Adamastor Furia, o superdesportivo português – Motorguia
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Adamastor Furia, o superdesportivo português

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O Centro de Congressos da Alfândega do Porto foi o local escolhido para a apresentação oficial daquele que é o primeiro superdesportivo português, desenvolvido e fabricado no nosso país, o Adamastor Furia.



Depois de algumas imagens “teaser” reveladas há algum tempo atrás, chegou finalmente a hora de ver as reais linhas do Adamastor e também de conhecer o seu “nome de guerra”: Furia.

As suas linhas não enganam e percebe-se que foi “desenhado pelo vento”, com a aerodinâmica a dominar todo o desenvolvimento. O Furia tem um chassis monocoque em fibra de carbono e uma carroçaria com 4,56 metros de comprimento, 2,21 de largura e 1,09 de altura.

O seu coração é um motor desenvolvido pela Ford Performance e trata-se de um V6 com 3,5 litros de cilindrada, capaz de debitar 650 cv de potência e 571 Nm de binário. O Furia consegue acelerar dos 0 aos 100 km/h em apenas 3,5 segundos e dos 0 aos 200 km/h em 10,2. A sua velocidade máxima é superior aos 300 km/h e para travar esta máquina o Furia conta com travões de disco de seis êmbolos com 378 mm na frente e de quatro êmbolos com 356 mm atrás. Haverão duas versões deste Adamastor, uma de estrada denominada Road e outra para circuito com o nome Race.

Este projeto português é liderado por Ricardo Quintas e o Adamastor será produzido numa fábrica em Perafita, Matosinhos a uma cadência de 25 unidades por ano, sendo que cada modelo lançado pela marca portuguesa não deverá exceder as 60 unidades, o que posiciona a Adamastor no nicho das marcas de superdesportivos de baixa produção, o que aumenta a sua exclusividade.

Exclusivo é também o seu preço. Estima-se que cada Adamastor Furia venha a custar qualquer coisa como 1,6 milhões de euros aos quais acrescem os impostos.

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O último “Velocidade Furiosa” estreia em 2028

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Aquele que será o derradeiro filme da saga “Fast & Furious” chamar-se-á “Fast Forever” e terá a sua estreia nos cinemas no dia 17 de março de 2028 e poderá contar com a primeira participação de Cristiano Ronaldo no cinema.


A notícia foi divulgada pelo próprio Vin Diesel na sua conta de Instagram publicando uma imagem do primeiro filme Velocidade Furiosa em que está com Paul Walker. No texto pode ler-se “Ninguém disse que a estrada seria fácil… mas é a nossa. Uma estrada que nos definiu e que se tornou no nosso legado. E um legado… dura para sempre. 17 de março de 2028. FAST FOREVER”. Ainda não há tradução oficial para o nome daquele que será o 11º e último filme da saga Velocidade Furiosa, mas deverá andar em torno da expressão “para sempre”.

Segundo consta este derradeiro filme recuperará um pouco as origens do primeiro Velocidade Furiosa, voltando a um ambiente de corridas de rua e a personagem de Paul Walker também poderá voltar a surgir. É bem possível que este “Fast Forever” conte com a estreia de Cristiano Ronaldo num papel no grande ecrã já que no passado Vin Diesel já havia deixado essa porta aberta em relação a CR7, também num post publicado na sua conta de Instagram.

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As bases de dados do IMT já incluem os clássicos

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O veículos de interesse histórico já fazem parte da base de dados do IMT, o que vem clarificar a sua situação quando são fiscalizados.


O estatuto de veículo com interesse histórico atribuído a vários modelos clássicos, com mais de 30 anos, após uma inspeção de certificação feita por entidades autorizadas, permite que estes modelos tenham isenção de inspeções periódicas obrigatórias. Este facto criou várias situações de indefinição quando estes clássicos certificados eram fiscalizados em operações rodoviárias feitas pelas autoridades. Não se encontrando na base de dados do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) e não tendo inspeção periódica feita nos “prazos tradicionais” naturalmente foram criadas situações de confusão que agora já não irão suceder.

Agora tanto a PSP como a GNR já têm acesso aos dados dos automóveis clássicos certificados como veículos com interesse histórico e o sistema já foi testado com sucesso pelo que desde o dia 19 de janeiro que já se encontra a funcionar em pleno.

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