Comerciais
1300 DAF XF 480 SuperSpace Cab a caminho da Primafrio
A Primafrio volta a apostar em camiões DAF para renovar a sua frota. Depois de uma encomenda em 2016, o operador espanhol (ainda que tenha muitos camiões com matrícula portuguesa) adquiriu 1300 unidades DAF XF 480 Super Space Cab. A entrega dos veículos será faseada, mas já entraram ao serviço 400 unidades.

Esta é a segunda grande encomenda da Primafrio à DAF Trucks. Em 2016, esta empresa sediada em comprou 1000 camiões à DAF e um ano depois as primeiras 300 unidades já estavam ao serviço do operador espanhol de transportes e logística.
“A utilização diária demonstrou que estes veículos se tornaram numa das referências em termos de fiabilidade, eficiência de combustível e conforto do motorista”, comentou Jose Esteban Conesa, CEO da Primafrio.
“Esta nova encomenda integra o nosso plano de renovação de frota que nos permitirá ter veículos com as mais recentes tecnologias disponíveis”, acrescenta o responsável. “Com a nova adjudicação, reforçamos a nossa excelente relação profissional com a DAF”, sublinha Juan Esteban Conesa.
“Com os 1300 DAF XF 480 Super Space Cab conseguiremos melhorar a rendibilidade e a eficiência nas nossas rotas. Além disso, a pegada de carbono da frota da Primafrio será reduzida com os eficientes tratores XF. O DAF XF enquadra-se na nossa filosofia de negócio: é um camião muito fiável que garante as entregas a tempo, assim como segurança e conforto para os nossos motoristas”.
Por sua vez, Richard Zink, diretor de marketing e vendas da DAF Trucks, refere que o facto de operadores de referência como a Primafrio estarem a optar pelo DAF XF com base na sua longa experiência é “o reconhecimento da fiabilidade, eficiência e conforto do motorista do camião”.
O também membro do conselho de administração da DAF Trucks adianta que esta encomenda “sublinha o sentimento positivo do mercado: a procura de transporte está a recuperar. Estamos muito felizes por podermos apoiar a indústria dos transportes com camiões de elevada qualidade”.
A Primafrio é uma empresa especializada no transporte de mercadoria refrigerada e de bens de elevado valor, sendo um dos operadores que tem registado um maior crescimento na Europa. Com sede em Múrcia, a empresa tem filiais na Andaluzia, Catalunha, País Basco, Lisboa, como também em França e na Alemanha.
No final de 2020, a Primafrio contava com 900 camiões DAF na sua frota.
Comerciais
Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter
Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.
Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.
“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.
Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.
Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.
Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.
Legislação
Respeitar a faixa de BUS
Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.
As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.
De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.
Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.
Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.
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