Projeto Seawatch recebe a maior frota de sempre da VW – Motorguia
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Projeto Seawatch recebe a maior frota de sempre da VW

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A Volkswagen Veículos Comerciais entregou a maior frota de sempre ao Instituto de Socorros a Náufragos no âmbito do projeto Seawatch. Este projeto inclui a adjudicação de 30 unidades da nova geração da pick-up Amarok, assinalando a estreia do modelo no nosso país.



Assim, a frota deste ano é constituída por 30 unidades da nova geração da pick-up Amarok, desenvolvida em parceria com a Ford, uma Multivan e um ID Buzz.
As viaturas que estão em operação nas praias contam com meios de salvamento para socorrer os banhistas que precisem de auxílio, incluindo duas bóias torpedo, dois cintos de salvamento, prancha de salvamento, plano rígido completo, mala de primeiros socorros, kit de oxigenoterapia, desfibrilhador automático externo e kit de desatolamento.

Os militares da Marinha que utilizam a nova pick-up da Volkswagen estão preparados para enfrentar os desafios mais difíceis que lhes sejam colocados, para que a época balnear decorra, mais uma vez, de forma segura.
Para isso, estes militares são submetidos a um período de formação através da qual ficam habilitados com o curso de nadador-salvador e de operador de viaturas todo-o-terreno, sendo-lhes ainda ministrada formação específica sobre a operação das viaturas em si mesmas e do seu papel fundamental no Seawatch.
Além disso, os militares são ainda certificados para a operação do desfibrilhador automático externo que equipa as viaturas.
A edição de 2023 do projeto Seawatch arrancou a 1 de junho, com as viaturas e os seus operadores ativos para garantirem o reforço da segurança nas praias nacionais até ao dia 31 de outubro.

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Comerciais

Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter

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Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.

Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.

“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.

Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.

Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.

Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.

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Legislação

Respeitar a faixa de BUS

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Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.


As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.

De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.

Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.

Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.

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