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“Drive-Thru Strip Club” nasce por causa do Covid-19
Já aqui noticiámos como o conceito de Drive-in renasceu com a pandemia do Coronavírus pois minimiza o contacto entre as pessoas, permitindo ainda assim a que assistam a um filme ou a uma missa sem por em risco o distanciamento social. Pois esse conceito parece estender-se com sucesso a mais áreas da sociedade.
Com as regras impostas por alguns estados dos Estados Unidos por causa do Covid-19, vários estabelecimentos foram obrigados a fechar as suas portas e foi isso que aconteceu com o Lucky Devil, um clube de strip em Portland, no estado do Oregon, que teve de encerrar de um dia para o outro.
Como este clube também tinha serviço de restaurante, o seu proprietário, Shon Boulden, de imediato preparou a cozinha para servir refeições para fora. Contudo o negócio não havia forma de mostrar nenhuma vitalidade, até que num post no Twitter, em forma de desabafo, disse que se calhar era melhor colocar as bailarinas do clube a distribuir as refeições. De repente esse post tornou-se viral e ele percebeu que estava ali a solução.
Assim, além de criar o serviço “Food 2 Go-Go” em que as bailarinas fazem a distribuição das refeições aos clientes, Shon preparou também o clube com um espaço onde os automóveis podem passar e assistir a um show de pole-dance em modo Drive-thru.
Não há qualquer contacto entre os clientes e as bailarinas, sendo que estas estão devidamente equipadas e protegidas com máscara e luvas, tanto no serviço de entrega de refeições como no espetáculo no Drive-Thru.
Como sempre, as crises causam grandes problemas, mas também são um motor de criatividade e empreendedorismo e esta pandemia do vírus Covid-19 não é exceção.
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Audi recriou o Auto Union Lucca de 1935
A Audi Tradition revelou em Itália a sua mais recente criação, ou recriação, o Auto Union Lucca de 1935, um modelo altamente aerodinâmico que bateu o recorde de velocidade nesse ano ao atingir os 326.975 km/h.
O Auto Union Lucca foi uma das armas que a a marca alemã desenvolveu na época de ouro do seu duelo com os flechas de prata da Mercedes-Benz nos anos 30 do século passado, no período que antecedeu a Segunda Guerra Mundial. Incrivelmente aerodinâmico e já testado em túnel de vento na altura, o Lucca tinha um coeficiente aerodinâmico de 0,43 o que para a época era um feito assinalável. Equipado com um motor de 16 cilindros em V turbocomprimido com 6.0 litros de cilindrada e alimentado por uma mistura de 50% de metanol, 40% de gasolina e 10% de tolueno, este Auto Union tinha uma potência de 500 cv. O seu peso ficava-se por apenas 980 kg.
Agora a Auto Tradition, divisão que trata dos clássicos da Audi, voltou a construir este Auto Union em parceria com os especialistas ingleses da Crosthwaite & Gardiner que praticamente construíram este Lucca totalmente à mão apenas baseados em desenhos técnicos e fotografias da época. Agora ao fim de três anos de construção ele foi apresentado em Itália e irá fazer uma volta na próxima edição do Goodwood Festival of Speed que terá lugar entre 9 e 12 de julho, onde então se poderá ver e, acima de tudo, ouvir esta incrível máquina de outrora so século passado.











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Europa vai apertar com emissões dos travões
A futura norma Euro 7 vai contemplar pela primeira vez a emissão de partículas dos travões e isso pode significar uma mudança tecnológica na indústria automóvel.
Até agora as normas que regulamentam as emissões poluentes dos veículos têm sido focadas nos gases de escape, mas a partir do final de 2026, altura em que a nova norma europeia Euro7 entra em vigor para a homologação de novos modelos, as partículas emitidas pelos sistemas de travagem também vão ser contempladas.
As novas regras irão definir que os modelos elétricos não poderão emitir mais de 3mg/km e os modelos a combustão até 3.500 quilos não podem ultrapassar as 7mg/km. Considerando os materiais utilizados hoje em dia nos travões, nomeadamente o ferro fundido dos discos essas metas serão muito difíceis de cumprir o que vai muito possivelmente levar a uma alteração tecnológica nos travões.
Várias marcas já estão a trabalhar nesse sentido e uma das soluções parece ser a utilização de aço inoxidável nos discos de travão. Será mais caro, mas a longevidade deste tipo de discos é também substancialmente maior.
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