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Alfa Romeo e Maserati “armam” Carabinieri
A ligação do Grupo Stellantis ao Corpo de Carabinieri não é de agora e desta vez foram fornecidos dois modelos de altas prestações destinados ao transporte de órgãos por parte da polícia italiana.
Ver um Alfa Romeo com as cores da polícia italiana é uma imagem que até remonta a memórias televisivas dos tempos de juventude ou infância, e essa ligação entre a marca italiana e os Carabinieri sempre se manteve. Agora os polícias italianos contam com um novo Giulia Quadrifoglio com 520 cv de potência destinado à missão de transporte de órgãos. Mas este não é o único desportivo a entrar ao serviço nesta função. Pela primeira vez na história da polícia italiana um Maserati também vai fazer parte da sua frota. Trata-se de um Maserati MCPURA com um motor V6 Nettuno biturbo capaz de debitar 630 cv de potência. Estes dois veículos foram devidamente equipados com os sistemas necessários para o transporte de órgãos e de sangue e também receberam novas pinturas de acordo com as cores do Corpo de Carabinieri.
Na cerimónia de entrega destes dois desportivos, o Comandante-Geral do Corpo de Carabinieri, o Gen. C.A. Salvatore Luongo, fez questão de referir que a parceria com a Stellantis representa “não apenas uma aliança entre a excelência automóvel italiana e a eficiência operacional institucional, mas um verdadeiro alinhamento de propósitos ao serviço da comunidade. A fiabilidade operacional destes veículos é uma ferramenta vital para salvar vidas. E quando falamos em salvar vidas, referimo-nos à missão mais elevada que uma instituição pode perseguir e ao serviço mais nobre que se pode oferecer à sua comunidade”.
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O adeus à AC Schnitzer
A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.
Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.
Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”
O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.
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Mais radares de velocidade média
O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.
Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.
A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.
Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.
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