Aquela que será a sexta geração do Renault Clio apresenta uma estética radicalmente diferente dos seus antecessores, marcada por uma frente bem distinta e vem tentar manter o sucesso de vendas do atual modelo.
O nome Clio tem sido uma espécie de “cavalo de batalha” da Renault pois ao longo de todas as suas gerações sempre foi um modelo que liderou o seu segmento ou estava na luta por essa liderança. Agora nesta sexta geração a marca gaulesa aposta numa mudança bem marcada na estética do Clio e basta olhar para ele para percebermos que esteticamente as ligações com os seus antecessores são poucas ou nenhumas.
Tudo começa com uma frente com uma grelha marcada não só pelo seu formato como também pelo próprio padrão de losangos que replicam o próprio logótipo. O formato da grelha também define a forma do capot com linhas centrais bem vincadas. Na traseira destacam-se os conjuntos óticos que não são um só elemento, mas sim elementos separados.
No interior as linhas são modernas e estilizadas e a zona dianteira é dominada pelos dois ecrãs de 10,1 polegadas que estão juntos, sendo um para a instrumentação e o outro para informação e entretenimento. Espaçoso quanto baste, este novo Clio tem uma linha de cintura alta na zona dos bancos traseiros o que retira alguma luminosidade e sensação de espaço.
Esta geração do Clio não terá motorizações Diesel e surgirá com um motor a gasolina de três cilindros com 1.2 litros de cilindrada com 115 cv potência que na versão bi-fuel, gasolina e GPL, ascende aos 120 cv de potência. Além destas versões haverá também uma opção híbrida com um motor de 1.8 litros e um motor elétrico que lhe dão uma potência combinada de 159 cv.
A sua chegada ao mercado nacional está prevista para o início do próximo ano e estima-se que os seus preços deverão começar acima dos 22 mil euros, sendo que ainda não há dados concretos sobre isso da parte do construtor gaulês.








