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“Drive-Thru Strip Club” nasce por causa do Covid-19
Já aqui noticiámos como o conceito de Drive-in renasceu com a pandemia do Coronavírus pois minimiza o contacto entre as pessoas, permitindo ainda assim a que assistam a um filme ou a uma missa sem por em risco o distanciamento social. Pois esse conceito parece estender-se com sucesso a mais áreas da sociedade.
Com as regras impostas por alguns estados dos Estados Unidos por causa do Covid-19, vários estabelecimentos foram obrigados a fechar as suas portas e foi isso que aconteceu com o Lucky Devil, um clube de strip em Portland, no estado do Oregon, que teve de encerrar de um dia para o outro.
Como este clube também tinha serviço de restaurante, o seu proprietário, Shon Boulden, de imediato preparou a cozinha para servir refeições para fora. Contudo o negócio não havia forma de mostrar nenhuma vitalidade, até que num post no Twitter, em forma de desabafo, disse que se calhar era melhor colocar as bailarinas do clube a distribuir as refeições. De repente esse post tornou-se viral e ele percebeu que estava ali a solução.
Assim, além de criar o serviço “Food 2 Go-Go” em que as bailarinas fazem a distribuição das refeições aos clientes, Shon preparou também o clube com um espaço onde os automóveis podem passar e assistir a um show de pole-dance em modo Drive-thru.
Não há qualquer contacto entre os clientes e as bailarinas, sendo que estas estão devidamente equipadas e protegidas com máscara e luvas, tanto no serviço de entrega de refeições como no espetáculo no Drive-Thru.
Como sempre, as crises causam grandes problemas, mas também são um motor de criatividade e empreendedorismo e esta pandemia do vírus Covid-19 não é exceção.
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Os preços do novo XPENG P7+
A marca chinesa XPENG continua a sua implementação no mercado nacional e agora reforça a sua gama com chegada da berlina elétrica XPENG P7+ que já tem preços definidos e já está disponível para entrega.
Com umas linhas fluídas e elegantes, o novo XPENG P7+ posiciona-se no segmento premium das berlinas elétricas oferecendo conforto, bom nível de equipamento e várias soluções tecnológicas que utilizam Inteligência Artificial para facilitar a vida ao condutor e melhorar o ambiente a bordo para todos os ocupantes.
O XPENG P7+ surge em três versões, duas com tração traseira, a RWD Standard Range com 245 cv de potência alimentada por uma bateria de 61,7 kWH e uma autonomia de 455 quilómetros e a RWD Long Range com 313 cv e uma bateria com 74,9 kWh, uma maior capacidade que lhe permite uma autonomia que ascende aos 530 quilómetros. Além destas duas propostas há ainda a AWD Performance que tem tração integral, uma potência de 503 cv, uma bateria de 74,9 kWh e uma autonomia de 500 quilómetros.
Em termos de preços a gama do XPENG P7+ fica assim alinhada:
XPENG P7+ RWD Standard Range – 46.997€
XPENG P7+ RWD Long Range – 50.997€
XPENG P7+ AWD Performance – 56.997€


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Condução autónoma vai ser testada em Portugal
Já a partir do próximo mês de julho vai entrar em vigor o regime de licenciamento de testes de condução autónoma nas estradas nacionais.
Ainda não é para já que teremos veículos a andar sozinhos nas nossas estradas, mas o diploma aprovado na Assembleia da República e agora publicado no Diário da República estabelece condições para o início dos testes de condução autónoma nas estradas portuguesas.
Segundo o texto do diploma, a condução autónoma irá “permitir a democratização da mobilidade, promovendo a inclusão de cidadãos impossibilitados de conduzir, por limitações de ordem física ou de outra natureza”, por exemplo, ao mesmo tempo que poderá criar novas realidade económicas e novas soluções de mobilidade individual e coletiva.
Como seria de esperar os testes não decorrerão sem regras e entre algumas restrições destaca-se a necessidade dos testes serem feitos por condutores e operadores com pelo menos seis anos de carta de condução e que nos últimos cinco não tenham cometido nenhuma infração. Os testes só serão feitos após a aprovação de um pedido prévio e nas vias onde sejam feitos serão aplicados os limites de velocidade estabelecidos pelo Código da Estrada, mas com uma diminuição de 20 km/h. Se a via for de 80 km/h no teste a velocidade permitida pelo veículo autónomo será de 60 km/h, por exemplo.
Os seguros aplicados a estes veículos terão uma cobertura quatro vezes superior à normal e os veículos utilizados devem ter um sistema de registo de dados onde todos os elementos importantes fiquem reportados.
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