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A história de um Corolla voador
Foi num tranquilo início de tarde na cidade de Lewistown, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, que um acidente fez com que um Toyota Corolla voasse, acabando enfiado no primeiro andar de uma moradia, felizmente sem registo de qualquer ferido.
Por incrível que pareça, o como e o porquê deste acidente ter acontecido ainda não foi esclarecido, mas a polícia da Pensilvânia não teve dúvidas em prender o condutor de 20 anos, alegando que este tinha sido um “ato intencional”. Desconhece-se se o condutor conhecia os habitantes da casa ou até do próprio quarto onde o Corolla foi “aterrar” e teria algum “assunto pendente” com eles, ou se estava apenas a tentar uma proeza ao estilo dos “Três Duques” que acabou muito mal.
A casa fica em frente a um campo aberto que tem uma estrutura inclinada de um sistema de escoamento de águas, estrutura essa que a polícia acha que foi a “rampa de lançamento” para o Corola voador. O condutor pode ser acusado de comportamento criminoso, condução perigosa e assalto, entre outros, mas pelo menos teve um mérito… é que o Corolla voou por cima de uns quantos carros que estavam estacionados sem lhes tocar.
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Lisboa tem novos autocarros para zonas históricas
A Carris mostrou os seus novos miniautocarros totalmente elétricos que irão circular nas zonas históricas da capital e que carinhosamente apelidou de “manjericos”.
Com um custo de cerca de três milhões de euros enquadrados pelo PRR, esta frota de 15 miniautocarros destina-se a melhorar o serviço da Carris nas zonas históricas da cidade, tradicionalmente complexas pelas características das suas ruas. Na apresentação destes novos “manjericos” que decorreu no Parque da Serafina, em Monsanto, esteve presente o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas. O autarca referiu que sensivelmente 48% dos autocarros da Carris ainda são modelos a gasóleo, número que já é menor do que os 70% que existiam em 2021 prevendo-se que “em 2030, já não teremos autocarros a gasóleo”.
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Polestar vai ter mais comandos físicos
A Polestar vai deixar de apostar totalmente num desenho simplista e “limpo” no interior dos seus modelos e seguir a opinião dos seus clientes, passando a adotar comandos físicos para algumas funções importantes, reduzindo a necessidade de uso do ecrã táctil.
Numa entrevista à britânica AutoCar, Michael Lohschellero, o administrador-delegado da Polestar, referiu que a marca está atenta à opinião dos seus clientes e vai repensar a sua abordagem, passando a adotar botões físicos para o controlo de algumas funções do automóvel sem ter de recorrer tanto aos ecrãs tácteis.
Esta mudança poderá verificar-se já na renovação do Polestar 3 com a adoção de mais comandos físicos e a redução da dependência dos ecrãs, algo que vai de encontro ao desejo dos utilizadores, mas que também segue as recomendações de várias entidades ligadas à segurança rodoviária e à regulação do sector automóvel.
A melhoria da segurança e da ergonomia nos dias de hoje passa por reduzir a ligação excessiva do condutor aos ecrãs tácteis e permitir que ele comande certas funções do automóvel sem ter de retirar a sua atenção da estrada e nesse sentido os botões físicos continuam a ser a solução mais segura e funcional.
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