Notícias
Automóveis elétricos em 2020: vantagens e desvantagens
Rejeitados por uns e endeusados por muitos outros, os automóveis elétricos deixaram há muito de ser um assunto discutido de forma espaçada para se tornar um tema fraturante do nosso tempo. A pertinência destes veículos não é alheia à crescente popularidade da Tesla – ou de Elon Musk – e da discussão mais acesa em torno das questões ambientais, que cada vez mais ocupam a agenda política e social.
Não se percebe muito bem se estes serão os carros do futuro, se já são os carros do presente ou se todo este fenómeno não passa de uma tendência, que antecederá o aparecimento de uma tecnologia ainda mais inovadora. Certo é que a procura por carros elétricos tem aumentado bastante nas mais diversas geografias e existe ainda muita desinformação em redor do tema. Com efeito, é importante clarificar quais são as vantagens e desvantagens dos carros elétricos.
Vantagens
Amigos do ambiente: os automóveis elétricos são causadores de zero emissões de gases para a atmosfera e este é um tema cada vez mais valorizado nos países mais evoluídos, ao ponto de algumas cidades terem já restrições relativas à circulação de carros a combustão. Para além disso, os automóveis elétricos promovem também um status social interessante, já que é ainda um bem raro.
Incentivos: os carros elétricos não pagam parquímetro. Para além disso, existem incentivos fiscais agregados à aquisição de um carro elétrico e isenção do pagamento do Imposto Sobre o Veículo e do Imposto Único de Circulação. Estes incentivos funcionam na mesma base da também emergente indústria de jogos, em que a CasinotopsOnline descobriu que os sites oferecem incentivos para novos utilizadores, ou dos setores de entrega de comida e de livrarias online, cujas plataformas oferecem promoções constantes para gerar conversões.
Manutenção: os detentores de um carro elétrico sabem que os problemas com os travões, óleo do carro, filtros ou correias são bastante mais raros, já que este tipo de carro desgasta menos as peças. Tudo somado, isto significa menos surpresas indesejáveis na estrada e manutenção menos frequente, que se reflete em menos custos.
Desvantagens
Carregar as baterias: apesar do desenvolvimento tecnológico galopante conseguido pela Tesla, o mercado de carros elétricos ainda está numa fase inicial de maturação e o processo de carregamento do carro não é o mais eficiente. Apesar do aparecimento do carregamento ultra-rápido, não existem postos de carregamento em locais periféricos e o processo é bastante demorado.
Preço: a introdução dos carros elétricos no circuito comercial é ainda recente e isso reflete-se no preço. Os veículos têm um preço de venda alto e não estão ao alcance de qualquer carteira. Esse investimento dilui-se no longo prazo, mas as baterias destes carros têm uma autonomia relativamente curta e apresentam também preços proibitivos para o cidadão comum, constituindo uma barreira à massificação dos carros elétricos.
Mercado escasso: os carros elétricos são ainda pouco comuns, por isso não é fácil encontrar uma oficina que consiga resolver um hipotético problema com o carro. Para além disso, o processo de revenda do veículo é uma incógnita. Se a indústria de aquisição de carros novos está ainda num estágio tão embrionário, nem se pode falar de venda de carros usados.
Notícias
Luce, o primeiro Ferrari 100% elétrico já foi revelado
O Ferrari Luce já foi apresentado ao mundo e, independentemente do seu sucesso comercial, o facto de ser o primeiro modelo totalmente elétrico da marca italiana já faz com que ele tenha o seu lugar na história do construtor de Maranello.
O novo Ferrari Luce chega e promete ser o centro de muitas conversas, primeiro porque é um Ferrari, depois porque é o primeiro 100% elétrico da marca e por fim porque rompe com tudo o que já vimos da marca italiana.
Apresentado em Roma, Itália, na Vela di Calatrava, o Ferrari Luce é um modelo com mais de cinco metros de comprimento que tem ares de Grande Turismo e tem uma lotação de cinco lugares, uma estreia nos modelos de Maranello. O seu desenho tem a assinatura da LoveFrom que é liderada por Sir Jony Ive e Marc Newson, sendo o primeiro o criador do primeiro iPhone quando era o responsável pelo design da Apple.
A Ferrari apostou em desenvolver os principais componentes do Luce “em casa”, com tecnologia e produção própria, de forma a manter a sua independência, exclusividade e controlo de qualidade e isso resultou no registo de mais de 60 patentes neste Luce. Equipado com quatro motores elétricos este Ferrari tem uma potência combinada de 1050 cv e um binário de 990 Nm. O sistema elétrico é de 800 V e a bateria tem 122 kWh de capacidade. Com uma autonomia de 530 quilómetros o Luce acelera dos 0 aos 100 km/h nuns balísticos 2,5 segundos e dos 0 aos 200 km/h em 6,8 segundos tendo uma velocidade máxima de 310 km/h. Estes números são o resultado não apenas da potência e binário da solução motriz, mas também do trabalho aerodinâmico que foi feito e da contenção do peso que, apesar de ser de 2260 kg, resulta da adoção de soluções e materiais que advêm da experiência em competição da Ferrari.
O Ferrari Luce deverá começar a ser comercializado no próximo ano de 2027 e além do “título” de primeiro elétrico da Ferrari, ele também tem outro “título”… o de Ferrari de produção mais caro de sempre pois o seu preço deverá começar nos 550 mil euros.





Notícias
Nova plataforma da Stellantis dará para mais de 30 modelos
O grupo Stellantis revelou que irá ter uma nova plataforma denominada STLA One que virá substituir cinco plataformas já existentes e permitirá produzir 30 modelos das várias marcas que compõem o grupo.
Esta nova plataforma STLA One será lançada em 2027 e destina-se a modelos dos segmentos B, C e D. A modularidade do seu design permitirá ao grupo conseguir uma maior eficiência de custos, na ordem dos 20%, e servirá para mais de 30 modelos diferentes. O grupo estima que até 2035 serão utilizadas 2 milhões destas novas plataforma.
A STLA One vai ser a primeira que foi desenvolvida já para incorporar tecnologias tecnologia steer-by-wire, STLA Brain e STLA SmartCockpit e integra-se no plano da Stellantis para até 2030 ter metade do seu volume de vendas baseado apenas em três plataformas globais diferentes e que permitam uma reutilização de componentes na ordem dos 70%.
-
Motos2 semanas agoExposição de motos no Teatro Capitólio
-
Notícias2 semanas agoNovo Honda Prelude chega no verão e já tem preço
-
Notícias2 semanas agoEuropa vai apertar com emissões dos travões
-
Notícias2 semanas agoAudi recriou o Auto Union Lucca de 1935
-
Comerciais2 semanas agoMercedes-Benz Trucks celebra 30 anos do Actros e 130 anos de história nos camiões
-
Comerciais2 semanas agoScania anuncia motor Super 11L para transporte de passageiros
-
Notícias1 semana agoJaguar já tem nome para o seu novo modelo
-
Notícias1 semana agoAudi revela o interior do novo Q9



