Comerciais
Iveco comemora 75 anos da Pegaso com um kit personalizado
A Iveco comemora o 75º aniversário da marca Pegaso. Convém lembrar que a atual unidade fabril de Barajas, em Madrid, onde se produz o Iveco S-Way nasceu para produzir camiões e autocarros Pegaso.

A partir de agora, os transportadores e utilizadores de Iveco podem personalizar o seu S-Way com um completo kit de personalização dedicado aos 75 anos da marca espanhola de veículos pesados.
A fábrica de Barajas, propriedade do Grupo CNH Industrial, foi construída durante a década de 50 do século passado e foi fruto da iniciativa da ENASA para ampliar a produção de veículos industriais da Pegaso. O primeiro camião foi produzido a partir de 1955 e era conhecido no mercado por Pegaso Barajas. Seguiu-se o modelo Z-207, todavia a fábrica alcançou o máximo rendimento de produção a partir do sucesso comercial de modelos como o lendário Pegaso Comet.
Agora, através de um kit de personalização que inclui elementos de decoração interiores e exteriores para o Iveco S-Way, a marca comemora os 75 anos da Pegaso, uma marca histórica que continuou o percurso da mítica Hispano Suiza.
A Iveco continua a ser vista como o despertar da antiga ENASA e dos seus Pegado, pois mantém em atividade as fábricas de Madrid e de Valladolid. Na primeira foram produzidas praticamente todas as gamas de pesados da Pegaso e na segunda os veículos comerciais ligeiros conhecidos por SAVA.
Outra herança desde a época da Pegado é a manutenção da liderança tecnológica. Atualmente a CNH industrial desenvolve em conjunto com a Nikola o camião elétrico Tre. A eletromobilidade também ocupou no seu tempo a Pegaso. Bom exemplo disso mesmo foi a versão eletrificada do seu primeiro modelo conhecido por Mofletes. O Pegaso elétrico data de 1951, mais concreto com o primeiro protótipo Z-601. No ano seguinte, o Z-602 podia carregar até seis toneladas. O Pegaso elétrico alcançava os 28 km/h e tinha uma autonomia elétrica de 75 km.
Comerciais
IVECO apresenta serviço para recuperar veículos roubados
A IVECO apresentou o Stolen Vehicle Assistance, um serviço inovador desenvolvido para recuperar veículos comerciais roubados no menor tempo possível. Integrada no ecossistema digital IVECO ON, esta solução liga-se diretamente a um centro de segurança disponível 24 horas por dia, reforçando a proteção das frotas.
Num contexto em que o roubo de veículos comerciais tem vindo a aumentar — com um risco significativamente superior ao dos automóveis ligeiros —, a marca aposta numa abordagem preventiva e tecnológica. Para empresas e profissionais, a perda de um veículo como a IVECO Daily representa não só um problema de segurança, mas também interrupções operacionais e custos inesperados.

O novo sistema utiliza inteligência artificial para detetar comportamentos suspeitos e recorre a tecnologia de geofencing, que permite definir perímetros de segurança virtuais. Sempre que é identificado um risco, o sistema ativa automaticamente um protocolo de resposta, coordenado por um centro de segurança em parceria com a Targa Telematics, em articulação com as autoridades europeias.
Segundo a marca, este modelo permite alcançar taxas de recuperação que podem chegar aos 90%, reduzindo significativamente os tempos de inatividade e o impacto financeiro associado ao roubo. Os utilizadores mantêm ainda controlo total através da plataforma digital ou aplicação móvel dedicada.
Espanha é o primeiro mercado a receber esta tecnologia, estando prevista a sua expansão gradual para outros países europeus. Com esta solução, a IVECO reforça a aposta em serviços digitais avançados, combinando conectividade e segurança para apoiar a continuidade das operações no setor do transporte profissional
Comerciais
Portagens para camiões na UE passam a depender das emissões de CO₂ já este ano
A partir de 1 de julho de 2026, alguns países da União Europeia começarão a calcular as portagens para camiões tendo em conta as emissões de CO₂ dos veículos. A medida faz parte da revisão da Diretiva Eurovinheta, que regula a forma como os Estados-Membros podem estruturar os sistemas de portagem para o transporte rodoviário de mercadorias.
Com esta alteração, o custo de utilização de determinadas infraestruturas passará a variar de acordo com o nível de emissões de cada veículo pesado. Na prática, o novo sistema reforça o princípio de que quem mais polui paga mais, incentivando a utilização de camiões mais eficientes e com menor impacto ambiental.
A revisão da diretiva introduz definições mais claras para classificar os veículos, incluindo categorias como veículos de emissões zero, veículos pesados de baixas emissões, bem como novos critérios para a trajetória de redução de emissões e para os valores de referência de CO₂. Estas classificações servirão de base para definir as tarifas de portagem aplicadas pelos diferentes países.
O Conselho da União Europeia pretende também harmonizar a aplicação das regras entre os Estados-Membros, propondo calendários mais claros para a introdução de novos grupos de veículos ou para a atualização dos valores de emissões de referência. O objetivo é evitar interpretações diferentes entre países e garantir maior segurança jurídica ao setor do transporte rodoviário.
Outro tema em análise é o dos camiões retroadaptados, ou seja, veículos que recebem melhorias técnicas para reduzir as emissões, como atualizações de software ou modificações mecânicas. Atualmente, mesmo após estas melhorias, os camiões não podem alterar a sua classificação ambiental nos sistemas de portagem. Por isso, o Conselho pediu à Comissão Europeia que estude a possibilidade de rever esta regra, especialmente no caso de veículos elétricos adaptados, num prazo de dois anos.
Durante as negociações foi também analisada uma proposta para reduzir as portagens de camiões que utilizem reboques mais eficientes do ponto de vista ambiental. No entanto, a medida acabou por não ser incluída, devido à complexidade administrativa e técnica que poderia trazer aos sistemas de teleportagem e aos contratos de concessão já existentes.
O próximo passo será a negociação com o Parlamento Europeu, que terá de definir a sua posição sobre a revisão da diretiva. Após esse processo, as instituições europeias deverão acordar o texto final da legislação.
Para o setor do transporte e da logística, esta mudança poderá ter impacto direto nos custos operacionais. Ao mesmo tempo, a nova política pretende incentivar a renovação das frotas e a redução das emissões, transformando as portagens numa ferramenta para acelerar a transição energética no transporte rodoviário pesado.
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