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Novo Renault Clio muda radicalmente
Aquela que será a sexta geração do Renault Clio apresenta uma estética radicalmente diferente dos seus antecessores, marcada por uma frente bem distinta e vem tentar manter o sucesso de vendas do atual modelo.
O nome Clio tem sido uma espécie de “cavalo de batalha” da Renault pois ao longo de todas as suas gerações sempre foi um modelo que liderou o seu segmento ou estava na luta por essa liderança. Agora nesta sexta geração a marca gaulesa aposta numa mudança bem marcada na estética do Clio e basta olhar para ele para percebermos que esteticamente as ligações com os seus antecessores são poucas ou nenhumas.
Tudo começa com uma frente com uma grelha marcada não só pelo seu formato como também pelo próprio padrão de losangos que replicam o próprio logótipo. O formato da grelha também define a forma do capot com linhas centrais bem vincadas. Na traseira destacam-se os conjuntos óticos que não são um só elemento, mas sim elementos separados.
No interior as linhas são modernas e estilizadas e a zona dianteira é dominada pelos dois ecrãs de 10,1 polegadas que estão juntos, sendo um para a instrumentação e o outro para informação e entretenimento. Espaçoso quanto baste, este novo Clio tem uma linha de cintura alta na zona dos bancos traseiros o que retira alguma luminosidade e sensação de espaço.
Esta geração do Clio não terá motorizações Diesel e surgirá com um motor a gasolina de três cilindros com 1.2 litros de cilindrada com 115 cv potência que na versão bi-fuel, gasolina e GPL, ascende aos 120 cv de potência. Além destas versões haverá também uma opção híbrida com um motor de 1.8 litros e um motor elétrico que lhe dão uma potência combinada de 159 cv.
A sua chegada ao mercado nacional está prevista para o início do próximo ano e estima-se que os seus preços deverão começar acima dos 22 mil euros, sendo que ainda não há dados concretos sobre isso da parte do construtor gaulês.




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Crise no Médio Oriente pode trazer a Fórmula 1 para Portugal
A perigosa situação que se vive no Médio Oriente devido ao conflito dos Estados Unidos e Israel com o Irão poderá obrigar ao cancelamento das provas de Fórmula 1 no Bahrein e na Arábia Saudita e a solução para manter o calendário da competição poderá passar por Portugal.
A operação militar “Fúria Épica” desencadeada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão resultou num conflito que se estendeu aos países árabes vizinhos do Irão entre os quais o Bahrein e a Arábia Saudita que deveriam receber a Fórmula 1 no próximo mês de abril. A instabilidade na região e a incerteza quanto à duração desta crise leva os responsáveis da Federação Internacional do Automóvel (FIA), em conjunto com a proprietária dos direitos da Fórmula 1, a Liberty Media, a equacionarem o cancelamento destes dois Grandes Prémios e a sua substituição noutra localização. Neste contexto o Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, surge como uma forte solução pois, além de já estar no calendário de Fórmula 1 de 2027, ele tem a homologação máxima de Grau 1 da FIA e é um circuito muito bem visto tanto por pilotos como por equipas. A solução portuguesa surge como a mais rápida, simples e eficaz de concretizar pelo que é bem possível que venhamos a ter a Fórmula 1 em Portugal já em 2026.
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Novo Range Rover Velar será elétrico e bem diferente
Com a apresentação mundial agendada para o final deste ano, o novo Range Rover Velar promete surpreender muitos com a sua silhueta que ao que parece será mais baixa do que o habitual. Além disso, será uma proposta exclusivamente elétrica, o que também rompe com o passado.
O novo Velar será o primeiro modelo da Range Rover a estrear a plataforma Electric Modular Architecture (EMA) para modelos totalmente elétricos, plataforma essa que deverá também servir de base para o futuro Freelander. Utilizando uma arquitetura elétrica de 800 V, este novo Velar deverá começar a ser produzido em 2027 na fábrica de Halewood, no Reino Unido. De momento a marca ainda não avançou com muitos detalhes técnicos, mas estima-se que o novo Velar elétrico deverá estar equipado com baterias com uma capacidade entre os 80 kWh e os 100 kWh, capazes de uma autonomia entre 500 e 700 quilómetros.
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