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Firefly é a nova aposta chinesa no nosso mercado
A Firefly é mais uma marca chinesa que acaba de chegar ao mercado português e arranca a sua atividade com um modelo elétrico com o mesmo nome, o Firefly, que promete fazer frente às propostas mais acessíveis.
A Firefly é uma marca que faz parte da chinesa NIO e que tem como objetivo propor ao mercado modelos elétricos a preço acessível. A sua primeira proposta no mercado português é o Firefly, um cinco portas que no mercado chinês é comercializado a um preço que ronda os 15.000€, mas em Portugal a sua versão mais acessível, o Firefly Select custará 30.900€, havendo ainda o Firefly Comfort, mais equipado que custará 32.490€.
Desenvolvido numa plataforma destinada a modelos totalmente elétricos, o Firefly conta com um motor elétrico posicionado na traseira capaz de debitar 143 cv de potência e 200 Nm de binário. Alimentado por uma bateria de 41,2 kWh, o Firefly tem uma autonomia de 33 quilómetros, segundo dados da marca.
Numa fase de lançamento o Firefly vai estar a um preço mais acessível, sendo que o Select custará 29.900€ e o Comfort 31.490€.



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Chama-se Striker e será a nova aposta da Dacia
O novo modelo da Dacia, a Striker tem apresentação agendada para o dia 10 de março, mas a marca romena já divulgou um pequeno vídeo teaser para aguçar a curiosidade para o dia da revelação.
A Striker será o novo topo de gama da Dacia e parece que a aposta vai recair numa carrinha com ares de crossover, já que é maior e mais alta que o atual Jogger, por exemplo e ao mesmo tempo tem uma altura ao solo ligeiramente maior que uma carrinha “normal”. Tal como toda a gama Dacia, também a Striker deverá ter um preço muito competitivo quando chegar ao mercado.
A apresentação está prevista para o dia 10 de março, mas para já a Dacia partilhou um vídeo teaser onde podemos ver alguns pormenores da nova Striker:
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Crise no Médio Oriente pode trazer a Fórmula 1 para Portugal
A perigosa situação que se vive no Médio Oriente devido ao conflito dos Estados Unidos e Israel com o Irão poderá obrigar ao cancelamento das provas de Fórmula 1 no Bahrein e na Arábia Saudita e a solução para manter o calendário da competição poderá passar por Portugal.
A operação militar “Fúria Épica” desencadeada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irão resultou num conflito que se estendeu aos países árabes vizinhos do Irão entre os quais o Bahrein e a Arábia Saudita que deveriam receber a Fórmula 1 no próximo mês de abril. A instabilidade na região e a incerteza quanto à duração desta crise leva os responsáveis da Federação Internacional do Automóvel (FIA), em conjunto com a proprietária dos direitos da Fórmula 1, a Liberty Media, a equacionarem o cancelamento destes dois Grandes Prémios e a sua substituição noutra localização. Neste contexto o Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, surge como uma forte solução pois, além de já estar no calendário de Fórmula 1 de 2027, ele tem a homologação máxima de Grau 1 da FIA e é um circuito muito bem visto tanto por pilotos como por equipas. A solução portuguesa surge como a mais rápida, simples e eficaz de concretizar pelo que é bem possível que venhamos a ter a Fórmula 1 em Portugal já em 2026.
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