Camiões Otokar Atlas começam a ser vendidos em Espanha – Motorguia
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Camiões Otokar Atlas começam a ser vendidos em Espanha

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A GBister Ibérica, empresa fundada em 1994 e que comercializa mini autocarros transformados, vai iniciar a importação dos camiões Otokar Atlas para território espanhol… para já.



Assim, o importador já tem disponíveis dois modelos para o transporte de mercadorias: um chassis-cabina de 8,5 toneladas em duas versões (chassis longo e chassis curto), e outro camião de 12,1 toneladas que resulta da adição de um terceiro eixo ao mais pequeno da família.
Ambos os camiões são alimentados por um motor Diesel Cummins de 3,8 litros e 150 CV, com uma curva de binário muito plana. Em combinação com a caixa de velocidades ZF 6+1, torna a condução muito agradável porque permite trabalhar com uma ampla gama de rotações sem necessidade de mudar de velocidade.

Outra chave para o sucesso dos camiões Otokar é o sistema de travagem pneumático Wabco: “Neste segmento, todos os concorrentes têm travões mecânicos e, quando conduzimos um camião de 8,5 toneladas, é muito importante que os travões sejam eficientes. É um bónus extra de qualidade e segurança”, explica Bautista.

Além disso, os camiões Otokar Atlas dispõem de uma gama completa de equipamentos de série: ar condicionado, ACC (Adaptive Cruise Control), EBS, travão de motor, LDWS (Lane Departure Warning System), AEBS (Advanced Emergency Braking System), ESC (Electronic Stability Control), espelhos aquecidos, cama… Por fim, é de salientar a amplitude e o conforto da cabina.

O objetivo para este primeiro ano é registar cerca de 40 unidades em Espanha. De acordo com as previsões, 65-70% das vendas corresponderão ao modelo de 8,5 toneladas e o restante ao modelo de 12,1 toneladas. Para 2025, os objectivos são mais ambiciosos porque a família vai crescer em breve com duas novas versões (10,6 e 16 toneladas) que aumentarão a sua versatilidade.

A Otokar vende camiões na Turquia há mais de cinco anos com um sucesso notável: em 2023, registou 1.000 unidades e alcançou uma quota de mercado de 50% no segmento dos camiões de 7,5-8,5 toneladas, em concorrência direta com marcas bem estabelecidas a nível mundial. A boa receção encorajou a empresa turca a dar um passo em frente e começar a distribuir os camiões em solo europeu. Primeiro na Bulgária e na Roménia e, pouco depois, em Espanha, onde depositou a sua confiança no Grupo Somauto, com o qual mantém uma longa e bem sucedida relação há mais de 15 anos no domínio dos veículos de passageiros.
Será que Portugal tem mercado para esta marca?

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Volkswagen prepara Transporter à imagem da Multivan e do ID.Buzz

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A Volkswagen Veículos Comerciais anuncia a nova geração da Transporter para o início de 2025, e promete uma opção mais funcional e tecnologicamente evoluída. Estão previstas variantes com dois, três, quatro, cinco ou seis lugares.



A nova variante standard com distância entre eixos normal apresenta um compartimento de carga que é 61 mm mais comprido, enquanto a largura entre as cavas das rodas foi mesmo aumentada em 148 mm, tudo isto face ao modelo anterior. Antecipa-se, também, uma melhoria geral na habitabilidade.
De série, a variante furgão da Transporter vai surgir com dois bancos individuais à frente, podendo receber, opcionalmente, uma bancada de três lugares dianteiros (banco do condutor e banco corrido de dois lugares). Além disso, o modelo pode apresentar-se equipado com até três bancos individuais amovíveis numa 2.ª fila e, mais tarde, como “Kombi” (veículo de passageiros), também com um banco corrido para três passageiros numa 3.ª fila.

O comprimento do compartimento de carga do Transporter “standard” é de 2,602 m, o que representa mais 61 mm. Na variante com maior distância entre eixos, o comprimento disponível chega aos 3,002 mm. Por volume, a capacidade carga passa a variar entre 5,8 m3 e 9 m3, consoante a distância entre eixos, podendo o compartimento ser individualizado em função das necessidades profissionais. Por peso, admite-se um máximo de 1,33 toneladas. Capacidade de reboque: até 2,8 toneladas.


O interior aproxima-se muito daquilo que tem vindo a ser feito nos vários modelos da marca alemã dentro dos veículos comerciais, onde se destaca a digitalização. Alguns elementos foram mantidos, como a posição sobrelevada do banco e a posição alta da alavanca seletora das velocidades, mas à frente do condutor está um painel de instrumentos com um monitor de 12” e configurável (Digital Cockpit) e um sistema multimédia com um écrã tátil de 13” (inclui rádio digital e tecnologia App Connect sem fios com Apple CarPlay e Android Auto).

Outras caraterísticas de série serão o novo volante multifunções com botões fáceis de utilizar, mesmo com luvas, e o travão de estacionamento eletrónico com função Auto-Hold.
No mercado alemão, o novo modelo será lançado no início de 2025, sabendo-se que terá uma gama diversificada de motorizações, incluindo mecânica a gasolina eletrificadas e turbodiesel (110 cv). Os preços locais começam nos 36.780 €. Pré-vendas já em curso.

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Comerciais

Scania acrescenta mais soluções à sua gama de camiões elétricos

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A Scania continua a expandir a sua oferta de camiões elétricos a bateria (BEV) com a introdução de mais opções elétricas, configurações de eixo e alternativas de cabina, bem como uma gama dedicada de tomadas de força. A atual oferta da marca sueca abrange uma vasta gama de aplicações e operações , apresentando soluções à medida das diferentes necessidades dos clientes.



Os componentes e soluções que a Scania está a apresentar desta vez centram-se em operações relacionadas com a distribuição ou a construção. A oferta de um eixo em tandem para veículos elétricos a bateria significa que podem ser utilizados camiões basculantes, empilhadores, betoneiras e uma série de aplicações rígidas sem ter de sacrificar a tração ou a capacidade de carga. Isto vai de par com a introdução pela Scania de uma gama de soluções de tomada de força para alimentar o sistema hidráulico ou outras carroçarias.

Além disso, as duas versões (210 kW e 240 kW) da máquina elétrica EM C1-2 agora apresentadas adaptam-se a certas operações orientadas para a construção, uma vez que os níveis de potência correspondem (285 CV ou 326 CV) às especificações típicas dos camiões utilizados pelos municípios. O EM C1-2 é mais pequeno do que os seus irmãos.

Os camiões elétricos da Scania também oferecem valores de bateria excecionais. As baterias duram 1,3 milhões de quilómetros, o tempo de vida do camião. E a sua pegada de carbono é um terço de um valor de referência da indústria, porque são produzidas com eletricidade livre de combustíveis fósseis no norte da Suécia. A Scania escolheu baterias de iões de lítio em forma prismática que são montadas em Södertälje em conjuntos de baterias de 416 ou 624 kWh, com janelas de carregamento de 83% da energia utilizável.

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