Motos
Ducati e Lamborghini de mãos dadas
Duas das marcas italianas mais icónicas nas duas e nas quatro rodas juntaram o que de melhor sabem fazer no mundo da desportividade, tecnologia e exclusividade e assim nasceu a Ducati Panigale V4 Lamborghini.
Inspirada no Lamborghini Revuelto, o primeiro híbrido do construtor italiano que conta com um motor V12 e três motores elétricos que em conjunto lhe dão 1015 cv de potência, esta Ducati Panigale V4 Lamborghini tem como base a Panigale V4 S que representa o que de melhor a Ducati tem para oferecer.
Esta criação tem uma produção limitada a 630 unidades mais 63, denominadas Ducati Panigale V4 Lamborghini Speciale Clienti, que serão vendidas em exclusivo a clientes Lamborghini e neste caso estes poderão personalizá-la de acordo com o Lamborghini que já têm.
O Ducati Centro Stile em parceria com a Lamborghini desenharam esta V4 de forma a que ela partilhasse um conjunto de elementos do Revuelto, entre os quais, o desenho das suas jantes, o uso de fibra de carbono em vários elementos e a própria decoração. Em termos de números, esta Ducati surge está mais potente, chegando aos 218 cv, graças a uma nova afinação do motor e a uma ponteira Akrapovic em titânio. Além disso, ela “emagreceu” dois quilos graças à utilização dos elementos em fibra de carbono e o seu peso fica-se nos 185 quilos.
As entregas começarão em setembro deste ano e os clientes receberão a sua Ducati Panigale V4 Lamborghini numa caixa de madeira específica desta edição onde encontrarão uma capa e um cavalete também eles exclusivos desta Ducati Lamborghini. Estes clientes também poderão comprar um fato, blusão e capacete únicos deste modelo para completar todo o conjunto.





Motos
Boas indicações para Miguel Oliveira
Nos testes do WSBK que decorreram no circuito de Philip Island durante dois dias o piloto português foi sempre melhorando a sua adaptação e prestação aos comandos da BMW M 1000 RR e no final terminou os testes com o sétimo tempo de todos os participantes o que deixa boas perspetivas para o que aí vem.
Foram dois dias em que o “Falcão” conseguiu ter boas condições climatéricas em pista para explorar a sua BMW e conseguir desenvolver um trabalho consistente com a equipa. O circuito australiano de Phillip Island foi o palco deste testes para as equipas do Campeonato Mundial de Superbikes (WSBK) e no primeiro dia Miguel Oliveira fechou a sessão com o 11º melhor tempo, fazendo 1m30s620, menos 1,2 segundos aproximadamente que o líder da sessão, o italiano Nicolò Bulega na sua Ducati. Já no segundo dia Miguel Oliveira conseguiu um tempo de 1m29s676, quase menos um segundo que o seu tempo do dia anterior, o que viria a colocá-lo com o sétimo melhor tempo destes testes. Ainda assim ficou a um segundo de Bulega que voltou a dominar o segundo dia de testes.
Tendo ficado à frente do seu colega de equipa, Danilo Petrucci, Miguel Oliveira teve uma prestação em crescendo e que termina dentro do “top ten”, algo que deixa boas indicações para o futuro no campeonato que arranca já amanhã neste circuito australiano.
Motos
FIM vai inaugurar “museu das campeãs”
A Federação Internacional de Motociclismo vai inaugurar oficialmente ao público no próximo dia 18 um museu onde só estão máquinas campeãs de motociclismo, um espaço que promete ser um local de romaria para todos os apaixonados pelas duas rodas.
Dá pelo nome de FIM Racing Motorcycle Museum e está situado nos arredores de Genebra, na Suíça, num edifício que foi no passado a sede da Federação Internacional de Motociclismo (FIM). Neste museu foram reunidas apenas motos que foram campeãs nas várias modalidades do motociclismo e falamos de verdadeiras campeãs, não réplicas. Estas motos foram mesmo conduzidas por campeões e estão repletas de história, vitórias e emoções de várias épocas marcantes do motociclismo mundial.
Neste museu das motos de competição podemos acompanhar a evolução histórica e também técnica ao longo dos tempos. Por exemplo encontramos a vencedora do primeiro Campeonato Mundial de 500cc que se disputou em 1949 e que foi ganho pela AJS Porcupine de Leslie Graham, ou a Honda RC166 de 1967 de Mike Hailwood até às vencedoras das temporadas de 2025 de MotoGP, WSBK, Rally-Raid, EnduroGP ou MXGP, TrialGP e Speedway GP. Todas as grandes categorias de desporto motorizado estão representadas num museu com uma coleção de mais de 40 motos distribuídas por nove espaços temáticos, 49 exposições, um arquivo da FIM e muita memorabilia.
De acordo com Jorge Viegas, o Presidente da FIM, o “Museu de Motociclismo de Competição da FIM é realmente uma coleção notável e passear entre as peças em exposição é como fazer uma viagem pela ilustre história das corridas de motociclismo, desde os seus primórdios até aos dias atuais. Muito mais do que apenas uma exibição de máquinas clássicas, o Racing Motorcycle Museum oferece aos visitantes uma visão valiosa e interativa da herança do desporto que todos amamos, ajudando a desenvolver uma melhor compreensão das emoções e inovações envolvidas”.
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