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Um Rolls-Royce inspirado no vilão Goldfinger
Demorou três anos a construir e é inspirado no Rolls-Royce Phantom de Goldfinger um dos mais carismáticos vilões dos filmes do agente secreto mais famoso do mundo, James Bond. Falamos do Rolls-Royce Phantom Goldfinger um modelo único da casa britânica.
Um dos filmes mais memoráveis da saga de James Bond é Goldfinger de 1964, onde um vilão tenta roubar o ouro de Fort Knox nos Estados Unidos. Inspirado no enredo do filme e no Rolls-Royce Phantom III de 1937 em que o “mau da fita”, Goldfinger, se desloca, esta criação única da marca de luxo britânica estima-se que custe aproximadamente 1,8 milhões de euros e está repleta de detalhes em ouro que apelam a toda a mística deste filme, filme esse que faz agora 60 anos.
Pormenores como a bandeja no banco de trás ter o mapa de Fort Knox gravado em ouro ou toda a zona do tablier ter uma textura inspirada num mapa topográfico com o traçado da sinuosa estrada Fulka Pass na Suiça realçado em ouro, evocando uma das cenas do filme onde 007 persegue Goldfinger.
Estes e muitos mais pormenores são descritos neste vídeo:
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Lisboa tem novos autocarros para zonas históricas
A Carris mostrou os seus novos miniautocarros totalmente elétricos que irão circular nas zonas históricas da capital e que carinhosamente apelidou de “manjericos”.
Com um custo de cerca de três milhões de euros enquadrados pelo PRR, esta frota de 15 miniautocarros destina-se a melhorar o serviço da Carris nas zonas históricas da cidade, tradicionalmente complexas pelas características das suas ruas. Na apresentação destes novos “manjericos” que decorreu no Parque da Serafina, em Monsanto, esteve presente o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas. O autarca referiu que sensivelmente 48% dos autocarros da Carris ainda são modelos a gasóleo, número que já é menor do que os 70% que existiam em 2021 prevendo-se que “em 2030, já não teremos autocarros a gasóleo”.
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Polestar vai ter mais comandos físicos
A Polestar vai deixar de apostar totalmente num desenho simplista e “limpo” no interior dos seus modelos e seguir a opinião dos seus clientes, passando a adotar comandos físicos para algumas funções importantes, reduzindo a necessidade de uso do ecrã táctil.
Numa entrevista à britânica AutoCar, Michael Lohschellero, o administrador-delegado da Polestar, referiu que a marca está atenta à opinião dos seus clientes e vai repensar a sua abordagem, passando a adotar botões físicos para o controlo de algumas funções do automóvel sem ter de recorrer tanto aos ecrãs tácteis.
Esta mudança poderá verificar-se já na renovação do Polestar 3 com a adoção de mais comandos físicos e a redução da dependência dos ecrãs, algo que vai de encontro ao desejo dos utilizadores, mas que também segue as recomendações de várias entidades ligadas à segurança rodoviária e à regulação do sector automóvel.
A melhoria da segurança e da ergonomia nos dias de hoje passa por reduzir a ligação excessiva do condutor aos ecrãs tácteis e permitir que ele comande certas funções do automóvel sem ter de retirar a sua atenção da estrada e nesse sentido os botões físicos continuam a ser a solução mais segura e funcional.
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