Comerciais
Mercedes-Benz Econic comemora 25 anos
Um verdadeiro pioneiro celebra o seu quarto de século: graças a um constante aperfeiçoamento e ao seu valor para desbravar novos caminhos, o Mercedes-Benz Econic assegurou um papel de pioneiro no setor.

O inovador Special Truck demonstra a sua vitalidade na gestão de resíduos, na construção, no transporte e em tantos outros campos de aplicação. Com a introdução de soluções de propulsão ecológicas, como a tecnologia de gás natural e a propulsão totalmente elétrica, o Econic mostra como será o futuro da mobilidade.

A viagem do Econic começa em 1998, quando a Mercedes-Benz Special Trucks apresenta o primeiro Econic como veículo especial de piso rebaixado. O que o público da feira Entsorga da época não sabia era que durante os 25 anos seguintes, o Econic impulsionaria a inovação em terrenos como a eficiência e o respeito pelo meio embiente, deixando a sua marca nas estradas de todo o mundo.
No seus primórdios, na época em Arbon, uma pequena cidade da orla suíça do lado de Constança, o Special Truck fez história na indústria. Devido ao grande sucesso inicial da estrela Low Entry, três anos depois a gama foi ampliada com uma versão de tração 6×4 e uma 8×4/4. Em 2002, a Mercedes-Benz demonstra a sustentabilidade do camião: o Econic será o primeiro veículo do seu segmento com motor de gás natural.

Em 2003, a produção do Econic foi transferida para Wörth, onde ainda permanece. Dois anos depois, celebra-se a saída de produção do Econic número 5000, um sinal da sua crescente popularidade entre os vários utilizadores um pouco por todo o mundo. Em 2009, o Econic chega à barreira das 1500 unidades entregues anualmente, e dois anos depois o contador de produção mostra nada mais nada menos, o número das 10 mil unidades.
Com a estreia mundial da nova geração em 2013, foram estabelecidos componentes básicos que ainda se utilizam atualmente. Para seguir cumprindo com o seu compromisso com a sustentabilidade, em 2022 foi alcançada outra marca importante: a introdução do Econic totalmente elétrico, que agora complementa o modelo convencional.
Comerciais
Volkswagen ID. Buzz Cargo recebe versão mista de cinco lugares
O Volkswagen ID. Buzz Cargo passa a estar disponível numa nova versão mista de cinco lugares (2+3), graças à introdução de uma divisória fixa entre a cabina e o compartimento de carga. Esta solução está disponível tanto na versão de chassis curto como longo, alargando a versatilidade do modelo elétrico da marca alemã..
A nova configuração foi desenvolvida em parceria com a empresa dos Países Baixos Spoeks Automotive e permite conjugar, de forma eficiente, o transporte de passageiros e de carga. A divisória pode ser selecionada diretamente no configurador do modelo e é instalada de fábrica, imediatamente atrás da segunda fila de bancos.
Com esta solução, o compartimento de carga fica completamente separado da cabina, podendo ser utilizado de forma semelhante à versão Cargo tradicional, incluindo a possibilidade de carregar até ao tejadilho.

De acordo com a marca alemã, uma das principais vantagens é o isolamento eficaz da sujidade e do ruído, que deixam de se propagar para a zona dos passageiros. A divisória integra ainda um óculo, assegurando a visibilidade traseira.
Outro benefício apontado prende-se com a maior eficiência do sistema de climatização, já que o volume a aquecer ou arrefecer no habitáculo é reduzido, contribuindo para um melhor conforto térmico e potencial poupança energética.
A divisória produzida pela Spoeks Automotive é fabricada em Compex, um material compósito leve, resistente e com acabamento suave de elevada qualidade. Na face dianteira, do lado do compartimento de carga, encontra-se um espaço aberto destinado à arrumação do cabo de carregamento.
A Volkswagen garante que a instalação desta divisória não interfere com os cintos de segurança nem com os airbags laterais, mantendo intactos os padrões de segurança do modelo. A opção está disponível para ambas as variantes de carroçaria e, no mercado alemão, tem um preço de 1.856 euros.
Comerciais
UE enfrenta falta de 500 mil condutores profissionais do volante
A União Europeia enfrenta uma escassez estrutural de cerca de meio milhão de postos de trabalho por preencher entre condutores profissionais de camiões e autocarros.
Esta situação crítica levou a Comissão Europeia a encomendar um estudo à Organização Internacional do Transporte Rodoviário (IRU), que valida a contratação regulada de condutores extracomunitários como uma medida complementar essencial para mitigar o problema.
A análise revela que os percursos para integrar condutores provenientes de países terceiros variam significativamente entre os Estados-Membros. Os processos combinam diretivas europeias com regulamentações nacionais, originando duplicações administrativas. Em consequência, os trâmites podem prolongar-se entre seis e doze meses, com custos que podem atingir 20 mil euros por condutor.
Existem ainda estrangulamentos críticos em duas áreas fundamentais. Em primeiro lugar, a carta de condução necessita de ser trocada por uma licença da UE, podendo implicar exames adicionais. Em segundo lugar, a qualificação profissional (CAP/CPC) obtida fora da UE não é reconhecida, obrigando à realização da formação inicial completa no Estado-Membro de acolhimento, incluindo uma residência mínima de 185 dias.
A Espanha destaca-se positivamente no estudo por permitir o acesso através de visto de estudante para a realização da formação CAP, facilitando significativamente o percurso quando comparado com outras vias administrativas. É igualmente valorizada a coordenação formal entre ministérios, concretizada através de um protocolo de cooperação assinado em 2023.
A Polónia recebe também reconhecimento pelo seu sistema ágil. Concretamente, cidadãos da Ucrânia, Bielorrússia, Arménia, Geórgia e Moldávia podem trabalhar durante dois anos mediante uma declaração escrita registada, em substituição do tradicional visto de trabalho.
O estudo propõe a simplificação e harmonização dos percursos administrativos entre os Estados-Membros, bem como a implementação de vias rápidas (fast track) sem comprometer os padrões de segurança. Defende ainda o desenvolvimento de projetos-piloto no âmbito da iniciativa SDM4EU, promovida pela IRU, que transforma a análise política em esquemas operacionais reais, garantindo uma mobilidade de condutores segura e regulada.
Ramón Valdivia, vice-presidente executivo da ASTIC e membro do Comité Executivo da IRU, sublinha que “esta publicação representa um apoio institucional a uma tese que temos defendido há anos”. Em síntese, a contratação corretamente gerida de condutores de países terceiros consolida-se como uma ferramenta complementar fundamental para enfrentar a escassez estrutural, tanto em Espanha como no conjunto da União Europeia.
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