Motos
Honda já fabricou 500 milhões de motos
Fundada em 1948 a Honda atingiu este ano o incrível número de 500 milhões de motos fabricadas ao longo de toda a sua história.
A marca criada por Soichiro Honda começou a produção em massa de motociclos no ano de 1949 com a sua Dream D Type e agora após 76 anos de produção em massa e de contribuir de forma única para a mobilidade no mundo, a Honda produziu o seu modelo 500 milhões. Tratou-se de uma Honda Activa que saiu da linha de montagem da fábrica da Honda Motorcycle and Scooter India Private Limited situada em Vittalpur, Gujurat, na Índia.
Sobre este marco histórico o Diretor, Presidente e Representante Executivo da Honda Motor Co., Ltd, Toshihiro Mibe, refere que “para a Honda, o setor das motos é o nosso “negócio fundador” e continuará a ser o setor principal da empresa. No mercado das motos, conseguimos conquistar a confiança dos clientes através dos nossos produtos e serviços, o que nos permitiu atingir este volume de produção acumulado de 500 milhões de unidades. Gostaria de agradecer aos nossos clientes e a todos os que participaram e, que de alguma forma, estiveram envolvidos na concretização deste fantástico marco, desde o desenvolvimento à produção, passando pelas vendas e pelo serviço pós-venda. A Honda continuará a aceitar o desafio de expandir a alegria dos nossos clientes em todo o mundo”.
A marca fez ainda uma resenha histórica de alguns dos seus principais momentos ao longo de todos estes anos:
- 1948 Fundação da Honda Motor Co., Ltd.
- 1949 Lançamento do primeiro modelo de moto completo, a Dream D-type
- 1958 Lançamento do primeiro modelo Super Cub, a Super Cub C100
- 1959 A Honda torna-se o maior fabricante de motos do mundo
- 1963 Início da produção de motos na Bélgica (primeira fábrica de motos acabadas fora do Japão)
- 1967 Início da produção de motos na Tailândia
- 1968 A produção global acumulada atinge 10 milhões de unidades
- 1969 A CB750 é colocada à venda
- 1971 Início da produção de motos na Indonésia
- 1971 Início da produção de motos em Itália
- 1975 A GL1000 Gold Wing é colocada à venda
- 1976 Início da produção de motos no Brasil
- 1979 Início da produção de motos nos Estados Unidos da América
- 1980 Início da produção de motos na Nigéria
- 1984 A produção global acumulada atinge 50 milhões de unidades
- 1986 A XRV650 Africa Twin junta-se à gama
- 1992 Início da produção de motos na China
- 1992 A CBR900RR FireBlade é posta à venda
- 1997 Início da produção de motos no Vietname
- 1997 A produção global acumulada atinge 100 milhões de unidades (marco alcançado em 48 anos)
- 2001 Início da produção de motos na Índia
- 2001 A Hornet 600 torna-se a primeira Honda de grande cilindrada produzida fora do Japão
- 2004 Pela primeira vez, a produção anual ultrapassa os 10 milhões de unidades
- 2005 A Honda apresenta a primeira aplicação de airbag do mundo para motos de produção na GL1800 Gold Wing
- 2008 A produção global acumulada atinge 200 milhões de unidades (marco alcançado em 2008; (marco alcançado em 11 anos a partir do marco de 100 milhões de unidades)
- 2009 A VFR1200F é apresentada no Salão Automóvel de Tóquio – a primeira moto com transmissão de dupla embraiagem do mundo
- 2013 Início da produção de motos no Bangladesh
- 2014 A produção global acumulada atinge 300 milhões de unidades (marco alcançado em 6 anos a partir do marco de 200 milhões de unidades)
- 2014 A Honda Super Cub torna-se a moto mais produzida da história (87 milhões de unidades, modelo vendido em 160 países)
- 2018 A produção anual acumulada ultrapassa pela primeira vez os 20 milhões de unidades
- 2019 A produção global acumulada atinge 400 milhões de unidades (marco alcançado em 5 anos a partir do marco de 300 milhões de unidades)
- 2022 A jornada de eletrificação da Honda começa na Europa, com a introdução da scooter EM1 e: que utiliza a tecnologia de baterias intermutáveis da Honda, Mobile Power Pack e: (MPP)
- 2022 A Fireblade celebra o seu 25º aniversário
- 2023 A Honda apresenta a sua tecnologia Honda E-Clutch
- 2024 A Honda apresenta a versão protótipo do seu primeiro modelo EV FUN de tamanho normal e o novo protótipo de motor V3 com compressor elétrico único
- 2025 A produção global acumulada atinge 500 milhões de unidades em 2025; (em seis anos a partir do marco de 400 milhões de unidades)
- 2025 A Gold Wing celebra o seu 50º aniversário
Fundação dos locais de produção global de motos Honda
- 1963, Bélgica
- 1967, Tailândia
- 1971, Indonésia
- 1976, Brasil
- 1976, Itália
- 1979, América do Norte
- 1980, Nigéria
- 1986, Espanha
- 1992, China
- 1997, Vietname
- 2001, Índia
- 2007, Perú
- 2013, Bangladesh
- 2013, Quénia
Notícias Motos
Flying Flea C6 quase no mercado
Aquela que é a aposta da Royal Enfield para entrar no mundo das motos elétricas, está pronta para entrar no mercado. A Flying Flea C6 será a primeira de uma gama de motos elétricas que terão o foco na eficiência energética embrulhada num estilo retro.
Herdando o nome “Flying Flea” da mítica moto de 125cc da Royal Enfiel que foi muito útil para as forças armadas britânicas na Segunda Guerra Mundial, a Royal Enfield criou esta “submarca” que será dedicada apenas a motos 100% elétricas.
O primeiro modelo é a C6 que a marca espera que entre em produção e distribuição ainda neste trimestre. Trata-se de uma moto com um estilo retro nas suas linhas e de aspeto leve e manobrável, ideal para o ambiente urbano com uma boa dose de estilo, o que é sempre relevante. O que também é relevante é o preço que ainda não foi definido para o mercado europeu, mas que no mercado indiano se estima seja de cerca de 2.500 euros, o que a torna numa proposta bem competitiva.
Ainda não há dados técnicos oficiais divulgados pela marca indiana, mas rumores indicam que a bateria terá uma capacidade a rondar os 5 kWh o que lhe dará uma autonomia na ordem dos 100 quilómetros. Além da C6 mais tarde será lançada a S6, que partilha da mesma base mecânica e elétrica mas que tem um estilo scrambler mais aventureiro.


Motos
Miguel Oliveira já acelera no WSBK
A primeira prova do Campeonato Mundial de Superbikes decorreu na Austrália e assistiu a um Miguel Oliveira “old school” a fazer as duas corridas longas de trás para a frente, partindo do último lugar da grelha e a terminar bem dentro dos dez primeiros.
Uma queda e problemas técnicos nas qualificações e na corrida Superpole complicaram a vida a Miguel Oliveira na sua primeira jornada de competição no WSBK, mas o piloto de Almada puxou dos galões e fez duas corridas como já lhe vimos fazer inúmeras vezes, recuperando lugares metodicamente até chegar aos pontos. No total, na corrida de sábado e na de domingo, o português da equipa ROKiT BMW Motorrad conseguiu recuperar 27 lugares, 13 no sábado e 14 no domingo, o que é obra! Ainda para mais se considerarmos que a corrida de domingo foi à chuva, o que complicou muito, mas ao mesmo tempo mostrando mais uma vez as competências de Miguel Oliveira para correr nestas condições de pista molhada.
Nesta jornada do Campeonato do Mundo de Superbikes no circuito australiano de Phillip Island começou com a uma qualificação infeliz pois uma queda logo no início da sessão colocou Miguel Oliveira no último lugar na grelha de partida. Mas, na corrida de sábado ficou demonstrado o seu bom andamento com a BMW M 1000 RR e paulatinamente, ultrapassagem após ultrapassagem o “Falcão” foi subindo lugares até terminar na oitava posição, à frente do seu companheiro de equipa Danilo Petrucci que terminou em décimo.
Na corrida Superpole um problema com o quickshift da M 1000 RR levou a que o português se limitasse a levar a moto até ao fim quando a duas voltas do término da corrida tinha conseguido ascender até ao nono lugar, o que iria melhorar a sua posição na partida para a segunda corrida longa. Infelizmente não o conseguiu e voltou a partir de último. Neste dia as condições em pista estavam complicadas com a chuva que se fez sentir e a segunda corrida não seria nada fácil para Miguel Oliveira, mas este conseguiu voltar a fazer uma prova metódica e segura, o que o levou a subir posições até ao sétimo lugar, logo atrás de Danilo Petrucci.
Com estes resultados Miguel Oliveira está no oitavo lugar da classificação geral do campeonato com 17 pontos, campeonato que ao fim desta primeira ronda na Austrália tem o italiano Nicolo Bulega da Ducati na primeira posição, fruto de um fim de semana perfeito onde venceu todas as corridas, somando 62 pontos.
A próxima jornada é no nosso país, no Autódromo Internacional do Algarve entre os dias 27 e 29 de março. Antes ainda haverá dois dias de testes para Miguel Oliveira no circuito de Portimão, o que irá ajudar bastante a continuar a sua familiarização à BMW M 1000 RR e ao desenvolvimento da moto.
-
Notícias2 semanas agoLamborghini não vai apostar nos elétricos
-
Notícias2 semanas agoKia K4 já chegou e já tem preços
-
Comerciais2 semanas agoUE enfrenta falta de 500 mil condutores profissionais do volante
-
Notícias2 semanas agoCuidado com os recall, dão chumbo na inspeção
-
Comerciais2 semanas agoVolkswagen ID. Buzz Cargo recebe versão mista de cinco lugares
-
Curiosidades2 semanas agoEsculpir a alma de um Fenomeno
-
Notícias1 semana ago2025 foi o segundo melhor ano da Autoeuropa
-
Notícias1 semana agoZeekr chega a Portugal pela mão da Salvador Caetano



