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BMW revela o novo Série 4 Convertible
Após ter apresentado a nova Série 4, incluindo a proposta mais desportiva M4, a BMW mostrou agora a versão descapotável da gama, o Série 4 Convertible.
Este elegante descapotável mantém a silhueta dos seus antecessores, mas em vez de um sistema de capota rígida a BMW optou por uma capota de lona que recolhe em 18 segundos podendo ser aberta ou fechada em andamento até uma velocidade de 50 km/h. Esta solução de lona incorpora um conjunto de elementos rígidos que melhoram a solidez da capota, mas garantem que se mantenha mais leve do que uma capota totalmente rígida. Neste caso concreto 40% mais leve.
Para acomodar a capota recolhida a bagageira perdeu 85 litros de capacidade face à versão coupé, ficando-se agora pelos 300 litros. Este Série 4 Convertible foi alvo de um reforço a nível estrutural de forma a garantir uma boa prestação do conjunto em termos torcionais.
A gama de motores é a mesma que na restante Série 4, ou seja, a oferta a gasolina é composta pelo 420i com 184 cv, o 430i com 258 cv e o 440i xDrive com 374 cv. Já os motores Diesel contam todos com a solução mild-hybrid de 48V e este Convertible terá disponíveis o 420d com 190 cv, o 430d com 286 cv e o 440d xDrive com 340 cv de potência. Haverá ainda a versão mais desportiva M4 Convertible que chegará mais tarde.
Este novo BMW Série 4 Convertible deverá chegar ao mercado europeu a partir de Março de 2021 sendo que de momento ainda não foram estipulados valores de comercialização para o mercado nacional.
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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“Fórmula Mágica” arranca hoje no Caramulo
O Museu do Caramulo abre hoje as portas ao público da sua exposição “Fórmula Mágica” dedicada aos monolugares da Fórmula 1, celebrando os 75 anos da categoria rainha do automobilismo.
Arranca hoje a exposição “Fórmula Mágica” que estará patente até ao dia 18 de outubro em dois pavilhões do complexo do Museu do Caramulo e os visitantes poderão ver ao vivo e a cores alguns dos modelos e objetos que fazem parte da história na Fórmula 1. Como grande destaque está o Lotus 97T com que Ayrton Senna conquistou a primeira vitória da sua carreira no circuito do Estoril em 1985, mas não é o único. Também poderão ser vistos o Ferrari F2005 de Michael Shumacher, o Williams FW14 de Nigel Mansell, o Lotus 100T de Nélson Piquet ou o Benetton B196 de Jean Alesi, entre outros.
Haverá ainda objetos expostos de vários pilotos como Juan Manuel Fangio, Gilles Villeneuve, Niki Lauda, James Hunt ou Alain Prost, por exemplo. A participação portuguesa na Fórmula 1 também marca presença com o Lotus 107B de Pedro Lamy e o Jordan EJ15 de Tiago Monteiro, o carro que deu a melhor classificação de sempre de um piloto português na Fórmula 1, um terceiro lugar em 2005 no Grande Prémio dos Estados Unidos. Além destes bólides, também estão expostos outros objetos destes dois pilotos e também de Nicha Cabral, o primeiro português na Fórmula 1 e de Pedro Matos Chaves.
A exposição segue o mesmo horário do museu, ou seja, está aberta de terça-feira a domingo entre as 10h00 e as 13h00 da parte da manhã e as 14h00 e as 18h00 da parte da tarde. O museu encerra à segunda-feira. O preço dos bilhetes é de 6€ dos 6 aos 15 anos, de 10€ para adultos e de 8,50€ para quem tenha mais de 65 anos. Para mais informações de bilheteira pode consultar a página do Museu do Caramulo aqui.
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