Motos
Miguel recupera dez posições e sai do Texas com o quinto lugar
Miguel Oliveira regressou às pistas após a lesão sofrida na prova de Portimão e no circuito das Américas em Austin no Texas não foi além do 15º lugar na qualificação. Mas a conquista do oitavo lugar na Sprint Race de sábado deixava já bons indicadores para a corrida de domingo.
No warm up o piloto de Almada fez o terceiro melhor tempo o que continuou a dar bons indicadores e na corrida Miguel Oliveira partiu de 15º lugar e foi recuperando posições até levar a sua Aprilia a cruzar a meta em quinto lugar, logo atrás de Maverick Viñales, piloto da equipa oficial da Aprilia.
Alex Rins da LCR Honda foi o vencedor, sendo seguido no pódio por Luca Marini da Mooney VR46 Racing Team e Fábio Quartararo da Monster Energy Yamaha MotoGP.
Nas contas campeonato o italiano Marco Bezzecchi lidera com 64 pontos sendo seguido por francesco Bagnaia com 53. Miguel Oliveira está em 14º lugar com 16 pontos.
O grande circo do MotoGP regressa agora a território europeu para o Grande Prémio de Jerez a 30 de abril.
Motos
Produtivos mas curtos, assim foram os testes do “Falcão”
Nos dois dias de testes no Autódromo Internacional do Algarve, as equipas foram mais uma vez “traídas” pelas condições meteorológicas que não permitiram mais tempo em pista. Miguel Oliveira lamenta que os testes tenham sido curtos, mas considera que ainda assim foram produtivos.
O São Pedro não foi amigo das equipas que se deslocaram a Portimão para dois dias de testes no AIA presenteando-os com chuva. Além da ROKiT BMW Motorrad de Miguel Oliveira também estiveram presentes as equipas oficiais da Bimota, Ducati, Honda, Kawasaki e Yamaha.
O piloto português ainda fez 40 voltas no circuito algarvio no primeiro dia de testes e o seu melhor tempo foi de 1m41.355s, o que o colocou na quarta posição face aos demais pilotos, sendo Alex Lowes o mais rápido com um tempo de 1m40.622s na sua Bimota.
No final Miguel Oliveira considerou estes dois dias de testes como tendo sido produtivos, pois pelo menos andou com a sua BMW M 1000 RR na pista de Portimão o que lhe permitiu familiarizar-se um pouco, mas devido ao clima acabou por ser um teste que considerou curto.
Notícias Motos
Flying Flea C6 quase no mercado
Aquela que é a aposta da Royal Enfield para entrar no mundo das motos elétricas, está pronta para entrar no mercado. A Flying Flea C6 será a primeira de uma gama de motos elétricas que terão o foco na eficiência energética embrulhada num estilo retro.
Herdando o nome “Flying Flea” da mítica moto de 125cc da Royal Enfiel que foi muito útil para as forças armadas britânicas na Segunda Guerra Mundial, a Royal Enfield criou esta “submarca” que será dedicada apenas a motos 100% elétricas.
O primeiro modelo é a C6 que a marca espera que entre em produção e distribuição ainda neste trimestre. Trata-se de uma moto com um estilo retro nas suas linhas e de aspeto leve e manobrável, ideal para o ambiente urbano com uma boa dose de estilo, o que é sempre relevante. O que também é relevante é o preço que ainda não foi definido para o mercado europeu, mas que no mercado indiano se estima seja de cerca de 2.500 euros, o que a torna numa proposta bem competitiva.
Ainda não há dados técnicos oficiais divulgados pela marca indiana, mas rumores indicam que a bateria terá uma capacidade a rondar os 5 kWh o que lhe dará uma autonomia na ordem dos 100 quilómetros. Além da C6 mais tarde será lançada a S6, que partilha da mesma base mecânica e elétrica mas que tem um estilo scrambler mais aventureiro.


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