do camião
O Iveco S-Way transforma a forma como os condutores interagem com os veículos e marca o início de uma nova era de suporte proativo e preditivo. Torna a vida a bordo mais simples e produtiva com o acompanhante vocal único, Iveco Drive Pal, que permite ao condutor interagir com o mesmo e com todo os seus sistemas.
Por outro lado, a versão a gás natural comprimido (GNC) e gás natural liquido (GNL) do S-Way contam com novos auxiliares inteligentes, como o compressor de embraiagem e a bomda de direção de caudal variável que aumenta a eficiência de combustível.

Comerciais
Volkswagen ID. Buzz Cargo recebe versão mista de cinco lugares
O Volkswagen ID. Buzz Cargo passa a estar disponível numa nova versão mista de cinco lugares (2+3), graças à introdução de uma divisória fixa entre a cabina e o compartimento de carga. Esta solução está disponível tanto na versão de chassis curto como longo, alargando a versatilidade do modelo elétrico da marca alemã..
A nova configuração foi desenvolvida em parceria com a empresa dos Países Baixos Spoeks Automotive e permite conjugar, de forma eficiente, o transporte de passageiros e de carga. A divisória pode ser selecionada diretamente no configurador do modelo e é instalada de fábrica, imediatamente atrás da segunda fila de bancos.
Com esta solução, o compartimento de carga fica completamente separado da cabina, podendo ser utilizado de forma semelhante à versão Cargo tradicional, incluindo a possibilidade de carregar até ao tejadilho.

De acordo com a marca alemã, uma das principais vantagens é o isolamento eficaz da sujidade e do ruído, que deixam de se propagar para a zona dos passageiros. A divisória integra ainda um óculo, assegurando a visibilidade traseira.
Outro benefício apontado prende-se com a maior eficiência do sistema de climatização, já que o volume a aquecer ou arrefecer no habitáculo é reduzido, contribuindo para um melhor conforto térmico e potencial poupança energética.
A divisória produzida pela Spoeks Automotive é fabricada em Compex, um material compósito leve, resistente e com acabamento suave de elevada qualidade. Na face dianteira, do lado do compartimento de carga, encontra-se um espaço aberto destinado à arrumação do cabo de carregamento.
A Volkswagen garante que a instalação desta divisória não interfere com os cintos de segurança nem com os airbags laterais, mantendo intactos os padrões de segurança do modelo. A opção está disponível para ambas as variantes de carroçaria e, no mercado alemão, tem um preço de 1.856 euros.
Comerciais
UE enfrenta falta de 500 mil condutores profissionais do volante
A União Europeia enfrenta uma escassez estrutural de cerca de meio milhão de postos de trabalho por preencher entre condutores profissionais de camiões e autocarros.
Esta situação crítica levou a Comissão Europeia a encomendar um estudo à Organização Internacional do Transporte Rodoviário (IRU), que valida a contratação regulada de condutores extracomunitários como uma medida complementar essencial para mitigar o problema.
A análise revela que os percursos para integrar condutores provenientes de países terceiros variam significativamente entre os Estados-Membros. Os processos combinam diretivas europeias com regulamentações nacionais, originando duplicações administrativas. Em consequência, os trâmites podem prolongar-se entre seis e doze meses, com custos que podem atingir 20 mil euros por condutor.
Existem ainda estrangulamentos críticos em duas áreas fundamentais. Em primeiro lugar, a carta de condução necessita de ser trocada por uma licença da UE, podendo implicar exames adicionais. Em segundo lugar, a qualificação profissional (CAP/CPC) obtida fora da UE não é reconhecida, obrigando à realização da formação inicial completa no Estado-Membro de acolhimento, incluindo uma residência mínima de 185 dias.
A Espanha destaca-se positivamente no estudo por permitir o acesso através de visto de estudante para a realização da formação CAP, facilitando significativamente o percurso quando comparado com outras vias administrativas. É igualmente valorizada a coordenação formal entre ministérios, concretizada através de um protocolo de cooperação assinado em 2023.
A Polónia recebe também reconhecimento pelo seu sistema ágil. Concretamente, cidadãos da Ucrânia, Bielorrússia, Arménia, Geórgia e Moldávia podem trabalhar durante dois anos mediante uma declaração escrita registada, em substituição do tradicional visto de trabalho.
O estudo propõe a simplificação e harmonização dos percursos administrativos entre os Estados-Membros, bem como a implementação de vias rápidas (fast track) sem comprometer os padrões de segurança. Defende ainda o desenvolvimento de projetos-piloto no âmbito da iniciativa SDM4EU, promovida pela IRU, que transforma a análise política em esquemas operacionais reais, garantindo uma mobilidade de condutores segura e regulada.
Ramón Valdivia, vice-presidente executivo da ASTIC e membro do Comité Executivo da IRU, sublinha que “esta publicação representa um apoio institucional a uma tese que temos defendido há anos”. Em síntese, a contratação corretamente gerida de condutores de países terceiros consolida-se como uma ferramenta complementar fundamental para enfrentar a escassez estrutural, tanto em Espanha como no conjunto da União Europeia.
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