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Curiosidades

Como funciona o motor

De forma muito simples, podemos dizer que o motor é o coração do automóvel.

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De forma muito simples, podemos dizer que o motor é o coração do automóvel. No léxico automóvel atual, há vários tipos de propulsão, mas, neste momento, vamos apenas focar-nos no motor de combustão. Ou, em termos mais técnicos, motor de pistões de movimento alternativo.

Bloco do motor
É aquilo a que chamamos a armação do motor e que pode ser em ferro, ou numa liga mais ligeira. Lá, encontramos os cilindros, os canais utilizados no sistema de refrigeração e, na zona inferior, o cárter. Na zona superior, onde acaba o bloco do motor, começa a cabeça do motor.

Cambota
Os movimentos movem-se em linha reta, num movimento transmitido pelas bielas, que é transformado em rotativo por intermédio da cambota. É assim que surge o binário.

Biela
A biela está junta com o pistão e tem como função transmitir os movimentos lineares do pistão em movimentos de rotação da cambota.

Pistão
Os pistões, ou pistons, tem um forma cilíndrica e andam para cima e para baixo dentro dos cilindros. É através da pressão gerada por este movimento que se cria energia. Para que este movimento seja perfeito, é importante haver uma lubrificação correta, pois não há folgas e, por isso, não pode haver resistência ao movimento. Regra geral, havendo folgas, quer dizer que as anilhas elásticas que estão colocados no topo do pistão, a que chamamos segmentos, não estão a cumprir a sua função.

Cilindros
É, de forma simples, o espaço onde se deslocam os pistões, guiando-os e evacuando o calor através do líquido de refrigeração que está suas paredes.

Cilindrada
É a soma de capacidade de todos os cilindros, que é individualmente calculada através do diâmetro interior do cilindro e da distância percorrida pelo pistão.

Cabeça do motor
Junta ao bloco por intermédio da junta da cabeça, alberga a câmara de combustão, as válvulas, a(s) árvore(s) de cames, as velas e os injetores.

Válvulas
Responsáveis pela respiração da câmara de combustão, abrem e fecham as mesmas.

Árvores de cames
As árvores de cames ativam as válvulas consoante as necessidades, através de uma corrente acionada pela cambota.


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Curiosidades

Rolls Royce Spirit of Ecstasy, uma história de amor e tragédia

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O logótipo da da Rolls-Royce resulta na duplicação da letra “R” e representa os nomes dos fundadores, Charles Rolls e Henry Royce:

O logótipo, apesar da sua simplicidade, constitui um dos símbolos mais marcantes no que toca a qualidade e luxo automóvel.

Além do logótipo, os automóveis deste fabricante também são decorados com o famoso “Spirit of Ecstasy”. Este sinal decorativo no capot dos veículos Rolls-Royce consiste na figura de uma mulher inclinada para a frente com os braços estendidos para trás e para cima, sobre a qual está colocada um pano de enrolar que percorre os seus braços, tomando a forma de asas.

Este símbolo significa o espírito deste automóvel:

– velocidade com ausência de vibração
– silêncio
– elevada potencia

Praticamente todos os Rolls-Royce utilizam esta decoração no capot como um símbolo de elegância e poder económico, o denominado “Espírito do êxtase” em tradução livre.

O famoso “Spirit of Ecstasy” também é conhecido por outro nomes mais afáveis como Silver Lady, Flying Lady ou Emily.

Este símbolo glorioso da RR constitui, na verdade, uma história de amor, a paixão misteriosa entre o notável Lorde de Beaulieu – John Walter Edward Douglas-Scott-Montagu, um homem abastado, e a sua namorada secreta (a modelo representada neste emblema). O nome dela é Eleanor Velasco Thornton.

Ela pertencia a uma classe social menos abastada, o que se tornou um obstáculo a que o amor entre os dois pudesse fruir e, por isso, o relacionamento deles permaneceu oculto por algum tempo.
John Walter acabou por sucumbir às pressões familiares e casou-se com Lady Cecil Victoria Constance, mas o seu amor secreto continuou, apesar de tudo.
Eleanor viria a falecer em 1915 num trágico naufrágio enquanto acompanhava o seu senhor a Índia, a 30 de dezembro de 1915, quando o SS Pérsia, na qual viajava com Montagu pelo Mediterrâneo a caminho da Índia, foi torpedeado sem aviso prévio pelo submarino alemão U-38, comandado por Max Valentiner. Montagu sobreviveu ao naufrágio.

John Walter acabaria por contratar o escultor Charles Robinson Sykes para esculpir o símbolo para colocar no seu RR, utilizando Eleanor como modelo (chamado “The Whisper”) “Spirit of Ecstasy”, o famoso adorno alado que embeleza quase todos os Rolls-Royce desde 1911.

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Curiosidades

Sabe qual é a cor preferida nos automóveis?

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No 67º relatório anual sobre as cores preferidas no mundo automóvel realizado pela Axalta o branco foi a cor favorita dos compradores automóveis, considerando dados recolhidos a nível mundial.

Pelo nono ano consecutivo aquele que pode ser considerada a cor mais “simples” foi a preferida nas escolhas dos compradores em todo o mundo. A seguir ao branco surgem o preto, o cinzento e o prata, sendo curioso verificar que esta última tem vindo na última década a cair paulatinamente nas preferências tento este ano saído do “pódio”.

Também é interessante analisar que estas quatro cores, o branco, preto, cinzento e prata representam cerca de 80% do total das escolhas de cores no universo automóvel. Na Europa os tons cinzentos são as cores prediletas e de certa forma o nosso mercado nacional confirma isso mesmo.

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Curiosidades

A história do logótipo da Ferrari contada pelo próprio Enzo Ferrari

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O logótipo da Ferrari consiste num retângulo amarelo com a bandeira de Itália e o famoso cavalo preto.

O cavalo foi pintado na fuselagem do avião de combate de Francesco Baracca – um aviador heróico da primeira guerra mundial.

Segundo Enzo : “No dia 23, conheci o conde Enrico Baracca, o pai do herói, e depois a sua mãe, a condessa Paulina, que me disse um dia: ‘Ferrari, ponha o cavalo empinado do meu filho nos seus automóveis. Isso lhe trará boa sorte’. O cavalo era, e ainda é, preto, e eu adicionei o fundo amarelo canário, que é a cor de Modena [local de nascimento de Enzo Ferrari]. ”

Em 1932, o escudo da Ferrari apareceu pela primeira vez nos Alfa Romeo da equipa Scuderia, no Grand Prémio de Spa.

Em 1947, no 125S – o primeiro automóvel produzido em Maranello, o cavalo empinado apareceu sobre fundo amarelo e sempre com a bandeira italiana no topo. No entanto, já não se encontra inserido num escudo, as letras S e F (Scuderia Ferrari) foram substituídas pela palavra Ferrari.

Assim, a marca Ferrari nasceu e, desde então, está presente em todos os automóveis de Maranello.

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