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Mercedes Classe E (2002-2010)

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O Mercedes Classe E sempre foi um dos modelos emblemáticos da marca alemã. Senhor de um conforto acima da média ao qual sempre teve associada uma imagem de estatuto e esta geração não foge à regra.

Estradista por natureza, o Classe E prefere as longas viagens ao ambiente urbano, mas mesmo aqui o seu conforto não sai beliscado. A sua plataforma e a afinação da suspensão e garantem-lhe sempre um trajeto feito nas nuvens.

O habitáculo é espaçoso e com uma envolvência refinada onde pontuam os bons materiais e uma elevada qualidade de construção que lhe dão uma boa imagem de robustez e também contribuem para o conforto geral pois revela-se bem insonorizado.

Ao volante, este Mercedes mostra-se talvez demasiado filtrado com os comandos algo vagos, o que é normal pois o seu foco é mesmo o conforto. A posição de condução é boa, o nível de equipamento é elevado e a bagageira é ampla na capacidade que oferece e se se tratar da carrinha então é gigante.

Motores

A gama de motores é vasta e começa nas unidades a gasolina com o 200 K com 163 cv, o 240 com 177 cv, o 280 com 231 cv, o 320 com 224 cv e o 350 com 272 cv.

Nas motorizações a gasóleo o Classe E conta com uma oferta que começa nos 200 CDi com 116 e 136 cv, os 220 CDi com 143 e 170 cv, o 250 CDi com 204cv, o 270 CDi com 177cv, o 280 CDi com 190 cv, o 320 CDi com 224 cv, o 350 CDi com 231 cv, e os 400 CDi e 420 CDi com 260 cv e 314 cv respetivamente.

Principais avarias e problemas

Algumas unidades equipadas com os motores Diesel CDi revelam problemas com o turbo e o sistema de injecção, sendo que no caso do 220 CDi também se verificaram falhas nos injetores.

Nalguns modelos com caixa automática chegou a haver a necessidade da sua substituição por problemas na mesma.

Em termos de eletrónica o Classe E pode apresentar variações de intensidade na iluminação do painel de instrumentos, alteração do visionamento das funções do computador de bordo sem razão aparente e falhas no sistema de rebatimento dos retrovisores.

Mercedes Classe E (2002-2010)
7.4 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Conforto
Qualidade
Bagageira
Contras
Custos de manutenção
Algumas falhas eletrónicas
Fiabilidade7
Custos de manutenção6
Desvalorização7.5
Qualidade dos materais8.5
Habitabilidade e bagageira8
Segurança8
Conforto8.5
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico6.5
Performance7
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Mercedes Classe A (2004-2012)

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Durante muitos anos o modelo de entrada na gama Mercedes, o Classe A da primeira geração conquistou o seu espaço apesar do arranque atribulado daquele que foi o primeiro modelo de tração dianteira da marca da estrela. Esta segunda geração surge muito mais refinada e consolidou a posição do nome Classe A no universo Mercedes.



Com o seu gene de pequeno monovolume premium, o Classe A oferece uma habitabilidade muito boa para os seus ocupantes e uma excelente posição de condução para quem vai ao volante.

A modularidade que oferece nos bancos traseiros e a boa capacidade da bagageira dão-lhe uma versatilidade que combina na perfeição com o seu espírito familiar, sendo capaz de dar uma boa resposta às mais variadas necessidades que surgem no dia a dia.

Muito fácil de conduzir, este Mercedes tem na cidade o seu habitat natural, mostrando-se ágil na realidade urbana. O conforto no entanto podia ser melhor pois a suspensão revela uma afinação muito focada no controlo dos movimentos da carroçaria o que a torna algo firme e isso permite que alguns ruídos e vibrações passem para o interior quando o piso está em pior estado. Também a insonorização podia estar num melhor nível.

Sendo um modelo de uma marca premium o seu preço considerando o seu segmento e os custos de manutenção não são dos mais apelativos.

Motores
A gama de motores disponível nesta geração do Classe A é vasta até porque ao longo do seu tempo de vida como produto recebeu evoluções nas motorizações. Assim na opções a gasolina este Mercedes conta com o 150 e 160 ambos com 95 cv, o 170 e o 180 também os dois com 116 cv, o 200 com 136 cv e o mais potente 200 T, unidade turbocomprimida com 193 cv.

Nas propostas Diesel o Classe A está equipado com a família CDI, nomeadamente com as motorizações 160 CDI com 82 cv, 180 CDI com 109 cv e o 200 CDI com 140 cv. Esta geração mostra-se um pouco ruidosa, mas apresenta bons consumos.

Principais avarias e problemas
Os motores a gasolina revelam-se unidades fiáveis e o mesmo pode ser dito em relação às motorizações Diesel. Apenas foram reportados alguns casos de problemas com o turbo nalgumas unidades com uma utilização citadina intensiva.

Certos modelos apresentaram anomalias na alavanca de regulação do apoio lombar do banco e nalgumas unidades produzidas entre setembro de 2004 e dezembro de 2005 verificou-se o surgimento de alguma corrosão na zona das portas, algo que foi corrigido pela marca.

Mercedes Classe A (2004-2012)
6.8 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Habitabilidade
Facilidade de condução
Qualidade de construção
Contras
Conforto
Insonorização
Custos de manutenção
Fiabilidade6.5
Custos de manutenção6
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais7
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7
Conforto6.5
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico7
Performance7
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Volkswagen Up (2011-…)

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O Volkswagen Up é um de três “irmãos” de uma família composta pelo Seat Mii e pelo Skoda Citigo e que representaram os modelos de entrada no universo das respetivas marcas do grupo germânico.



Sendo um puro citadino, o Up tem como grande vantagem o seu espaço interior uma vez que dentro do habitáculo nem parece ser um automóvel tão pequeno como é por fora. O espaço disponível para os ocupantes foi potenciado ao máximo e naturalmente isso teve um preço que foi um volume da bagageira algo reduzido. No entanto neste segmento também não se esperam grandes bagageiras.

Com um desenho muito simples o Up apresenta um interior espartano, mas muito funcional e, considerando que se trata de um citadino, ele até revela uma boa qualidade de construção. Mesmo sendo o modelo de entrada na marca, a aura premium está presente e infelizmente onde se sente mais é nos custos de manutenção que não são muito simpáticos.

Muito fácil de conduzir, com comandos diretos e uma boa estabilidade o Up até se revela confortável na forma como a sua suspensão lida com as irregularidades do piso. Pena é que esse conforto não se estenda à insonorização pois o motor tricilíndrico que lhe dá vida mostra-se algo ruidoso.

Além das propostas equipadas com este motor a gasolina a Volkswagen também apostou numa versão elétrica, o e-Up que foi apresentado em 2013 anunciando uma autonomia de 160 km com um motor elétrico capaz de debitar 82 cv de potência.

Motores
Além desta proposta elétrica a gama do Volkswagen Up é composta apenas por unidades a gasolina baseadas no bloco de 1.0 litros com três cilindros, mas com diferentes níveis de potência que começam nos 60 cv, passando pelos 68 cv (versão ECO) e terminando nos 75 cv.

Qualquer uma destas unidade mostra-se suficiente para lidar com os desafios do trânsito urbano, mas não se esperem milagres em estrada ou em viagens mais longas. os consumos ajustam-se ao caráter do Up e em média andam na casa dos 4,5 a 4,7 l/100km de acordo com dados da marca.

Principais avarias e problemas
Foram registados casos de alguns modelos em que as luzes de aviso acendiam no painel de instrumentos o que obrigou a uma reprogramação e até a uma verificação mais extensa do sistema elétrico.

A sonda Lambda também pode dar problemas e nos modelos equipados com caixa de velocidades robotizada esta pode ter de ser reprogramada por revelar algumas disfunções no seu funcionamento.

Já a caixa de velocidades manuais pode com o tempo revelar algumas dificuldades de engrenagem nalgumas relações podendo levar à substituição do próprio comando.

Volkswagen Up (2011-...)
6.9 Avaliação
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Pros
Conforto
Habitabilidade
Facilidade de condução
Contras
Ruído do motor
Capacidade da mala
Custos de manutenção
Fiabilidade7
Custos de manutenção6.5
Desvalorização7
Qualidade dos materais6.5
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7
Conforto7
Consumo combustível7
Comportamento dinâmico7
Performance6.5
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Audi Q3 (2011-2019)

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Lançado em plena fase de afirmação dos SUV compactos no mercado, o Audi Q3 veio juntar-se na disputa por um lugar ao sol com o seu caráter um pouco mais premium.



Muito sóbrio nas suas linhas exteriores, o Audi Q3 tem uma imagem requintada que se estende também ao interior onde a qualidade de construção e dos materiais não desilude.

A posição de condução é boa com várias regulações disponíveis para o condutor e bom espaço nos lugares dianteiros. O mesmo no entanto já não se verifica nos bancos traseiros onde a habitabilidade não é muito generosa. Além disso, também se poderia esperar um pouco mais de versatilidade considerando que se trata de um SUV que normalmente costumam apresentar soluções de arrumação mais alternativas.

Confortável em andamento este Q3 demonstra um bom controlo dos movimentos da carroçaria e uma boa resposta aos comandos do condutor. Não é dos melhores em termos de comportamento dinâmico, mas assegura um bom conforto para os ocupantes.

Tratando-se de um modelo com um cunho premium, não é de admirar que os seus custos de manutenção não sejam dos mais simpáticos.

Motores
Os motores que equipam o Audi Q3 garantem-lhe uma boa relação entre prestações e consumos e a gama começa com as propostas a gasolina onde se incluem o 1.4 TFSI com 125 e 150 cv e o 2.0 TFSI com 170, 190 e 21 cv de potência.

O bloco 2.0 TDI preenche a oferta Diesel nas suas versões com 120, 140, 150, 177 e 184 cv. Qualquer uma destas unidades com valores de consumos, anunciados pela marca, muito comedidos.

Principais avarias e problemas
Os motores TFSI podem evidenciar um consumo de óleo superior ao esperado ao passo que as unidades TDI a gasóleo podem apresentar fugas de líquido de refrigeração devido a problemas com a bomba de água.

Foram identificados casos de unidades com perdas de potência devido a anomalias na válvula EGR ou na bomba de injeção. A caixa S tronic pode tornar-se ruidosa e também pode apresentar fugas do fluido da caixa.

O compressor do ar condicionado nos modelos produzidos até 2013 pode deixar de funcionar. Os vidros elétricos também podem revelar falhas no seu funcionamento.

Audi Q3 (2011-2019)
7 Avaliação
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Pros
Conforto
Prestações
Qualidade de construção
Contras
Custos de manutenção
Versatilidade do interior
Fiabilidade7
Custos de manutenção6
Desvalorização6.5
Qualidade dos materais7
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7
Conforto7
Consumo combustível7.5
Comportamento dinâmico7.5
Performance7
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