Problemas na moto levam ao abandono de Miguel Oliveira em Le Mans – Motorguia
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Problemas na moto levam ao abandono de Miguel Oliveira em Le Mans

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Num fim de semana que até estava a correr de forma positiva, o piloto português acabaria por abandonar a corrida de domingo devido a problemas com a sua Aprilia.



No circuito francês de Le Mans Miguel Oliveira até estava a conseguir ter uma boa prestação. No sábado conseguiu qualificar-se para a Q2 depois de ter feito o segundo lugar na Q1 e fechou a qualificação com o 12º lugar na grelha de partida.

Na Sprint Race ascendeu uma posição e terminou em 11º lugar, mas as sensações deixavam antever que a corrida de domingo podia ser melhor. O arranque não foi exuberante, mas o piloto de Almada foi volta após volta subindo alguns lugares e chegou a andar na nona posição, mas na 15ª volta um problema no escape da sua Aprilia viria a ditar o seu abandono.

No final Jorge Martin fez a “dobradinha” pois somou a vitória de domingo à vitória na Sprint Race de sábado e somou importantes pontos para consolidar a sua liderança no campeonato. Marc marquez terminou em segundo e Francesco Bagnaia fechou um pódio onde só estavam motos da Ducati.

Nas contas do campeonato de MotoGP Jorge Martin segue na frente com 129 pontos, sendo seguido por Peco Bagnaia com 91 e Marc Marquez com 89. Miguel Oliveira está na 14ª posição com 23 pontos. A próxima prova será o Grande Prémio da Catalunha entre 24 e 26 de maio.

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Boas indicações para Miguel Oliveira

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Nos testes do WSBK que decorreram no circuito de Philip Island durante dois dias o piloto português foi sempre melhorando a sua adaptação e prestação aos comandos da BMW M 1000 RR e no final terminou os testes com o sétimo tempo de todos os participantes o que deixa boas perspetivas para o que aí vem.


Foram dois dias em que o “Falcão” conseguiu ter boas condições climatéricas em pista para explorar a sua BMW e conseguir desenvolver um trabalho consistente com a equipa. O circuito australiano de Phillip Island foi o palco deste testes para as equipas do Campeonato Mundial de Superbikes (WSBK) e no primeiro dia Miguel Oliveira fechou a sessão com o 11º melhor tempo, fazendo 1m30s620, menos 1,2 segundos aproximadamente que o líder da sessão, o italiano Nicolò Bulega na sua Ducati. Já no segundo dia Miguel Oliveira conseguiu um tempo de 1m29s676, quase menos um segundo que o seu tempo do dia anterior, o que viria a colocá-lo com o sétimo melhor tempo destes testes. Ainda assim ficou a um segundo de Bulega que voltou a dominar o segundo dia de testes.

Tendo ficado à frente do seu colega de equipa, Danilo Petrucci, Miguel Oliveira teve uma prestação em crescendo e que termina dentro do “top ten”, algo que deixa boas indicações para o futuro no campeonato que arranca já amanhã neste circuito australiano.

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FIM vai inaugurar “museu das campeãs”

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A Federação Internacional de Motociclismo vai inaugurar oficialmente ao público no próximo dia 18 um museu onde só estão máquinas campeãs de motociclismo, um espaço que promete ser um local de romaria para todos os apaixonados pelas duas rodas.


Dá pelo nome de FIM Racing Motorcycle Museum e está situado nos arredores de Genebra, na Suíça, num edifício que foi no passado a sede da Federação Internacional de Motociclismo (FIM). Neste museu foram reunidas apenas motos que foram campeãs nas várias modalidades do motociclismo e falamos de verdadeiras campeãs, não réplicas. Estas motos foram mesmo conduzidas por campeões e estão repletas de história, vitórias e emoções de várias épocas marcantes do motociclismo mundial.

Neste museu das motos de competição podemos acompanhar a evolução histórica e também técnica ao longo dos tempos. Por exemplo encontramos a vencedora do primeiro Campeonato Mundial de 500cc que se disputou em 1949 e que foi ganho pela AJS Porcupine de Leslie Graham, ou a Honda RC166 de 1967 de Mike Hailwood até às vencedoras das temporadas de 2025 de MotoGP, WSBK, Rally-Raid, EnduroGP ou MXGP, TrialGP e Speedway GP. Todas as grandes categorias de desporto motorizado estão representadas num museu com uma coleção de mais de 40 motos distribuídas por nove espaços temáticos, 49 exposições, um arquivo da FIM e muita memorabilia.

De acordo com Jorge Viegas, o Presidente da FIM, o “Museu de Motociclismo de Competição da FIM é realmente uma coleção notável e passear entre as peças em exposição é como fazer uma viagem pela ilustre história das corridas de motociclismo, desde os seus primórdios até aos dias atuais. Muito mais do que apenas uma exibição de máquinas clássicas, o Racing Motorcycle Museum oferece aos visitantes uma visão valiosa e interativa da herança do desporto que todos amamos, ajudando a desenvolver uma melhor compreensão das emoções e inovações envolvidas”.

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