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Maxus vai vender pick-up a gasóleo já em janeiro

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A Maxus prepara o reforço da sua ofensiva no mercado nacional com a chegada, em janeiro, da nova T60 Max, uma pick-up posicionada no quadrante superior do segmento graças à combinação de potência elevada, capacidades todo-o-terreno credíveis e um pacote tecnológico incomum nesta classe.

Representada em Portugal pela Astara, a marca continua a expandir a sua gama, agora com uma proposta Diesel que pretende responder tanto às exigências de utilização profissional como às necessidades recreativas.

A T60 Max destaca-se pelo motor 2.0 bi-turbo Diesel, que entrega 215 CV e 500 Nm, números acima da média entre as pick-up de cabina dupla comercializadas na Europa. Este bloco está acoplado a uma transmissão automática de oito relações, afinada para privilegiar a resposta com carga e a suavidade numa utilização diária.

A tração integral é permanente, com diferencial traseiro autoblocante, permitindo uma distribuição mais previsível em pisos de menor aderência. Os modos de condução Eco, Normal e Power ajustam a calibração de acelerador e caixa, ampliando o leque de utilização. A distância ao solo de 230 mm confirma a vocação para trilhos mais técnicos.

A carroçaria de cabina dupla — disponível em versões de três ou cinco lugares — apresenta proporções musculadas, reforçadas pelas jantes de 18’’, pelos faróis LED de série e pelos elementos funcionais como barras de tejadilho, estribos laterais e revestimento integral da caixa de carga. Em termos operacionais, a T60 Max oferece 1 050 kg de carga útil, 3 250 kg de peso bruto e capacidade de reboque até 3 500 kg, valores que a colocam entre as propostas mais capazes do segmento.

No habitáculo, a Maxus aposta numa abordagem mais premium do que é habitual em modelos de orientação profissional. Destacam-se os materiais suaves ao toque, os bancos em couro sintético aquecidos com regulação elétrica e o ambiente digital dominado pelo conjunto de dois ecrãs de 12,3’’ (instrumentação e infotainment). O sistema multimédia integra Apple CarPlay e Android Auto sem fios, carregamento por indução, saída a 220 V e três portas USB.

O pacote de segurança e ADAS é igualmente abrangente para a categoria, incluindo ACC, AEB, FCW, LKA, LDW, câmara 360º, controlo de estabilidade e tração, monitorização da pressão dos pneus e airbags frontais, laterais e de cortina.

A Maxus T60 Max chega ao mercado com um preço de entrada de 37 500 € + IVA, oferecendo garantia de 5 anos ou 160 000 km. Este lançamento insere-se numa fase de forte expansão da marca, que encerrará 2025 com 11 modelos disponíveis em Portugal — oito elétricos e três Diesel — apoiados por uma rede de 17 concessionários e 20 pontos de assistência.

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Volkswagen comemora os 70 anos da fábrica de Hannover

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A Volkswagen assinalou no dia 8 de março os 70 anos da sua fábrica de Hannover, uma das principais unidades de produção da Volkswagen Veículos Comerciais. Foi precisamente nesta fábrica alemã que, em 1956, começou a produção do lendário Volkswagen T1 Transporter, conhecido popularmente como “Pão de Forma”.

Atualmente considerada uma das fábricas automóveis mais modernas da Europa, a unidade prepara-se para atingir em 2026 a marca de 11 milhões de veículos produzidos. Segundo Oliver Blume, presidente do conselho de administração da Volkswagen AG, Hannover representa uma combinação entre tradição e inovação tecnológica, assumindo hoje um papel central na estratégia de mobilidade elétrica e autónoma do grupo.

A fábrica produz atualmente modelos como a Volkswagen Multivan (nas versões diesel e híbrida plug-in) e os elétricos Volkswagen ID. Buzz e Volkswagen ID. Buzz Cargo. Ao mesmo tempo, a unidade já iniciou a pré-produção de uma versão totalmente autónoma do ID. Buzz, cuja produção em série está prevista para 2027. Este modelo deverá tornar-se o primeiro veículo autónomo produzido em larga escala na Europa.


Além da aposta na mobilidade elétrica e autónoma, a Volkswagen está também a investir na sustentabilidade da fábrica. A estratégia inclui o uso exclusivo de eletricidade verde e uma central de cogeração a biomassa, com o objetivo de alcançar produção neutra em carbono até 2040.

A história da fábrica está intimamente ligada às várias gerações do Transporter, do T1 ao T6.1. Atualmente, a nova geração da gama assenta em três modelos principais: ID. Buzz, Multivan e Transporter/Caravelle. Só em 2025, o ID. Buzz registou um crescimento de vendas superior a 100%, enquanto a Multivan aumentou 31%.

Hoje, a fábrica de Hannover emprega cerca de 13 mil trabalhadores e ocupa uma área de aproximadamente 1,1 milhões de metros quadrados, mantendo-se como um dos pilares da produção da Volkswagen na Europa.

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Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter

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Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.

Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.

“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.

Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.

Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.

Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.

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