Ligue-se connosco

Avaliações Usados

Audi A3 (1996-2003)

Published

on

O primeiro Audi compacto foi uma aposta acertada da marca dos quatro anéis. Sucesso de vendas em todo o lado, sempre se destacou por uma imagem de requinte, elevada qualidade de construção e motores Diesel sem par na época. Por tudo isso, mesmo mais de 20 anos após o seu lançamento, continua a ser alvo de elevada procura e, por isso, tem mantém sempre a sua cotação em alta.

Apesar de disponibilizar algumas opções a gasolina, não são a escolha que recomendamos. O mais pequeno bloco, com 1,6 litros de capacidade, apresenta consumos relativamente elevados e prestações modestas. O mesmo acontece com o raro bloco 1.8 de 125 cv. A versão sobrealimentada, com 150 ou 180 cv, oferece performance obviamente superiores, mas os consumos também poderão ser desajustadas a quem procura um automóvel deste valor.

A melhor escolha é, sem dúvida, o fiável bloco 1.9 TDI, principalmente na mais onerosa derivação de 130 cv, capaz de consumos notáveis com prestações, ainda hoje, de excelente nível.

Principais problemas e avarias
No caso dos motores TDI fabricados entre 1998 e 1999, há relatos de problemas no turbocompressor. As perdas de potência registadas nos motores TDI do Audi A3 estão, regra geral, relacionadas com o deficiente funcionamento do medidor de massa de ar. No caso do motor 1.9 TDI de 130 cv, há relatos de problemas com os injetores.
Na climatização, há fusíveis algo frágeis. Frágeis são também os motores dos vidros elétricos.

Audi A3
7.4 Avaliação
8.4 Utilizadores (1 Votar)
Pros
Motores TDI
Imagem
Qualidade de construção
Contras
Resistência de alguns materiais do habitáculo
Espaço para o segmento
Motores a gasolina
Sumário
Não é por acaso que é um dos compactos mais desejados no mercado de usados. O Audi A3 é, mesmo para os padrões atuais, um automóvel muito bem construído, com excelentes qualidades estradistas e dono de uma forte imagem.
Fiabilidade7
Custos de manutenção7
Desvalorização9
Qualidade dos materais8
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7
Conforto7
Consumo combustível8
Comportamento dinâmico7
Performance7
O que dizem os proprietários Faça a sua avaliação
Sort by:

Seja o primeiro a fazer uma avaliação.

User Avatar
Verified
{{{ review.rating_title }}}
{{{review.rating_comment | nl2br}}}

Show more
{{ pageNumber+1 }}
Faça a sua avaliação

Your browser does not support images upload. Please choose a modern one

Continuar a ler
Clique para comentar

Deixe a sua resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Avaliações Usados

Skoda Fabia (2000–2007)

Published

on

A primeira geração do Skoda Fabia marca o renascimento da marca checa, uns anos depois de ter passado a ser controlada pelo Grupo Volkswagen. Partilhando a plataforma A04 com o Volkswagen Polo e com o Seat Ibiza, o Fabia colocava-se perante estes com a opção mais clássica e, ao mesmo tempo, mais pragmática. Ainda assim, em Portugal, foi o menos vendido.

O Skoda Fabia não apaixona pela sua imagem exterior, mas convence facilmente pela qualidade de construção e montagem, que se revela bastante sólida e robusta.

A habitabilidade é bastante boa para o segmento, com espaço em todos os sentidos, até na bagageira, ainda que o seu acesso não seja o melhor. O design do interior segue as linhas do exterior, apresentando simples e clássico. Os comandos estão todos bem localizados e a leitura dos instrumentos é simples. Não há falta de espaços de arrumação.

Os níveis de equipamento dividem-se em Classic, Comfort e Elegance, sendo que nem mesmo o Elegance é extraordinariamente equipado. As diferenças resumem-se mais aos acabamentos e pormenores estéticos.

Ao volante, a posição de condução é boa, até porque há regulação em altura para o banco e coluna de direção. Um pisar suave e uma condução bastante fácil, mesmo em manobras. A dinâmica é a esperada para o segmento em causa.

Motores

Em Portugal, a versão mais comum designa-se por 1.2, ainda que o motor tenha seja um quatro cilindros de 54 cv até meados de 2003 e um de três cilindros e 65 cv daí para a frente. O primeiro tem prestações tremendamente modestas, sendo apenas aconselhável se o orçamento não permitir mais. O segundo continua a ser mais indicado para uma utilização em circuito urbano, mas é bem melhor que o seu antecessor. Há algumas unidades com o bloco 1.4, nas versões de 75 e 100 cv, mas só aconselhamos esta última. São ambos algo gastadores, mas o segundo tem prestações bastante melhores. Igualmente popular é o bloco Diesel 1.4 TDI, também com três cilindros. Tem um funcionamento peculiar, mas boas prestações e excelentes consumos.

Principais avarias e problemas

Há relatos de quebras dos apoios do motor, por serem frágeis. Atenção aos canais de escoamentos da água da chuva e lavagens, que tendem a entupir e, desse modo, a provocar inundações no habitáculo.
Alguns problemas com a EGR no motor 1.2 de três cilindros.

Skoda Fabia (2000–2007)
6.2 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Robustez
Facilidade de condução
Espaço interior
Contras
Design algo anónimo
Imagem da marca
Prestações da maioria dos motores
Sumário
Menos comum que os seus primos, o Skoda Fabia não deixa de ser uma boa opção para quem procura um companheiro de dia-a-dia fácil de conduzir, espaçoso e com preço acessível.
Fiabilidade7
Custos de manutenção7
Desvalorização5
Qualidade dos materais6
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7
Conforto7
Consumo combustível6
Comportamento dinâmico5
Performance5
O que dizem os proprietários Faça a sua avaliação
Sort by:

Seja o primeiro a fazer uma avaliação.

User Avatar
Verified
{{{ review.rating_title }}}
{{{review.rating_comment | nl2br}}}

Show more
{{ pageNumber+1 }}
Faça a sua avaliação

Your browser does not support images upload. Please choose a modern one

Continuar a ler

Avaliações Usados

Mazda 3 (2009-2013)

Published

on

Não há muitos Mazda 3 usados disponíveis no mercado porque as vendas deste pequeno familiar não foram expressivas. Os poucos que existem garantem boa fiabilidade e uma manutenção reduzida, o seu maior trunfo.

Para quem procura um carro diferente dos que integram as marcas generalistas, o Mazda 3 é uma escolha a ter em conta. Tem um “look” desportivo, uma construção e acabamentos acima da média e uma boa valorização como usado, ou seja, é um carro que desvaloriza menos que os seus rivais.

A sua suspensão garante um bom comportamento dinâmico e uma condução muito agradável, mas penaliza o conforto por ser demasiado firme e em piso degradado até um pouco desconfortável. A direção é bastante direta e precisa e a travagem muito potente e eficaz.

Por dentro, o design não é apelativo, valendo pela funcionalidade e arrumação do tablier e consola que resulta agradável. As principais críticas acusavam o Mazda 3 de apresentar demasiados botões/comandos, inclusive no volante e dos plásticos da consola serem de qualidade inferior.

A habitabilidade traseira não é referência e acessibilidade também não. Não é fácil para um adulto de estatura elevada sentar-se no banco traseiro.

As versões mais vendidas em Portugal estavam equipadas com motores Diesel, em especial o 1.6 de 109 e 115 cv que oferecem uma condução económica, com alguma preguiça a baixos regimes.

Motores

A oferta de motores nesta geração do Mazda 3 é curta, tendo em conta que a marca japonesa nunca quis ter um leque muito alargado de propulsores. Como diz o povo por cá, “poucos mas bons”, e na realidade os motores da Mazda são bastante fiáveis.

A gasolina são três, o mais vendido em Portugal foi o 1.6 MZR de 105 cv, praticamente inexistente a venda dos motores 2.0 de 150 cv e 2.3 MPS de 260 cv.

Os Diesel centraram o foco no 1.6 MZ-CD de 109 e 115 cv, tendo ainda na oferta o 2.0 de 150 cv e 2.2 de 185 cv.

Principais avarias e problemas

A fiabilidade caracteriza este produto da Mazda em conjunto com custos de manutenção reduzidos.

Registaram-se nos motores 1.6 MZ-CD problemas com o filtro de partículas (FAP) devido a situações de regeneração em percursos muito curtos que o veículo realizava. No 2.2 MZ-CD foi encontrada uma falha num captor do turbo que implicava perdas de potência.

Ruídos parasitas no banco do condutor devido a uma placa de apoio do assento e foi registado apenas nas primeiras unidades da primeira série.

Fecho centralizado funcionava mal quando utilizada a chave sem comando à distância.

Mazda 3 (2009-2013)
8 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Fiabilidade
Custos manutenção
Comportamento dinâmico
Contras
Conforto
Plásticos interiores
Habitabilidade traseira
Fiabilidade9
Custos de manutenção9
Desvalorização8.5
Qualidade dos materais8
Habitabilidade e bagageira7
Segurança7.5
Conforto7
Consumo combustível8
Comportamento dinâmico8
Performance7.5
O que dizem os proprietários Faça a sua avaliação
Sort by:

Seja o primeiro a fazer uma avaliação.

User Avatar
Verified
{{{ review.rating_title }}}
{{{review.rating_comment | nl2br}}}

Show more
{{ pageNumber+1 }}
Faça a sua avaliação

Your browser does not support images upload. Please choose a modern one

Continuar a ler

Avaliações Usados

Volvo S40/V50 (2004 – 2012)

Published

on

Decorria o ano de 2004 quando a segunda geração dos Volvo S40/V50 – antes S40/V40 – se deu a conhecer. Nasceu sob a plataforma do Ford Focus, evoluiu a imagem exterior de forma discreta e renovando de forma evidente todo o habitáculo face à geração antecessora. Novos motores, numa inversão da aposta nos motores a gasolina para os Diesel.

Foi nesta altura que começámos a conhecer a linguagem estética para o habitáculo que, de certa forma, ainda podemos encontrar nos Volvo vendidos atualmente. Linhas direitas, minimalistas e igualmente modernas, ainda que a forma, por vezes, se sobreponha à função. Face à anterior geração, os materiais melhoraram bastante, assim como a montagem.

A habitabilidade melhorou, mas continuo a estar abaixo da média do segmento. No caso da carroçaria carrinha, V50, verifica-se também que a bagageira tem uma capacidade demasiado reduzida para os padrões da época.

Os níveis de equipamento dividem-se, literalmente, por três níveis: I, II e III. Mais tarde, as designações mudaram. A versão de acesso está bastante despida, contando apenas com os elementos de segurança e o ar condicionado. Para ter cruise control, por exemplo, é necessário ir para uma versão equipada.

Ao volante, a posição de condução é boa, assim como o conforto, que faz jus à boa escola sueca. Tudo suave e silencioso. A dinâmica não entusiasma, mas é suficientemente segura.

Motores

Além da plataforma, o Ford Focus e o Volvo S40/V50 partilham também diversos motores, com destaque para os Diesel 1.6 (110 cv) e 2.0 (136 cv), assim como o 1.6 a gasolina de 100 cv. Menos comuns no mercado português são os exclusivos Volvo 1.8 de 120 cv e T5 de 220 cv, ambos a gasolina.
Qualquer um dos Diesel oferece prestações suficientes, ainda que seja preferível optar pelo mais potente.
Os motores a gasolina desaconselhamos, pois o 1.6 tem prestações modestas, e o 1.8 e T5 têm consumos excessivos.
Em 2009, o motor 1.6 Diesel surge numa versão DRIVe, que garante melhores consumos e que, um ano depois, recebeu o sistema stop/start.

Principais avarias e problemas

Problemas com os motores 1.6 e 2.0 Diesel divididos por: válvula EGR, software e elementos elétricos.

Volvo S40/V50 (2004 - 2012)
6.7 Avaliação
0 Utilizadores (0 Votos)
Pros
Imagem
Qualidade de construção
Conforto
Contras
Habitabilidade
Equipamento de série
Capacidade da bagageira na V50
Sumário
Solidez, conforto e boa imagem é aquilo que o Volvo S40/V50. Com uma plataforma de um pequeno familiar, a habitabilidade ressente-se.
Fiabilidade6
Custos de manutenção6
Desvalorização6
Qualidade dos materais8
Habitabilidade e bagageira5
Segurança8
Conforto8
Consumo combustível6
Comportamento dinâmico7
Performance7
O que dizem os proprietários Faça a sua avaliação
Sort by:

Seja o primeiro a fazer uma avaliação.

User Avatar
Verified
{{{ review.rating_title }}}
{{{review.rating_comment | nl2br}}}

Show more
{{ pageNumber+1 }}
Faça a sua avaliação

Your browser does not support images upload. Please choose a modern one

Continuar a ler
Publicidade

Estamos no Facebook

Para ler

Newsletter

Em aceleração