Novo pick-up Isuzu D-Max já está à venda em Portugal com várias configurações – Motorguia
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Novo pick-up Isuzu D-Max já está à venda em Portugal com várias configurações

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Chega a Portugal a nova geração da Isuzu D-Max que passa a ser comercializada pelos concessionários da marca já no início deste mês.



A pick-up D-Max aposta forte numa gama transversal, completa e abrangente uma vez que lança de uma só todas as configurações de cabina possível: simples de 2 lugares, longa de três lugares e dupla de 3 e 5 lugares. Pode ainda ser adquirida com tração 4×4 ou 4×2.

Como é do conhecimento geral, a pick-up da marca japonesa tem um historial de mais de seis década, assim sendo esta nova geração conta agora com várias alterações em termos de design, conforto e qualidade dos materiais aos quais se juntam novas tecnologias, equipamentos e funcionalidades, bem como alterações técnicas ao nível do motor, chassis e suspensão.

Do lado de fora, encontramos óticas dianteiras redesenhadas e traseiras em LED, faróis de nevoeiro e pára-choques renovados e jantes em liga leve de 18″. No habitáculo, encontramos um tablier também ele redesenhado, mais ergonómico e confortável, tecidos mais resistentes e ainda pormenores que transmitem maior requinte.

No conjunto de upgrades efectuados, o novo sistema áudio DVD Premium com display de 9” e comandos no volante constitui mais um luxo da nova gama D-Max. Além das habituais ligações por USB e Bluetooth, permite a ligação do smartphone (Android ou Apple), tudo sempre ligado ao painel de instrumentos para uma maior segurança e comodidade. O Sistema conta ainda com 8 colunas de som, 2 tweeters e sub-woofer para uma qualidade de som fora do vulgar.

No que respeita às capacidades de carga todas as versões, independentemente da configuração de cabina, contam com mais de uma tonelada de carga útil e o desenho da caixa foi modificado para optimização da área disponível com mais espaço em comprimento, largura e altura.
As soluções tecnológicas repensadas para o bloco de 1.9 Litros Diesel, cumprem as exigentes normas de emissões Euro 6d, mantêm a potência de 164 CV ao mesmo tempo que melhoram a performance e os consumos.


Face à anterior geração, o Turbo de Geometria Variável (VGS) é agora controlado electronicamente, é adotado o Sistema Start Stop (ISS), a pressão do Rail de combustível é aumentada para 2.500 bar (face aos anteriores 2.000 bar) e introduz-se o sistema de tratamento de gases de escape com a utilização de AdBlue.

Já no que respeita à transmissão, a D-Max mantém a oferta da caixa manual ou automática de 6 velocidades, esta última com melhorias na calibração com vista a uma operação mais rápida na selecção da engrenagem.

A D-Max tem um preço de entrada de gama de 24.300 € (IVA excluído) para a versão de Cabina Simples 4X2. São, entretanto, várias as propostas e soluções de cabina disponíveis, tanto nas versões de trabalho, como de laser, num line up transversal que culmina nos 38.500 € (IVA excluído) preço correspondente à versão topo de gama LSE 4X4 de Cabina Dupla e transmissão automática.

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Volkswagen comemora os 70 anos da fábrica de Hannover

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A Volkswagen assinalou no dia 8 de março os 70 anos da sua fábrica de Hannover, uma das principais unidades de produção da Volkswagen Veículos Comerciais. Foi precisamente nesta fábrica alemã que, em 1956, começou a produção do lendário Volkswagen T1 Transporter, conhecido popularmente como “Pão de Forma”.

Atualmente considerada uma das fábricas automóveis mais modernas da Europa, a unidade prepara-se para atingir em 2026 a marca de 11 milhões de veículos produzidos. Segundo Oliver Blume, presidente do conselho de administração da Volkswagen AG, Hannover representa uma combinação entre tradição e inovação tecnológica, assumindo hoje um papel central na estratégia de mobilidade elétrica e autónoma do grupo.

A fábrica produz atualmente modelos como a Volkswagen Multivan (nas versões diesel e híbrida plug-in) e os elétricos Volkswagen ID. Buzz e Volkswagen ID. Buzz Cargo. Ao mesmo tempo, a unidade já iniciou a pré-produção de uma versão totalmente autónoma do ID. Buzz, cuja produção em série está prevista para 2027. Este modelo deverá tornar-se o primeiro veículo autónomo produzido em larga escala na Europa.


Além da aposta na mobilidade elétrica e autónoma, a Volkswagen está também a investir na sustentabilidade da fábrica. A estratégia inclui o uso exclusivo de eletricidade verde e uma central de cogeração a biomassa, com o objetivo de alcançar produção neutra em carbono até 2040.

A história da fábrica está intimamente ligada às várias gerações do Transporter, do T1 ao T6.1. Atualmente, a nova geração da gama assenta em três modelos principais: ID. Buzz, Multivan e Transporter/Caravelle. Só em 2025, o ID. Buzz registou um crescimento de vendas superior a 100%, enquanto a Multivan aumentou 31%.

Hoje, a fábrica de Hannover emprega cerca de 13 mil trabalhadores e ocupa uma área de aproximadamente 1,1 milhões de metros quadrados, mantendo-se como um dos pilares da produção da Volkswagen na Europa.

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Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter

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Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.

Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.

“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.

Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.

Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.

Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.

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