Chama-se Torsus Pretorian e é o autocarro escolar mais radical do mundo – Motorguia
Ligue-se connosco

Comerciais

Chama-se Torsus Pretorian e é o autocarro escolar mais radical do mundo

Published

on

Em crianças, no colégio, todos sonhamos com o dia em que começa a nevar e a pouco e pouco as estradas vão ficando repletas de neve e… a escola não abre. Os carros não andam nem a carrinha ou o autocarros escolar se conseguem deslocar.



Mas, se todos os colégios tivessem em eu poder um destes autocarros Torsus Pretorian, não haveria tormenta ou catástrofe, capaz de impedir os alunos de chegarem à escola.

É que este autocarro 4×4 tem lotação para 35 crianças e pode transportá-los através dos terrenos mais abruptos e demolidores do planeta, com um interior de bancos personalizados que contam com cintos de segurança ajustáveis para todas as idades.

Motor MAN com 290 CV

A empresa checa que produz este tipo de veículo recorre a um chassis de altas prestações da MAN que conta com um motor de 6,9 litros de seis cilindros a gasóleo da mesma marca. Este motor proporciona ao Pretorian uma potência máxima de 290 CV e 1150 Nm de binário. Chega tudo ao asfalto através de um sistema de tração integral, como não podia deixar de ser.

As jantes do Pretorian estão envolvidas por uns pneus todo-o-terreno da Michelin e conta com uma altura ao solo de 340 mm, pelo que possibilita que o autocarro consiga andar em zona de água com até 900 mm de profundidade.

Aqui este Torsus Pretorian surge numa configuração de autocarro escolar, mas é proposto com outras configurações, desde um chassis-cabina até a uma ambulância para evacuação.

Comerciais

Stellantis lança furgões a hidrogénio com 400 km de autonomia ainda este ano

Published

on

A Stellantis, comglomerado que inclui os grupo PSA e FCA, anunciou o lançamento ainda este ano de três veículos comerciais ligeiros a hidrogénio para as marcas Peugeot, Citroën e Opel com autonomias superiores a 400 quilómetros e tempos de reabastecimento de apenas três minutos, assumindo-se como o primeiro passo do grupo rumo ao ecossistema do hidrogénio.



Os primeiros resultados deste esforço estarão nas estradas ainda este ano, com variantes a hidrogénio do Citroën Jumpy, Peugeot Expert e Opel Vivaro, aproveitando os benefícios da plataforma multienergias que o grupo Stellantis tem trabalhado ao longo dos últimos anos.

A solução tecnológica da Stellantis para estes três veículos combina a função de locomoção por pilha de combustível a hidrogénio, mas também da possibilidade de recorrer à bateria para melhor performance ou incremento da autonomia.

Esta tecnologia é apresentada como de dimensão média, com o motor elétrico a poder ser alimentado pela bateria elétrica ou pelos três tanques de hidrogénio (4,4 kg a uma pressão de 700 bares) dispostos sob o piso no local onde está a grande bateria de tração das versões apenas elétricas.

Estes elementos são desenvolvidos através de uma parceria de desenvolvimento com a Faurecia, uma das parceiras para este projeto, sendo a outra a Symbio. O compartimento de carga não é afetado nem perde capacidade com esta abordagem a hidrogénio, com os diversos componentes escondidos em locais que já são utilizados pelos modelos lançados, tanto com motor de combustão, como elétricos.

O arranque e a movimentação a baixa velocidade faz-se com recurso à bateria de tração, mudando para o sistema de pilha de combustível a hidrogénio a velocidades mais altas em cruzeiro. Em acelerações mais fortes, os dois trabalham em conjunto para a máxima potência, enquanto a desaceleração e travagem recupera energia para a bateria.

Por enquanto, este sistema de pilha de combustível a hidrogénio apenas estará presente nos comerciais ligeiros da Peugeot, Citroën e Opel, mas a sua aplicação noutros modelos de outras marcas do grupo é uma possibilidade a seu tempo.

É apontada uma autonomia superior a 400 quilómetros e um tempo de reabastecimento de cerca de três minutos, tornando a sua utilização tão prática quanto a de um veículo de motor de combustão nos dias que correm. Além disso, para o caso do hidrogénio nos tanques se gastar todo, a bateria de tração permite que o mesmo circule – ainda que a baixa velocidade – por cerca de 50 quilómetros, permitindo assim uma autonomia bem superior dos 400 quilómetros.

Continuar a ler

Comerciais

Renault Trucks desvendou renovada gama T no jogo Euro Truck Simulator 2

Published

on

A Renault Trucks apresentou os seus renovados T e T High Evolution no videojogo Euro Truck Simulator 2.



A marca francesa coloca a descoberto estes modelo que podem ser conduzidos no videojogo, sentar na cabina dos novos veículos da gama T e T High 2021, testar a recém estreada ergonomia da cabina e apreciar a comodidade do camião, seja em área urbanas, em estadas regionais ou em autoestradas, assim como descobrir com todo o detalhe o novo desenho dos modelos de longo curso da marca francesa.
Estas são algumas das melhorias da nova gama T da Renault Trucks.

Interior da cabina:
– Tablier curvo para ficar tudo ao alcance da mão
– Espaço para guardar documentos de formato A4
– Porta-copos
– Ponto de carga USB-C
– Botão de arranque start/stop
– Banco extraível, de conforto superior com forros resistente à manchas
– Suporte para smartphone e tablet

Coluna de direção multidirecional
– Posição de condução adaptativa de acordo com a estatura do condutor
– Roda de controlo intuitiva que ajuda com o pé a encontrar a posição de condução ideal.

Luzes LED de série
– Melhor iluminação para melhorar a visibilidade em estrada
– Tom de luz ao nível da luz natural para evitar a fadiga do condutor
– Feixe de luz mais amplo para melhorar a visibilidade dos degraus

Aplicação do travão de emergência de forma automática
– O veículo para de forma automática em caso de detetar um funcionamento anormal

Cama
– Espessura do colchão: 170 mm; densidade: 41kg/m3
– O dobro das molas e um colchão mais grosso para se adaptar a todos os pesos
– Base do colchão desmontável
– Novo tecido mais fácil de lavar
– Cobertura de colchão com espuma viscoelástica

.

Continuar a ler

Comerciais

Cerca de 61% dos veículos comerciais na Europa podiam ser elétricos

Published

on

Uma grande maioria dos carros ligeiros que são utilizados para fins comerciais na Europa poderiam ser substituídos por modelos elétricos. Mais do que isso, cerca de um terço das frotas de ligeiros e furgões poderiam ser unicamente compostas por veículos elétricos.



Estas são as conclusões de uma nova investigação da Webfleet Solutions, o fornecedor de telemática líder na Europa. A empresa, que faz parte do Grupo Bridgestone, baseia-se em dados de mais de 100 mil veículos conectados de cerca de 5 mil clientes com frotas em toda a Europa.

A partir do inquérito sobre Planificação e Eletrificação da Frota, uma nova função da solução de gestão de frotas pode fazer algumas recomendações sobre os veículos com motor de combustão interna que poderiam ser substituídos por alternativas elétricas em função da distância diária percorrida.

Para efeitos deste estudo, concluiu-se que, se um veículo percorria menos de 300 km por dia num período de 12 meses, este veículo poderia ser substituído por um elétrico. A distância máxima de condução diária de 300 km foi escolhida para refletir o valor de autonomia média de modelos de carros elétricos e veículos comerciais ligeiros mais comuns que estão disponíveis atualmente no mercado.

Algumas conclusões chave:

– 61% dos veículos comerciais na Europa poderão ser substituídos por uma alternativa elétrica
– 82,2% dos clientes poderiam substituit pelo menos um dos seus veículos por um outro elétrico.
– 57% dos clientes poderiam substituir pelo menos metade dos seus veículos por elétricos
– 34,4% das empreaas poderiam substituir todos os seus veículos por elétricos.

Se todos os clientes e empresas que possam fazê-lo trocassem grande parte dos seus veículos para elétricos, a seu consumo coletivo de gasolina reduzir-se-ia em mais de 42% e de gasóleo em mais de 30%. Ao poupar em combustível e gasolina, as emissões coletivas poderiam cair em 31%.

Abaixo da média europeia

Em todos os países examinados, pelos menos metade dos veículos comerciais e veículos industriais poderiam ser substituídos por elétricos. De acordo com alguns dados, o Reino Unido e os Países Baixos, são os países com maior potencial de eletrificação. Nos dois casos, 70% dos veículos comerciais poderiam ser eletrificados, seguidos por França (67%) e Alemanha (61%). Em Portugal, a possibilidade de se substituir veículos a gasolina e gasóleo por elétricos ainda é reduzida. É interessante observar que etes países também têm uma alta disponibilidade de pontos de carregamento. Dos 144 mil pontos de carregamento disponíveis na UE e Reino Unido, a maioria situa-se nos Países Baixos (26%), Alemanha (19%), França (17%) e Reino Unido (13%).

Continuar a ler
Publicidade

Estamos no Facebook

Newsletter

Em aceleração