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“Drive-Thru Strip Club” nasce por causa do Covid-19
Já aqui noticiámos como o conceito de Drive-in renasceu com a pandemia do Coronavírus pois minimiza o contacto entre as pessoas, permitindo ainda assim a que assistam a um filme ou a uma missa sem por em risco o distanciamento social. Pois esse conceito parece estender-se com sucesso a mais áreas da sociedade.
Com as regras impostas por alguns estados dos Estados Unidos por causa do Covid-19, vários estabelecimentos foram obrigados a fechar as suas portas e foi isso que aconteceu com o Lucky Devil, um clube de strip em Portland, no estado do Oregon, que teve de encerrar de um dia para o outro.
Como este clube também tinha serviço de restaurante, o seu proprietário, Shon Boulden, de imediato preparou a cozinha para servir refeições para fora. Contudo o negócio não havia forma de mostrar nenhuma vitalidade, até que num post no Twitter, em forma de desabafo, disse que se calhar era melhor colocar as bailarinas do clube a distribuir as refeições. De repente esse post tornou-se viral e ele percebeu que estava ali a solução.
Assim, além de criar o serviço “Food 2 Go-Go” em que as bailarinas fazem a distribuição das refeições aos clientes, Shon preparou também o clube com um espaço onde os automóveis podem passar e assistir a um show de pole-dance em modo Drive-thru.
Não há qualquer contacto entre os clientes e as bailarinas, sendo que estas estão devidamente equipadas e protegidas com máscara e luvas, tanto no serviço de entrega de refeições como no espetáculo no Drive-Thru.
Como sempre, as crises causam grandes problemas, mas também são um motor de criatividade e empreendedorismo e esta pandemia do vírus Covid-19 não é exceção.
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Volkswagen vai repensar ligação ao futebol
Atravessando uma forte crise que poderá levar a milhares de despedimentos pela Europa, o Grupo Volkswagen está a reestruturar-se e um dos passos dessa mudança pode ser o fim da ligação de algumas marcas do grupo com alguns clubes de futebol.
Todas as ligações que as marcas do Grupo Volkswagen têm com os clubes de futebol alemães vão ser analisadas e irá ser ponderada a sua manutenção ou não, em função do retorno que cada uma delas vale para os resultados e imagem do grupo.
Colocada de lado estará o Wolfsburgo, clube detido pela própria Volkswagen e que assim deverá continuar, contudo o patrocínio da Porsche ao Estugarda e da Audi ao Bayern Munique irão ser avaliados. A ligação destes dois clubes às respetivas marcas é histórica e além disso, há participação das mesmas nas ações destes dois clubes. A Porsche detém 10,4% do Estugarda e a Audi 8,3% do Bayern Munique. Já a participação de 20% da Volkswagen no FC Ingolstadt deverá manter-se e não ser alterada tal como a situação do Wolfsburgo.
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Mclaren recupera o seu primeiro modelo de estrada
O McLaren M6GT de 1969 foi o primeiro modelo de estrada desenhado por Bruce McLaren mas não passou de um protótipo. Contudo, foi ele que de certa forma definiu a base de inspiração para os futuros modelos de produção e agora a McLaren construiu de novo este M6GT com base nos desenhos e moldes do original.
Será no próximo Festival of Speed em Goodwood que o público poderá ver ao vivo e a cores este McLaren M6GT construido pela McLaren Special Operations. O modelo original foi feito por Bruce McLaren como primeiro passo em direção à criação de uma gama de modelos de produção, algo que só muitos anos depois viria a ser concretizado já com o McLaren F1.
Em 1969 nasceu o M6GT, um desportivo de linhas fluídas aerodinâmicas e elegantes baseado no chassis do McLaren M6A Can-Am, de competição. Contava com um motor V8 small block da Chevrolet com 5.7 litros de cilindrada e cerca de 370 cv de potência. Só seria construído o protótipo por Bruce McLaren, mas este passaria a ser o carro com que o britânico se deslocava para reuniões ou para os circuitos.
Numa espécie de tributo às origens da ideia da McLaren passar das pistas também para a estrada, a divisão McLaren Special Operations pegou num chassis original de um M6A, tal como Bruce McLaren também havia feito, no mesmo motor V8 e utilizando os desenhos e os próprios moldes criados na altura para o M6GT jogou mãos à obra e deu de novo vida a este desportivo. Depois do modelo original ter sido abandonado pela McLaren em 1970, após a morte trágica de Bruce McLaren num acidente quando testava o M8D precisamente na pista de Goodwood, o construtor britânico recupera agora o M6GT preservando um legado icónico da McLaren.









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