Motos
Novas medidas de segurança nas estradas para os motociclistas
Foi aprovada no parlamento uma resolução que visa a implementação de um conjunto de medidas nas estradas nacionais que têm por objetivo aumentar a segurança dos motociclistas.
Esta resolução foi aprovada por unanimidade e está relacionada com a abolição das inspeções periódicas a motociclos que, de acordo com as diretrizes da União Europeia, deveria ser complementada com medidas que promovam a segurança rodoviária e a redução da sinistralidade nos motociclos.
O texto final do Projeto de Resolução nº442/XVI/1ª que foi aprovado apresenta onze medidas que o Governo deverá implementar nas estradas nacionais e que aqui são descritas:
– Prevenção da utilização de materiais de escorregadios nas juntas de dilatação (espaços ou fissuras nas estradas — ou outras construções — que permitem que o material expanda e contraia) em todas as obras viárias futuras, incluindo reparações;
– Substituição gradual das juntas de dilatação existentes, de acordo com um cronograma estabelecido pela Infraestruturas de Portugal;
– Proibição da colocação de lombas redutoras de velocidade nas curvas e revisão dos critérios para a sua colocação, tendo em conta os riscos que estas representam para os motociclistas;
– Criação de sinais de trânsito específicos para os motociclistas, sobretudo para sinalizar linhas férreas, juntas de dilatação de pontes, grelhas e tampas metálicas;
– Criação de áreas especiais, «caixas» de segurança, para motociclos em cruzamentos e semáforos, de forma a que seja garantida uma maior visibilidade e um início de marcha sem interferência com os veículos automóveis;
– Implementação da Lei n.º33/2004, de 28 de julho, relativa à colocação proteções nas guardas de segurança (‘rails’), em todas as autoestradas e vias principais, contemplando a segurança dos veículos de duas rodas;
– Restrição do uso de balizadores metálicos (obstáculos verticais usados para delimitar as vias) nas vias, e a proibição da sua utilização em novas construções, bem como em zonas críticas que constituam um risco para os motociclistas;
– Responsabilização e fiscalização das entidades responsáveis pela manutenção, qualidade e segurança nas estradas;
– Criação e divulgação de uma campanha publicitária nos órgãos de comunicação social para a promoção do uso de motociclos, assim como a sensibilização dos restantes utilizadores das vias, condutores e peões, relativamente aos motociclos;
– Inclusão de elementos de sensibilização em relação à vulnerabilidade dos motociclistas nos programas de formação escolar de prevenção rodoviária;
– Melhorar a formação dos condutores de motociclos, no sentido de incluir módulos específicos que ensinem técnicas de condução defensiva, de travagem de emergência e de posicionamento correto no motociclo para efeitos de curvas.
Notícias Motos
Flying Flea C6 quase no mercado
Aquela que é a aposta da Royal Enfield para entrar no mundo das motos elétricas, está pronta para entrar no mercado. A Flying Flea C6 será a primeira de uma gama de motos elétricas que terão o foco na eficiência energética embrulhada num estilo retro.
Herdando o nome “Flying Flea” da mítica moto de 125cc da Royal Enfiel que foi muito útil para as forças armadas britânicas na Segunda Guerra Mundial, a Royal Enfield criou esta “submarca” que será dedicada apenas a motos 100% elétricas.
O primeiro modelo é a C6 que a marca espera que entre em produção e distribuição ainda neste trimestre. Trata-se de uma moto com um estilo retro nas suas linhas e de aspeto leve e manobrável, ideal para o ambiente urbano com uma boa dose de estilo, o que é sempre relevante. O que também é relevante é o preço que ainda não foi definido para o mercado europeu, mas que no mercado indiano se estima seja de cerca de 2.500 euros, o que a torna numa proposta bem competitiva.
Ainda não há dados técnicos oficiais divulgados pela marca indiana, mas rumores indicam que a bateria terá uma capacidade a rondar os 5 kWh o que lhe dará uma autonomia na ordem dos 100 quilómetros. Além da C6 mais tarde será lançada a S6, que partilha da mesma base mecânica e elétrica mas que tem um estilo scrambler mais aventureiro.


Motos
Miguel Oliveira já acelera no WSBK
A primeira prova do Campeonato Mundial de Superbikes decorreu na Austrália e assistiu a um Miguel Oliveira “old school” a fazer as duas corridas longas de trás para a frente, partindo do último lugar da grelha e a terminar bem dentro dos dez primeiros.
Uma queda e problemas técnicos nas qualificações e na corrida Superpole complicaram a vida a Miguel Oliveira na sua primeira jornada de competição no WSBK, mas o piloto de Almada puxou dos galões e fez duas corridas como já lhe vimos fazer inúmeras vezes, recuperando lugares metodicamente até chegar aos pontos. No total, na corrida de sábado e na de domingo, o português da equipa ROKiT BMW Motorrad conseguiu recuperar 27 lugares, 13 no sábado e 14 no domingo, o que é obra! Ainda para mais se considerarmos que a corrida de domingo foi à chuva, o que complicou muito, mas ao mesmo tempo mostrando mais uma vez as competências de Miguel Oliveira para correr nestas condições de pista molhada.
Nesta jornada do Campeonato do Mundo de Superbikes no circuito australiano de Phillip Island começou com a uma qualificação infeliz pois uma queda logo no início da sessão colocou Miguel Oliveira no último lugar na grelha de partida. Mas, na corrida de sábado ficou demonstrado o seu bom andamento com a BMW M 1000 RR e paulatinamente, ultrapassagem após ultrapassagem o “Falcão” foi subindo lugares até terminar na oitava posição, à frente do seu companheiro de equipa Danilo Petrucci que terminou em décimo.
Na corrida Superpole um problema com o quickshift da M 1000 RR levou a que o português se limitasse a levar a moto até ao fim quando a duas voltas do término da corrida tinha conseguido ascender até ao nono lugar, o que iria melhorar a sua posição na partida para a segunda corrida longa. Infelizmente não o conseguiu e voltou a partir de último. Neste dia as condições em pista estavam complicadas com a chuva que se fez sentir e a segunda corrida não seria nada fácil para Miguel Oliveira, mas este conseguiu voltar a fazer uma prova metódica e segura, o que o levou a subir posições até ao sétimo lugar, logo atrás de Danilo Petrucci.
Com estes resultados Miguel Oliveira está no oitavo lugar da classificação geral do campeonato com 17 pontos, campeonato que ao fim desta primeira ronda na Austrália tem o italiano Nicolo Bulega da Ducati na primeira posição, fruto de um fim de semana perfeito onde venceu todas as corridas, somando 62 pontos.
A próxima jornada é no nosso país, no Autódromo Internacional do Algarve entre os dias 27 e 29 de março. Antes ainda haverá dois dias de testes para Miguel Oliveira no circuito de Portimão, o que irá ajudar bastante a continuar a sua familiarização à BMW M 1000 RR e ao desenvolvimento da moto.
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