Comerciais
Krug Expedition Rhino XL é um verdadeiro rinoceronte sobre rodas
Gostaria de viver umas férias únicas numa autocaravana? Agora que vem aí o verão não seria má ideia. Então a Krug Expedition, situada em Schladming (Áustria), pode ter exatamente aquilo que procura. E, mais especificamente, uma autocaravana: a Project Rhino XL.

A Krug Expedition já tinha lançado o Rhino normal em 2022, baseado no Mercedes-Benz Atego, mas agora acrescenta mais um “tamanho”. Estamos a falar da versão XL, muito simplesmente. O novo Project Rhino XL 2024 é também baseado no Atego e oferece uma solução chave-na-mão com três variantes de disposição interior diferentes, incluindo duas variantes familiares e uma para uso profissional.

O Rhino XL está disponível em três configurações, o XL 175, o XL 200 e o XL Business. Cada veículo é meticulosamente concebido e fabricado internamente para garantir um processo de produção de alta qualidade até à sua conclusão.
A Krug Expedition fabrica cada módulo utilizando painéis de chapa metálica em sanduíche reforçados que proporcionam um excelente isolamento e possuem características de desempenho especificamente concebidas para evitar a condensação interior e requerer menos energia em ambientes extremamente frios ou quentes.

Numa alusão à robusta armadura do Rhino do mundo animal, a empresa também constrói as paredes e os painéis do teto de cada módulo XL com um laminado GRP “incrivelmente resistente e durável” que se diz ser excecionalmente resistente a danos.

O equipamento todo-o-terreno do Project Rhino XL 2024 inclui tração permanente às quatro rodas com três bloqueios de diferencial. O controlo anti-bloqueio dos travões ABS selecionável e um sistema opcional semi-automático de pressão dos pneus ajudam os viajantes a enfrentar terrenos difíceis imprevistos nas suas aventuras em estrada ou fora dela.

A barra de tejadilho é um complemento opcional para o Rhino XL e é montada no tejadilho da cabina, juntamente com uma barra de luz LED auxiliar para utilização em condições de baixa visibilidade.
Cada veículo está equipado com quatro pneus 365/80 R20 adequados a todos os tipos de terreno, tanto fora como dentro de estrada. O novo Project Rhino XL também dispõe de um espaço de arrumação impressionante, com cacifos robustos e uma grande área de garagem na traseira.
Os dois modelos maiores do Project Rhino XL incluem uma cama de casal fixa e dois beliches para espaço adicional para dormir. A cozinha do Project Rhino XL tem uma bancada prática, um lava-loiça em aço inoxidável, uma placa de indução Miele com duas zonas de cozedura e um conjunto opcional de louça e talheres.
Um frigorífico/congelador Vitrifrigo Slim 150 assegura que todos os alimentos perecíveis são bem armazenados para cada expedição.

Também está disponível como opção uma mesa de jantar deslizante, que pode ser facilmente convertida numa área de dormir adicional, se necessário. A bordo existe um pavimento em vinil impermeável e fácil de limpar. O depósito principal de água doce do Project Rhino XL tem uma capacidade de 545 litros para garantir a utilização de água limpa mesmo nas viagens mais longas.
A série mais pequena do Project Rhino começa nos 390.000 dólares, ou seja, 359.000 euros. Uma parte fixa das receitas de cada Rhino Line vendido reverte a favor da organização sul-africana de conservação da vida selvagem Nkombe Rhino.

Comerciais
Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter
Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.
Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.
“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.
Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.
Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.
Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.
Legislação
Respeitar a faixa de BUS
Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.
As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.
De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.
Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.
Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.
-
Notícias2 semanas agoAlpina tem uma nova imagem
-
Notícias2 semanas agoLamborghini não vai apostar nos elétricos
-
Notícias2 semanas agoKia K4 já chegou e já tem preços
-
Comerciais2 semanas agoUE enfrenta falta de 500 mil condutores profissionais do volante
-
Notícias2 semanas agoCuidado com os recall, dão chumbo na inspeção
-
Comerciais2 semanas agoVolkswagen ID. Buzz Cargo recebe versão mista de cinco lugares
-
Curiosidades2 semanas agoEsculpir a alma de um Fenomeno
-
Notícias1 semana ago2025 foi o segundo melhor ano da Autoeuropa

