Bosch e Qingling Motors colaboram nas células de combustível – Motorguia
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Bosch e Qingling Motors colaboram nas células de combustível

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Em conjunto com o fabricante de veículos comerciais premium Qingling Motors, a Bosch estabeleceu uma joint venture na China, designada Bosch Hydrogen Powertrain Systems (Chongqing) Co. Ltd. A nova empresa irá desenvolver, montar e comercializar sistemas de célula de combustível para o mercado chinês.



O principal objetivo é reunir a tecnologia e experiência dos dois parceiros e contribuir para o desenvolvimento do mercado chinês de células de combustível e para a transformação da indústria automóvel local.

De acordo com o Energy Saving and New Energy Vehicle Technology Roadmap 2.0 da Sociedade Chinesa de Engenheiros Automóveis (China-SAE), mais de um milhão de veículos com sistemas de célula de combustível podem vir a ser registados na China até 2030. A joint-venture tem como objectivo fornecer todos os fabricantes de veículos chineses com este tipo de sistema.

Os componentes necessários para isso, como pilha de células de combustível, compressor de ar com electrónica de potência e unidade de controlo com sensores, têm como origem a Bosch, principalmente a fábrica de Wuxi.

A produção em pequena escala irá começar nessa fábrica este ano. Também em 2021, uma frota de teste de 70 camiões Qingling equipados com o Módulo de Célula de Combustível da Bosch irá fazer-se à estrada. O lançamento no mercado do sistema de célula de combustível está previsto para 2022/2023.

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Este é o novo Ford Tourneo Connect feito com base no VW Caddy

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A Ford mostrou as primeiras imagens da nova geração do Tourneo Connect, desenvolvida em parceria com a Volkswagen. O novo modelo vai ser comercializado em dois comprimentos de carroçaria, quatro níveis de equipamento, três motorizações. Por sua vez, o habitáculo permite transportar até sete ocupantes em três filas.



A nova geração de comerciais compactos é fruto da Aliança com a Volkswagen e foi desenvolvido em conjunto com a Volkswagen, partilhando muitos dos componentes com o novo Caddy.

Tal como como o seu congénere da Volkswagen será proposto em dois comprimentos de carroçaria curto e longo possibilitando o transporte até sete ocupantes. Quando não estão a ser utilizados, os assentos da segunda e terceira filas podem ser rebatidos ou mesmo removidos para criar uma amplo espaço de carga para equipamento de trabalho ou de desporto.

O banco do passageiro dianteiro pode ser rebatido, permitindo o transporte em segurança de objetos com um comprimento até três metros como caiaques, pranchas de surf, embalagens de mobiliário ou tábuas de madeira.
O novo interior foi projetado para aumentar o conforto sem sacrificar a funcionalidade. Para tornar mais agradável a experiência a bordo, o Tourneo Connect conta com vários suportes para copos, compartimentos de arrumação, tomadas USB para carregamento de telefones. Entre as opções disponíveis incluem-se o vidro panorâmico em vidro ou o ar condicionado duplo.

O painel de instrumentos integra um ecrã tátil, de 8,25” (série) ou 10” (opção), que permite aceder aos comandos da navegação, climatização, audio, enquanto outros elementos como a ligação ao telefone, a informação do veículo e a configuração do audio.
Será comercializado em quatro níveis de equipamento: Active, Trend, Titanium e Sport. No capítulo mecânico estarão disponíveis três motorizações, uma a gasolina 1.5 EcoBoost com 114 cv e duas Diesel 2.0 EcoBlue com 102 ou 122 cv.

Todos os motores estão associados, de série, a caixas manuais de seis velocidades, sendo ainda possível optar por uma transmissão de dupla embraiagem PowerShift de sete relações. Pela primeira vez estará disponível na gama uma versão com tração integral, que melhora a condução em situações de piso escorregadio ou solto. O sistema distribui automaticamente o binário entre as rodas, em função das condições de condução.

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Hyvia mostra primeiro protótipo de um furgão a hidrogénio

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A Hyvia, um espécia de consórcio que luta pelo desenvolvimento e implementação do hidrogénio, revelou o seu primeiro protótipo alimentado a este tipo de combustível que está praticamente pronto a comercializar.



O furgão de grandes dimensões Renault Master Van H2-TECH permite o transporte com zero emissões, uma autonomia melhorada e um abastecimento rápido. Irá cumprir as necessidades de vários tipos de negócios, frotas e até municípios. Hoje a mobilidade a hidrogénio é especialmente importnte nos Veículos Comerciais Ligeiros, permitindo maiores autonomias, com cargas mais pesadas e uma utilização mais intensiva.

A Master Van H2-TECH está equipada com uma pilha de combustível de 30kW, uma bateria de 33kWh e tanques com 6kg de hidrogénio (4 tanques de 1,5 kg).

Produzida em França, na fábrica de Batilly, tem a integração do hidrogénio e da electricidade feita pela PVI, uma subsidiária do Grupo Renault em Gretz-Armainvilliers. O motor é produzido na fábrica de Cleon e a montagem deverá começar no dinal deste ano.
Os próximos protótipos serão da Master Chassis Cab H2-TECH, com 19m3 de volume de carga e uma autonomia de cerca de 250 km, e ainda a Master Citybus H2-TECH, um minibus urbano que pode levar até 15 passageiros, com uma autonomia a rondar os 300 km.

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E que tal uma Toyota Hiace com um motor V12… para trabalhar?

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James Redelinghuys encontrou uma forma original de promover a sua empresas de táxis, minibus e transfers na África do Sul com um furgão de passageiros deveras criativo.



A ideia passou por criar um minibus mais radical da zona alterando completamente uma Toyota Hiace, transformando-a num modelo original. Assim, a sua Hiace ganhou motor V12 e a estéticade um Lamborghini.

O kit estético foi importado do Japão, comprado a empresa que se dedica a comercialização de réplicas dos componentes do Aventador para aplicar… em furgões, imagine-se!


Depois, decidiu que o motor que a Hiace trazia de fábrica, um 2,7 litros e 160 CV, nunca era suficiente. O melhor seriam montar-lhe um motor V12, e em posição central. Como um Lamborghini…

A opção recaiu sobre o enorme bloco de 5 litros que equipa os Toyota Century, em que se apressou a montar um novo sistema de dupla sobrealimentação. E que rapidamente destruiu no banco de potência…

Foram adquiridos mais dois motores, até alcançar a definição final com 600 CV de potência. Também o esquema de suspensões conheceu quatro configurações diferentes para chegar ao que pretendia. E fica por resolver um detalhe: o que fazer com o enorme V12 “plantado” exatamente a meio do habitáculo deste minibus tão especial. Redelinghuys diz que será transformado num pousa-pés para os passageiros…

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