Ford apresentou o novo Capri – Motorguia
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Ford apresentou o novo Capri

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Quem esperava que o nascimento do nome Capri significasse um novo coupé da Ford que recuperasse o legado associado a esse nome, enganou-se. O novo Capri alinha com as tendências atuais e é um SUV 100% elétrico.



Este novo Ford Capri de coupé só tem mesmo a silhueta que lá muito longe relembra traços do Capri original. Apesar de serem conceitos completamente distintos, a marca ainda pegou nalguns elementos estéticos do coupé lançado em finais dos anos sessenta e aplicou-os neste SUV. Como exemplo disso temos o formato das portas traseiras e a linha circular da moldura do vidro, o formato do capot afundado ao meio entre as óticas dianteiras, também elas inspiradas nos duplos faróis redondos do Capri original.

Desenvolvido com base no também elétrico Ford Explorer, este Capri estará disponível com duas soluções motrizes. Uma com um motor elétrico com 286 cv de potência, tração traseira, uma bateria de 77 kWh e uma autonomia de 627 quilómetros e outra de tração integral, dois motores elétricos que em conjunto debitam 340 cv, uma bateria de 79 kWh e uma autonomia de 592 quilómetros. Estas duas opções têm a velocidade máxima limitada a 180 km/h ao passo que a aceleração dos 0 aos 100 km/h é feita em 6,4 segundos no caso da versão de tração traseira e em 5,3 segundos no caso do Capri com tração integral.

Este novo Ford Capri terá dois níveis de equipamento, o base e o Premium e deverá começar a chegar ao mercado no início do próximo ano.

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O adeus à AC Schnitzer

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A AC Schnitzer deverá encerrar as portas até ao final deste ano, pondo assim um fim a quase 40 anos de preparações para modelos da BMW, Mini e também Toyota que tornavam os mesmos ainda mais entusiasmantes e exclusivos.


Fundada em 1987 na cidade de Aachen, na Alemanha, por Herbert Kohl e Willi Lammert, a AC Schnitzer ganhou o seu espaço no mundo dos preparadores com o seu trabalho em modelos da BMW, Mini e Toyota em que aprimorava e refinava as suas prestações ao mesmo tempo que esteticamente os tornava ainda mais exclusivos e apelativos.

Agora a AC Shnitzer vai fechar portas devido essencialmente ao aumento do preço das matérias primas, à redução do interesse por parte do mercado nos seus produtos e também pelo tempo perdido nos processos necessários para que as suas soluções sejam regulamentadas e homologadas pelas entidades competentes nessa matéria. De acordo com as palavras do seu diretor, Rainer Vogel, “se só conseguirmos lançar os nossos componentes no mercado oito ou nove meses depois da concorrência, não temos capacidade para competir no mercado.” Além disso, reforça que “não fomos bem-sucedidos em inspirar os clientes mais jovens a apreciar a condução desportiva da mesma forma que a geração dos seus pais o fez.”

O nome AC Shnitzer poderá não desaparecer do universo automóvel uma vez que é um nome que poderá interessar a muitos e a sua venda está em cima da mesa, mas fica a dúvida sobre se e como irá ressurgir no mercado.

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Mais radares de velocidade média

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O governo tem a intenção de colocar mais 12 radares de velocidade média nas estradas portuguesas com o objetivo de reduzir a sinistralidade e o número de vítimas mortais e de feridos graves.


Até ao final de 2026 o governo pretende instalar mais 12 radares de velocidade média em várias estradas e essa iniciativa foi anunciada por Rui Rocha, o Secretário de Estado da Proteção Civil, após uma cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e a Lusoponte, empresa que faz a gestão das duas pontes sobre o rio Tejo. Esse protocolo insere-se na iniciativa “Visão Zero – Mais Cidadania para as Estradas de Portugal” que se integra na estratégia europeia para a redução da sinistralidade e do número de mortos e feridos graves em 50% até 2030.

A localização dos novos radares ainda não foi definida e segundo o Secretário de Estado, “estamos a fazer esta avaliação através da ANSR para garantir que estes pontos de controlo sejam encarados como instrumentos de prevenção e que levem os condutores a cumprir as regras estabelecidas”.

Rui Rocha também referiu que em conjunto com a área do governo responsável pela digitalização está a ser analisada uma maior aposta na utilização da inteligência artificial para gerir o tráfego, auxiliar na prevenção de acidentes e também melhorar a resposta das autoridades aos mesmos.

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