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Bugatti gastou 65 mil horas a criar o La Voiture Noire
O Bugatti La Voiture Noire é o hipercarro mais caro do mundo e o construtor francês revelou algumas imagens do seu desenvolvimento que levou cerca de 65 mil horas de trabalho.
O La Voiture Noire quase que não se pode entender como um automóvel, mas sim como uma obra de arte ou uma peça de alta costura. Esteticamente arrebatador este hiperdesportivo tem como base o Bugatti Chiron e conta com um motor W16 com quatro turbos capaz de debitar 1500 cv de potência.
Com um preço de 11 milhões de euros poucos serão aqueles que poderão dar-se ao luxo, literalmente falando, de adquirir esta pérola, mas apesar de ainda não haver confirmações oficiais, parece que um dos mais conhecidos apreciadores do construtor francês, o “nosso” Cristiano Ronaldo, será o proprietário deste modelo único.
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O último “Velocidade Furiosa” estreia em 2028
Aquele que será o derradeiro filme da saga “Fast & Furious” chamar-se-á “Fast Forever” e terá a sua estreia nos cinemas no dia 17 de março de 2028 e poderá contar com a primeira participação de Cristiano Ronaldo no cinema.
A notícia foi divulgada pelo próprio Vin Diesel na sua conta de Instagram publicando uma imagem do primeiro filme Velocidade Furiosa em que está com Paul Walker. No texto pode ler-se “Ninguém disse que a estrada seria fácil… mas é a nossa. Uma estrada que nos definiu e que se tornou no nosso legado. E um legado… dura para sempre. 17 de março de 2028. FAST FOREVER”. Ainda não há tradução oficial para o nome daquele que será o 11º e último filme da saga Velocidade Furiosa, mas deverá andar em torno da expressão “para sempre”.
Segundo consta este derradeiro filme recuperará um pouco as origens do primeiro Velocidade Furiosa, voltando a um ambiente de corridas de rua e a personagem de Paul Walker também poderá voltar a surgir. É bem possível que este “Fast Forever” conte com a estreia de Cristiano Ronaldo num papel no grande ecrã já que no passado Vin Diesel já havia deixado essa porta aberta em relação a CR7, também num post publicado na sua conta de Instagram.
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As bases de dados do IMT já incluem os clássicos
O veículos de interesse histórico já fazem parte da base de dados do IMT, o que vem clarificar a sua situação quando são fiscalizados.
O estatuto de veículo com interesse histórico atribuído a vários modelos clássicos, com mais de 30 anos, após uma inspeção de certificação feita por entidades autorizadas, permite que estes modelos tenham isenção de inspeções periódicas obrigatórias. Este facto criou várias situações de indefinição quando estes clássicos certificados eram fiscalizados em operações rodoviárias feitas pelas autoridades. Não se encontrando na base de dados do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) e não tendo inspeção periódica feita nos “prazos tradicionais” naturalmente foram criadas situações de confusão que agora já não irão suceder.
Agora tanto a PSP como a GNR já têm acesso aos dados dos automóveis clássicos certificados como veículos com interesse histórico e o sistema já foi testado com sucesso pelo que desde o dia 19 de janeiro que já se encontra a funcionar em pleno.
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