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Novo BMW Série 4 divide opiniões
Devido às limitações que a precaução impõe nestes tempos de pandemia do vírus Covid-19, a BMW apresentou online o seu novo Série 4 e confirmou que o Concept 4 apresentado no Salão de Frankfurt do ano passado foi efetivamente a forte inspiração para as linhas deste coupé.
Obviamente que o primeiro elemento que salta à vista é a grelha frontal, o “eterno” duplo rim da BMW que neste Série 4 além de ter um formato diferente do habitual tem também umas dimensões enormes, o que tem dividido a opinião dos aficionados da marca e não só. Este novo desenho marca uma rotura com a linha a que a BMW nos habituou e as dúvidas em relação a esta grelha não são apenas fruto de uma certa resistência à mudança, são mesmo estéticas pois o seu formato não agrada a todos.
Já visto de perfil e olhando para a traseira, este BMW Série 4 é bem mais consensual, com uma silhueta típica de um coupé que termina em harmonia com a secção traseira bem conseguida.
No fundo a BMW acaba por afastar o Série 4 da imagem do Série 3 muito à conta da opção estética em torno da grelha frontal, o que se entende, mas veremos qual o veredicto do mercado.
Partilhando a mesma plataforma da BMW denominada CLAR e que é utilizada pelo Série 3, este coupé está mais comprido, largo e alto que a anterior geração do Série 4 e tem cerca de mais 41mm de distância entre eixos. Tem um centro de gravidade mais baixo, umas vias mais largas e mantém a tradicional distribuição de peso dos modelos da marca bávara de 50/50 entre os dois eixos.
Em termos de motores a BMW aposta nas unidades a gasolina com o M440i xDrive de tração integral a ser, para já, o mais potente com o seu motor de seis cilindros a debitar 347 cv de potência. Estarão ainda disponíveis o 430i com 258 cv e o 420i com 190 cv de potência, ambos a gasolina. Neste arranque do Série 4 no mercado a BMW aposta ainda no 420d a gasóleo com 190 cv e no próximo ano as opções Diesel deverão ser alargadas com a chegada do 430d com 286 cv. O sistema Mild Hybrid que incorpora um motor de arranque gerador com 48 volts capaz de adicionar uma potencia extra de 11 cv estará presente no M440i xDrive e nas versões Diesel.
No interior a lotação é de quatro lugares e este Série 4 adota algumas das tecnologias do Série 5 como o Head Up Display, o painel de instrumentos digital 3D ou o sistema de navegação. Além disso inclui o sistema de informação e entretenimento Live Cockpit Plus.
Este novo Série 4 chegará ao nosso país no próximo mês de Outubro e os preços começam nos 49.500€ para o 420i. Segue-se o 420d por 52.800€, o 430i por 56.600€ e o M440i xDrive por 84.800. Em Março do próximo ano a gama deverá receber o 430d xDrive e o M440d xDrive
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Os preços do novo XPENG P7+
A marca chinesa XPENG continua a sua implementação no mercado nacional e agora reforça a sua gama com chegada da berlina elétrica XPENG P7+ que já tem preços definidos e já está disponível para entrega.
Com umas linhas fluídas e elegantes, o novo XPENG P7+ posiciona-se no segmento premium das berlinas elétricas oferecendo conforto, bom nível de equipamento e várias soluções tecnológicas que utilizam Inteligência Artificial para facilitar a vida ao condutor e melhorar o ambiente a bordo para todos os ocupantes.
O XPENG P7+ surge em três versões, duas com tração traseira, a RWD Standard Range com 245 cv de potência alimentada por uma bateria de 61,7 kWH e uma autonomia de 455 quilómetros e a RWD Long Range com 313 cv e uma bateria com 74,9 kWh, uma maior capacidade que lhe permite uma autonomia que ascende aos 530 quilómetros. Além destas duas propostas há ainda a AWD Performance que tem tração integral, uma potência de 503 cv, uma bateria de 74,9 kWh e uma autonomia de 500 quilómetros.
Em termos de preços a gama do XPENG P7+ fica assim alinhada:
XPENG P7+ RWD Standard Range – 46.997€
XPENG P7+ RWD Long Range – 50.997€
XPENG P7+ AWD Performance – 56.997€


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Condução autónoma vai ser testada em Portugal
Já a partir do próximo mês de julho vai entrar em vigor o regime de licenciamento de testes de condução autónoma nas estradas nacionais.
Ainda não é para já que teremos veículos a andar sozinhos nas nossas estradas, mas o diploma aprovado na Assembleia da República e agora publicado no Diário da República estabelece condições para o início dos testes de condução autónoma nas estradas portuguesas.
Segundo o texto do diploma, a condução autónoma irá “permitir a democratização da mobilidade, promovendo a inclusão de cidadãos impossibilitados de conduzir, por limitações de ordem física ou de outra natureza”, por exemplo, ao mesmo tempo que poderá criar novas realidade económicas e novas soluções de mobilidade individual e coletiva.
Como seria de esperar os testes não decorrerão sem regras e entre algumas restrições destaca-se a necessidade dos testes serem feitos por condutores e operadores com pelo menos seis anos de carta de condução e que nos últimos cinco não tenham cometido nenhuma infração. Os testes só serão feitos após a aprovação de um pedido prévio e nas vias onde sejam feitos serão aplicados os limites de velocidade estabelecidos pelo Código da Estrada, mas com uma diminuição de 20 km/h. Se a via for de 80 km/h no teste a velocidade permitida pelo veículo autónomo será de 60 km/h, por exemplo.
Os seguros aplicados a estes veículos terão uma cobertura quatro vezes superior à normal e os veículos utilizados devem ter um sistema de registo de dados onde todos os elementos importantes fiquem reportados.
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