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Este é o camião MAN com a maior quilometragem da Europa

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No âmbito do concurso «MAN Truck Max Mileage Master 2025», a MAN procurava o camião do leão com mais quilómetros percorridos… e encontrou-o!

O vencedor é um MAN TGX 18.360 de 2008 que soma 3.266.208 quilómetros, uma distância equivalente a cerca de oito viagens da Terra à Lua. O veículo pertence à Osthavelland Transport GmbH, de Helmut Heckmann, desde o primeiro quilómetro.

«Parabéns ao vencedor e os nossos sinceros agradecimentos a todos os que partilharam connosco o seu entusiasmo e as suas experiências com um camião MAN. Isso demonstra de forma eloquente a fiabilidade e a robustez dos veículos MAN no dia a dia, muitas vezes capazes de ultrapassar o milhão de quilómetros — afirma Friedrich Baumann, membro do Conselho de Administração e responsável por Vendas e Soluções para Clientes na MAN Truck & Bus.

Este ADN também está presente nos nossos modelos mais recentes, tanto nos veículos a diesel PowerLion, que se destacam pela sua rentabilidade, como nos nossos camiões elétricos de 12 a 50 toneladas, concebidos para qualquer tipo de aplicação. Os nossos clientes podem confiar plenamente na sua MAN».

O concurso, anunciado nas redes sociais e na Internet, era dirigido a todos os clientes da MAN na Europa com veículos fabricados a partir de 2007. Foram recebidas mais de 70 candidaturas — muitas delas com mais de um milhão de quilómetros no conta-quilómetros — correspondentes aos modelos fabricados entre 2007 e 2019.

A quilometragem total de todos os veículos participantes ultrapassou os 75 milhões de quilómetros, o que equivale a cerca de 100 viagens de ida e volta à Lua ou, por outras palavras, mais de 1800 voltas à Terra. Um número impressionante que destaca claramente a resistência e o desempenho da frota de camiões MAN na Europa, composta por cerca de 880 000 veículos. «Graças à boa qualidade, à manutenção adequada e a uma boa equipa humana, é possível evitar avarias. Os camiões são fiáveis na estrada»

O camião vencedor continua em funcionamento no transporte convencional de longa distância, com dois motoristas que se revezam ao volante. Esta utilização intensiva tornou possível atingir uma quilometragem tão elevada. «Fiquei curioso para saber se há outras empresas capazes de manter os seus camiões em serviço durante tanto tempo», explica o vencedor, Helmut Heckmann.

Graças à boa qualidade, à manutenção adequada e a uma boa equipa humana, é possível evitar avarias. Os camiões são fiáveis na estrada.» Como vencedor do concurso, agora poderá desfrutar de uma experiência exclusiva com o novo MAN eTGX: um tour pessoal pelos Alpes, formação ProfiDrive sobre eTrucks, uma visita guiada à fábrica de Munique e um lote de merchandising de primeira qualidade.

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Comerciais

Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter

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Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.

Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.

“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.

Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.

Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.

Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.

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Legislação

Respeitar a faixa de BUS

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Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.


As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.

De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.

Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.

Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.

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