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Ford Trucks assinala marco histórico com venda do camião 500 à TJA

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Numa altura em que a Ford Trucks trabalha para colocar 2000 viaturas em circulação em território português, acaba de ser assinalada a venda do camião 500 a uma única empresa que foi também um dos primeiros clientes da Ford Trucks Portugal, a TJA – Transportes J. Amaral SA.



Em 2019, a Ford Trucks iniciou a sua atividade em Portugal e até hoje conta com um crescimento em volume sustentado, quer pela oferta variada das suas gamas quer pela relação próxima com os seus clientes, indo ao encontro das suas necessidades e expetativas.
Dando continuidade ao seu crescimento global, a Ford Trucks, que se tem expandido gradualmente pela Europa, entrou em Portugal há cinco anos, numa altura em que o modelo F-MAX foi premiado com o galardão Camião Internacional do Ano (ITOY).


A TJA foi um dos primeiros clientes com quem a Ford contactou e “que nos abriu de imediato as portas, nos recebeu com todo o profissionalismo a par de muita curiosidade para saber mais sobre o nosso projeto e sobre a nossa marca”, revela Bruno Oliveira, CEO da Ford Trucks Portugal.
A empresa que está numa trajetória de constante expansão e inovação, investiu recentemente na aquisição de mais 65 viaturas, o que demonstra o seu compromisso em fortalecer a sua relação de parceria com a Ford Trucks Portugal.


Esta relação iniciou-se em 2020 quando a TJA abriu um concurso para 100 viaturas. Por se tratar de uma marca nova, e recém-chegada a Portugal, a Ford Trucks apresentou uma proposta para 25 viaturas, ou seja, apenas 25% da totalidade do concurso. João Amaral, proprietário da empresa que conta com mais de 75 anos de experiência, revela que “logo que nos apresentaram essa possibilidade, iniciámos conversações e, dessas primeiras reuniões, surgiu o nosso primeiro teste com uma viatura.

No início, a escolha foi motivada pela novidade que a marca representava e pelas suas caraterísticas técnicas promissoras. Depois de um período de testes, o modelo F-MAX mostrou-se capaz de responder às nossas necessidades. Gostámos especialmente da solidez da marca, da proposta competitiva e da disponibilidade de stock consistente, além dos aspetos técnicos dedicados a esta viatura como o conforto, desempenho e habitabilidade”, salienta. Cinco das viaturas adquiridas começaram, entretanto, a operar na Europa.

A relação entre fornecedor e cliente foi crescendo, depressa evoluindo para uma verdadeira parceria. “A Oneshop, responsável pela importação da Ford Trucks para Portugal, passou a ter uma ligação muito próxima com a TJA e, com esta aliança trilateral TJA, Oneshop e Ford Trucks conseguimos alinhar objetivos e transformar esta colaboração num caso de sucesso no setor”, refere João Amaral.
Bruno Oliveira enaltece a importância desta relação que se estabeleceu entre a Ford Trucks e a TJA e esclarece a este propósito que “nós não vemos a TJA como um cliente, mas sim como um parceiro estratégico para a marca. Entregar 500 camiões a um único cliente resume bem toda a nossa atividade em Portugal.

Quer dizer que o produto correspondeu às expectativas do cliente, e também demonstra que a própria equipa esteve à altura das exigências e das necessidades de uma empresa como a TJA. Para mim é muito mais do que a entrega do camião 500. É efetivamente um resumo de todo o trabalho que foi feito pela nossa equipa, pela fábrica, e também pela qualidade dos próprios veículos”.

Para João Amaral, a aquisição do camião 500 representa “um marco extraordinário”. “Este feito não é apenas um número. É um testemunho da confiança inabalável que depositamos na Ford Trucks. Essa decisão reafirma o nosso compromisso firme em continuar a investir no futuro da nossa parceria, solidificando as bases de uma colaboração que se tem revelado frutífera e promissora. A escolha deste camião simboliza a nossa visão partilhada de crescimento e inovação, e estamos entusiasmados com as oportunidades que virão a seguir”, disse ainda.

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Portagens para camiões na UE passam a depender das emissões de CO₂ já este ano

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A partir de 1 de julho de 2026, alguns países da União Europeia começarão a calcular as portagens para camiões tendo em conta as emissões de CO₂ dos veículos. A medida faz parte da revisão da Diretiva Eurovinheta, que regula a forma como os Estados-Membros podem estruturar os sistemas de portagem para o transporte rodoviário de mercadorias.

Com esta alteração, o custo de utilização de determinadas infraestruturas passará a variar de acordo com o nível de emissões de cada veículo pesado. Na prática, o novo sistema reforça o princípio de que quem mais polui paga mais, incentivando a utilização de camiões mais eficientes e com menor impacto ambiental.

A revisão da diretiva introduz definições mais claras para classificar os veículos, incluindo categorias como veículos de emissões zero, veículos pesados de baixas emissões, bem como novos critérios para a trajetória de redução de emissões e para os valores de referência de CO₂. Estas classificações servirão de base para definir as tarifas de portagem aplicadas pelos diferentes países.

O Conselho da União Europeia pretende também harmonizar a aplicação das regras entre os Estados-Membros, propondo calendários mais claros para a introdução de novos grupos de veículos ou para a atualização dos valores de emissões de referência. O objetivo é evitar interpretações diferentes entre países e garantir maior segurança jurídica ao setor do transporte rodoviário.

Outro tema em análise é o dos camiões retroadaptados, ou seja, veículos que recebem melhorias técnicas para reduzir as emissões, como atualizações de software ou modificações mecânicas. Atualmente, mesmo após estas melhorias, os camiões não podem alterar a sua classificação ambiental nos sistemas de portagem. Por isso, o Conselho pediu à Comissão Europeia que estude a possibilidade de rever esta regra, especialmente no caso de veículos elétricos adaptados, num prazo de dois anos.

Durante as negociações foi também analisada uma proposta para reduzir as portagens de camiões que utilizem reboques mais eficientes do ponto de vista ambiental. No entanto, a medida acabou por não ser incluída, devido à complexidade administrativa e técnica que poderia trazer aos sistemas de teleportagem e aos contratos de concessão já existentes.

O próximo passo será a negociação com o Parlamento Europeu, que terá de definir a sua posição sobre a revisão da diretiva. Após esse processo, as instituições europeias deverão acordar o texto final da legislação.

Para o setor do transporte e da logística, esta mudança poderá ter impacto direto nos custos operacionais. Ao mesmo tempo, a nova política pretende incentivar a renovação das frotas e a redução das emissões, transformando as portagens numa ferramenta para acelerar a transição energética no transporte rodoviário pesado.

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Mercedes-Benz VLE é a nova geração de monovolumes de luxo da marca alemã

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A Mercedes-Benz apresentou recentemente o novo Mercedes-Benz VLE, um modelo totalmente elétrico que inaugura uma nova geração de veículos familiares e de transporte premium da marca alemã. Posicionado como uma espécie de “limusina elétrica” no formato de van, o VLE combina espaço, tecnologia e elevado nível de conforto, pensado tanto para famílias como para serviços de transporte executivo.


Construído sobre a nova plataforma VAN.EA, dedicada a veículos elétricos, o VLE destaca-se pela sua autonomia e eficiência. A versão VLE 300 elétrico desenvolve cerca de 203 kW (aproximadamente 272 cv) e pode ultrapassar os 700 km de autonomia no ciclo WLTP, enquanto a variante VLE 400 4MATIC, com tração integral, atinge cerca de 305 kW e oferece prestações mais desportivas. Ambos utilizam uma bateria de 115 kWh e um sistema elétrico de 800 volts, que permite carregamentos muito rápidos. Em apenas 15 minutos de carregamento rápido, é possível recuperar até cerca de 355 km de autonomia.


No exterior, o modelo apresenta um design moderno e aerodinâmico, com linhas suaves, distância entre eixos longa e um coeficiente aerodinâmico de apenas 0,25, um valor bastante competitivo para um veículo deste segmento. A frente integra uma grelha iluminada e uma assinatura luminosa contínua que liga os faróis, reforçando a identidade tecnológica da marca.


No interior, o Mercedes-Benz VLE aposta fortemente no conforto e na versatilidade. O habitáculo pode acomodar entre cinco e oito passageiros, com diferentes configurações de bancos. As versões mais luxuosas incluem os chamados Grand Comfort Seats, equipados com funções de massagem, apoio para pernas, carregamento sem fios e diversos ajustes elétricos. Além disso, os bancos podem ser deslocados ou removidos facilmente, permitindo adaptar o espaço para passageiros ou carga conforme necessário.


A tecnologia também assume um papel central. O modelo incorpora o sistema operativo MB.OS e a mais recente geração do sistema MBUX, com um painel digital avançado e um ecrã central de grandes dimensões. Em algumas versões, existe ainda um sistema multimédia traseiro de alta resolução para entretenimento dos passageiros.

Com o lançamento do VLE, a Mercedes-Benz pretende redefinir o conceito de van premium elétrica, oferecendo uma alternativa moderna e sustentável aos tradicionais monovolumes de luxo. O modelo marca também um passo importante na estratégia de eletrificação da marca e no futuro da mobilidade familiar e executiva.

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