BMW Série 6 (2011-…) – Motorguia
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BMW Série 6 (2011-…)

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O BMW Série 6 é um coupé com todos os pergaminhos de um grande turismo genuíno e de imediato se tornou num dos porta estandartes da marca bávara no que diz respeito a um caráter desportivo requintado, qualidade e imagem premium. A versão descapotável, o Série 6 Cabrio acrescenta-lhe os prazeres da condução a céu aberto.



Com uma pose muito própria em termos estéticos, o Série 6 não esconde ao que vem e mostra-se um coupé com muita presença. No seu interior os materiais escolhidos são de qualidade superior e a montagem está também a um nível elevado.

A posição de condução é envolvente e rapidamente o condutor encaixa aos comandos deste coupé. Infelizmente para os dois lugares traseiro o espaço para as pernas não é muito generoso. A versão descapotável recorre a uma tradicional capota de lona e todo o trabalho dos técnicos e engenheiros da marca germânica em termos de aerodinâmica mostra-se muito eficaz e garante uma boa insonorização, mesmo quando a mesma está recolhida.

A bagageira é bem generosa com 460 litros de capacidade na versão coupé e só a sua acessibilidade não é das melhores, porque de resto consegue levar praticamente tudo o que for necessário numa viagem mais longa.

Muito eficaz, a sua suspensão garante um bom conforto para os ocupantes e um excelente desempenho dinâmico quando lhe é exigido um pouco mais de “empenho”. Divertido de conduzir só é pena que a direção não seja tão direta e informativa como é habitual na BMW e se sente noutros modelos também com um caráter mais desportivo.

Motores
A gama de motores do Série 6 não é muito vasta, mas qualquer um deles impressiona pelas suas prestações sendo que a proposta Diesel 640d com os seus 331 cv de potência é a mais racional de todas pois ao bom rendimento acrescenta uns consumos menos exagerados.

A oferta de motores a gasolina é composta pelo 640i com 330 cv, o 650i com 450 cv e o V8 biturbo com 560 cv que dá vida ao M6, o mais desportivo de toda a família.

Principais avarias e problemas
Os modelos equipados com motores a gasolina mostram-se muito fiáveis não havendo registos assinaláveis de grandes complicações. Já na versão Diesel foram apenas reportadas algumas anomalias com o filtro de gasóleo.

BMW Série 6 (2011-...)
7 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Conforto
Prestações
Qualidade do interior
Contras
Custos de manutenção
Direção pouco direta
Fiabilidade7
Custos de manutenção6
Desvalorização7
Qualidade dos materais7.5
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7
Conforto7
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico7.5
Performance7.5
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Citroën Xsara (1997-2004)

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Sucessor do Citroën ZX, o Xsara veio trazer um design mais fluído e moderno, sendo um dos modelos que de certa forma marcaram uma transição estética geracional no seio da marca gaulesa.



Lançado no mercado com um preço convidativo, o Xsara oferece uma boa habitabilidade e uma bagageira generosa com 408 litros de capacidade. Disponível nas carroçarias de cinco portas, coupé e carrinha, a gama Xsara assegurou a satisfação das mais variadas necessidades dos seus compradores e ainda hoje é presença comum nas nossas estradas.

Com uma suspensão equilibrada que lhe dá um bom compromisso entre conforto e eficácia dinâmica, o Xsara é um modelo fácil de conduzir e no dia a dia apenas se lamenta que a sua visibilidade traseira não seja mais ampla.

Competente em cidade e capaz nas viagens mais longas, o Xsara podia ter uma insonorização mais bem conseguida, mas ainda assim é algo que não mancha de forma significativa o conforto que oferece aos ocupantes.

Motores
Os motores que equipam o Xsara são vários, fruto também do seu tempo de vida como produto já que apanhou a introdução da família de motores HDI que vieram substituir os TD com que começou a ser comercializado. Assim no universo de propostas Diesel o Xsara conta com o 1.4 HDI de 70 cv, 1.9 TD de 92 cv e o 2.0 HDI nas versões de 90 e 110 cv de potência.
Já a oferta a gasolina é composta pelo 1.4 de 75 cv, o 1.6 de 88cv e o 1.6 16V de 110 cv.

Principais avarias e problemas
Alguns modelos equipados com o motor Diesel 1.9 TD revelaram problemas com a câmara de combustão que em certos casos chegou mesmo a levar à rutura do motor por volta dos 100 mil quilómetros. Os Xsara fabricados em Julho de 2002 foram alvo de uma reprogramação da gestão da centralina para resolver problemas de motor que foram detetados.

O ponteiro do depósito teve de ser substituído nos modelos HDI produzidos entre agosto e outubro de 2002 devido ao seu mau funcionamento. Nalgumas unidades foram assinalados casos de desgaste prematuro da bomba da direção assistida.

Citroën Xsara (1997-2004)
6.5 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Preço
Conforto
Habitalidade
Contras
insonorização
Visibilidade traseira
Fiabilidade6
Custos de manutenção7
Desvalorização6
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira7
Segurança6.5
Conforto7
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico6.5
Performance6
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Toyota Corolla (2001-2007)

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Por muitos considerado o melhor Corolla de sempre, esta geração elevou a fasquia da qualidade dos materiais e apresenta-se ainda com uma estética mais apelativa do que as gerações anteriores.



Apostada em fazer frente aos rivais germânicos a Toyota deu um salto qualitativo substancial com este Corolla. A qualidade de construção já estava patente nos anteriores modelos com este bem conhecido nome, mas agora a qualidade dos materiais veio reforçar e muito a sensação de robustez e solidez deste nipónico.

Com uma boa habitabilidade e senhor de um bom conforto graças ao eficaz trabalho da suspensão, este Corolla só peca um pouco por ter perdido alguma capacidade na bagageira face às anteriores gerações.

Fácil de conduzir em ambiente citadino este Toyota não se nega a uma viagem mais longa ou a um traçado mais sinuoso, onde se mostra muito previsível e fácil de controlar, naturalmente sem ser particularmente entusiasmante.

Motores
A gama de motores é composta pelas unidades a gasolina 1.4 com 97 cv, 1.6 com 110 cv e a mais potente 2.0 com 192 cv e estende-se à opções a gasóleo com o 1.4 D-4D de 90 cv e o 2.0 D-4D com 110 e 116 cv. Estas unidades Diesel são muito equilibradas na sua relação entre prestações e bons consumos e só se lamenta o facto de serem algo ruidosas, fazendo-se sentir em demasia no interior do habitáculo.

Principais avarias e problemas
As primeiras unidades equipadas com os motores D-4D surgiram com a correia da distribuição demasiado esticada o que causou um desgaste prematuro nos tensores. Nalguns modelos foram detetadas falhas de impermeabilização na tampa do bocal do óleo dos travões.

Os pneus podem apresentar um desgaste maior do que o esperado e nalguns modelos foi necessário fazer uma reprogramação para solucionar uma anomalia no fecho centralizado.

Toyota Corolla (2001-2007)
6.7 Avaliação
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Pros
Conforto
Acabamentos
Habitalidade
Contras
Insonorização
Capacidade da mala
Fiabilidade7.5
Custos de manutenção6.5
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira6.5
Segurança7
Conforto7
Consumo combustível6.5
Comportamento dinâmico6.5
Performance6.5
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Renault Twingo (2014-…)

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Esta terceira geração do Renault Twingo marca uma autêntica revolução no conceito deste citadino. Passou a ter cinco portas e o motor passou para a traseira, fruto da parceria com a Smart, que juntamente com o construtor francês desenvolveu esta geração do Twingo e também o Smart Forfour II, levando a que os dois modelos partilhem a mesma plataforma.



Com esta mudança, o Twingo perdeu o gene de “pequeno monovolume” que tinha na primeira geração e alguma da versatilidade que isso acarretava, mas ganhou uma facilidade de condução em cidade ainda maior pois tem um melhor diâmetro de viragem e apesar de ser ligeiramente mais curto em comprimento que a segunda geração do Twingo ele apresenta uma melhor habitabilidade.

Com o melhor acesso ao interior graças às quatro portas, este Twingo por seu turno perdeu alguma capacidade de bagageira, ficando-se pelos 174 litros de capacidade. O habitáculo tem um desenho simples, mas moderno e funcional, não se podendo esperar grandes requintes em termos de materiais num modelo desta natureza. De forma a conseguir compensar alguma da versatilidade perdida face às anteriores gerações, este Twingo oferece vários pequenos espaços de arrumação para guardar os mais variados objetos.

A suspensão assegura que tudo neste Twingo decorre de forma previsível e garantem um conforto adequado a um citadino. Só o campo da insonorização fica um pouco comprometido quando a viagem é mais longa e a velocidades mais altas pois então este Renault revela alguns ruídos aerodinâmicos.

Motores
Equipado apenas com dois motores a gasolina, este Twingo conta com duas unidades capazes para as necessidades citadinas a que este pequeno gaulês se propõe. Assim, o SCE de 70 cv e o TCE, turbocomprimido, com 90 cv são dois motores de três cilindros que se mostram suficientes para as voltas urbanas, mas não impressionam pelas suas prestações. Em compensação são duas motorizações que não se mostram muito gulosas no que diz respeito aos consumos.

Principais avarias e problemas
Os modelos produzidos até junho de 2015 equipados com o motor TCE revelaram alguns problemas de funcionamento que foram resolvidos com uma nova programação.

Algumas unidades revelaram anomalias no sistema Strat & Stop sendo que nalguns casos este deixou mesmo de funcionar por completo. Os amortecedores do eixo dianteiro levaram a uma chamada à assistência para serem substituídos devido a ruídos que surgiram de forma prematura.

Em termos eletrónicos este Twingo pode evidenciar falhas no sistema multimédia, funcionamento do ABS de forma intempestiva e dificuldades no arranque.

Renault Twingo (2014-...)
6.5 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Habitalidade
Agilidade em cidade
Espaços de arrumação
Contras
Insonorização
Capacidade da bagageira
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção7
Desvalorização6
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira6
Segurança7
Conforto6.5
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico6.5
Performance6
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