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Black Series, o mais potente dos AMG GT
Com uns incríveis 730 cv de potência o Mercedes-Benz AMG GT Black Series é o mais potente dos AMG GT, se considerarmos só os modelos de produção, e foi agora apresentado pela marca germânica em todo o seu esplendor.
Basta olhar para este AMG GT Black Series para perceber que algo “monstruoso” foi criado pelos engenheiros e técnicos da AMG. Debaixo daquele capot está nada mais nada menos que a última versão do motor V8 com 4.0 litros de capacidade com uns impressionantes 730 cv de potência e 800 Nm de binário que conseguem levar este desportivo dos 0 aos 100 km/h nuns singelos 3,2 segundos, dos 0 aos 200 km/h em menos de 9 segundos e lhe dão uma velocidade máxima de 325 km/h, mais 7 km/h que os 318 anunciados para o AMG GT R.
Muito do seu desempenho é também conseguido pela atenção colocada na componente aerodinâmica deste AMG GT e portanto temos um difusor e uma imponente asa traseira em fibra de carbono gerida eletronicamente capazes de gerar 400 kg de downforce a 250 km/h.
O interior é claramente inspirado na realidade da competição e pode ser ainda mais radical se incluir o AMG Track Package em que nem uma estrutura estilo roll cage foi esquecida.
De momento ainda não há valores definitivos para o AMG GT Black Series, mas não deverá de andar longe de um montante em torno dos 250 mil euros. O que já se sabe é que já está disponível para encomenda.
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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“Fórmula Mágica” arranca hoje no Caramulo
O Museu do Caramulo abre hoje as portas ao público da sua exposição “Fórmula Mágica” dedicada aos monolugares da Fórmula 1, celebrando os 75 anos da categoria rainha do automobilismo.
Arranca hoje a exposição “Fórmula Mágica” que estará patente até ao dia 18 de outubro em dois pavilhões do complexo do Museu do Caramulo e os visitantes poderão ver ao vivo e a cores alguns dos modelos e objetos que fazem parte da história na Fórmula 1. Como grande destaque está o Lotus 97T com que Ayrton Senna conquistou a primeira vitória da sua carreira no circuito do Estoril em 1985, mas não é o único. Também poderão ser vistos o Ferrari F2005 de Michael Shumacher, o Williams FW14 de Nigel Mansell, o Lotus 100T de Nélson Piquet ou o Benetton B196 de Jean Alesi, entre outros.
Haverá ainda objetos expostos de vários pilotos como Juan Manuel Fangio, Gilles Villeneuve, Niki Lauda, James Hunt ou Alain Prost, por exemplo. A participação portuguesa na Fórmula 1 também marca presença com o Lotus 107B de Pedro Lamy e o Jordan EJ15 de Tiago Monteiro, o carro que deu a melhor classificação de sempre de um piloto português na Fórmula 1, um terceiro lugar em 2005 no Grande Prémio dos Estados Unidos. Além destes bólides, também estão expostos outros objetos destes dois pilotos e também de Nicha Cabral, o primeiro português na Fórmula 1 e de Pedro Matos Chaves.
A exposição segue o mesmo horário do museu, ou seja, está aberta de terça-feira a domingo entre as 10h00 e as 13h00 da parte da manhã e as 14h00 e as 18h00 da parte da tarde. O museu encerra à segunda-feira. O preço dos bilhetes é de 6€ dos 6 aos 15 anos, de 10€ para adultos e de 8,50€ para quem tenha mais de 65 anos. Para mais informações de bilheteira pode consultar a página do Museu do Caramulo aqui.
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