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Fábricas começam a regressar à atividade
Após as medidas que levaram à redução do trabalho e paragem das linhas de várias fábricas nacionais ligadas ao sector automóvel devido à pandemia do vírus Covid-19, estas unidades começam agora a dar os primeiros passos em direção ao regresso à atividade.
Depois de terem estado com algumas equipas a ajudar na luta contra o Coronavírus através da produção de máscaras e equipamentos de proteção para vários hospitais e técnicos de saúde, as fábricas começam agora a avançar no sentido de regressar à laboração.
Naturalmente que esse regresso implica ainda medidas de segurança específicas para fazer frente a este complexo momento que o mundo atravessa, de maneira a garantir a máxima proteção dos funcionários. Assim, nalgumas unidades será implementado o uso obrigatório de máscara, os trabalhadores terão sessões de esclarecimento, a área de trabalho será adaptada para garantir a distância de segurança entre os trabalhadores, as várias zonas de laboração serão desinfetadas e limpas frequentemente e serão feitas auditorias sanitárias para verificar que tudo está pronto para arrancar com o trabalho, por exemplo.
A fábrica da Renault em Cacia já começou a laborar seguindo estes passos e a Volkswagen na Autoeuropa também planeia reiniciar parte da atividade na próxima semana. Também a fábrica do Grupo PSA em Mangualde se prepara para voltar ao ativo e apesar de não ter uma data definida para tal, neste momento estão a decorrer as negociações finais entre a administração e a comissão de trabalhadores tendo já ambas as partes concordado com as condições de segurança estabelecidas.
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O Google Maps dos romanos
O Império Romano foi o grande responsável pela criação de uma importante rede viária que ligava grande parte da Europa a Roma e agora essa rede pode ser consultada ao estilo do Google Maps.
O engenheiro e historiador holandês René Voorburg criou o Omnesviae, uma espécie de Google Maps que permite saber como era a rede viária no tempo dos romanos e até saber qual o melhor trajeto e distância para ir de uma cidade a outra.
Este “navegador” é baseado no trabalho do historiador Richard Talbert sobre a Tabula Peutingeriana, que era uma cópia dos tempos medievais do mapa que mostrava a rede viária oficial do Império Romano, complementado pelo Itinerário Antonino que é outro documento representativo das vias romanas.
No Omnesviae é possível definir o ponto de partida e o destino que tal como no Google Maps ele define o trajeto mais curto considerando as vias existentes na época. Curioso verificar que colocando o nome atual das localidades o Omnesviae quando define o trajeto “traduz” o nome das mesmas para o nome romano (quando possível). Assim de Lisboa a Madrid, segundo o Omnesviae, vamos de Olisipona a Miaccum.
É sabido que todos os caminhos vão dar a Roma, mas se calhar o Omnesviae, que pode consultar aqui, teria dado muito jeito aos habitantes do Império Romano naquele tempo.
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“Fórmula Mágica” arranca hoje no Caramulo
O Museu do Caramulo abre hoje as portas ao público da sua exposição “Fórmula Mágica” dedicada aos monolugares da Fórmula 1, celebrando os 75 anos da categoria rainha do automobilismo.
Arranca hoje a exposição “Fórmula Mágica” que estará patente até ao dia 18 de outubro em dois pavilhões do complexo do Museu do Caramulo e os visitantes poderão ver ao vivo e a cores alguns dos modelos e objetos que fazem parte da história na Fórmula 1. Como grande destaque está o Lotus 97T com que Ayrton Senna conquistou a primeira vitória da sua carreira no circuito do Estoril em 1985, mas não é o único. Também poderão ser vistos o Ferrari F2005 de Michael Shumacher, o Williams FW14 de Nigel Mansell, o Lotus 100T de Nélson Piquet ou o Benetton B196 de Jean Alesi, entre outros.
Haverá ainda objetos expostos de vários pilotos como Juan Manuel Fangio, Gilles Villeneuve, Niki Lauda, James Hunt ou Alain Prost, por exemplo. A participação portuguesa na Fórmula 1 também marca presença com o Lotus 107B de Pedro Lamy e o Jordan EJ15 de Tiago Monteiro, o carro que deu a melhor classificação de sempre de um piloto português na Fórmula 1, um terceiro lugar em 2005 no Grande Prémio dos Estados Unidos. Além destes bólides, também estão expostos outros objetos destes dois pilotos e também de Nicha Cabral, o primeiro português na Fórmula 1 e de Pedro Matos Chaves.
A exposição segue o mesmo horário do museu, ou seja, está aberta de terça-feira a domingo entre as 10h00 e as 13h00 da parte da manhã e as 14h00 e as 18h00 da parte da tarde. O museu encerra à segunda-feira. O preço dos bilhetes é de 6€ dos 6 aos 15 anos, de 10€ para adultos e de 8,50€ para quem tenha mais de 65 anos. Para mais informações de bilheteira pode consultar a página do Museu do Caramulo aqui.
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