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Ford GT Mk IV, a versão mais radical na hora do adeus
A segunda geração do Ford GT está prestes a dizer adeus e a marca norte-americana acaba de lançar a derradeira versão do GT, o GT Mk IV, o mais radical da família.
Dá pelo nome de Ford GT Mk IV numa alusão ao emblemático Ford GT40 Mk IV que venceu as 24 Horas de Le Mans em 1967.
Com um chassis alongado, um motor V6 biturbo com 800 cv de potência e uma aerodinâmica apurada ao mais ínfimo pormenor, este Ford GT Mk IV é um modelo destinado apenas para andar em circuito.
Trata-se de uma edição limitada a 67 unidades, numa clara referência ao ano em que o GT40 venceu em Le Mans e o custo de cada modelo está estimado em 1,7 milhões de dólares, qualquer coisa como 1,6 milhões de euros.
Cada Ford Gt Mk IV é fabricado praticamente de forma artesanal e os primeiros modelos deverão estar disponíveis a partir da primavera do próximo ano.




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Freelander está de regresso
O Freelander foi um dos primeiros SUV premium do mundo automóvel e ainda alguma veia de todo-o-terreno, o que fez dele um sucesso e abriu portas para um novo público na Land Rover. Agora passou a ser uma marca, fruto da ligação da Jaguar Land Rover à chinesa Chery.
Revelado ao público no no Salão de Pequim, o Freelander 8 é o primeiro modelo que surge da “nova marca” Freelander e a ideia será lançar mais cinco propostas dentro de cinco anos, fazendo com que a marca Freelander tenha seis modelos diferentes disponíveis no mercado.
Este Freelander 8 é um SUV elétrico e em termos estéticos não podemos deixar de notar a traseira que recupera o desenho dos pilares traseiros inclinados com uma janela triangular tal como acontecia no primeiro Frelander de 1997. Ainda pouco se sabe das características técnicas do Freelander 8, apenas que foi desenvolvido com base na plataforma da Chery dedicada a modelos elétricos e híbridos e que tem uma arquitetura de 800 V sendo que as baterias serão fornecidas pela CATL.



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Audi diz adeus ao A1 e ao Q2
A Audi despediu-se do A1 e do Q2, modelos que vão sair da gama da marca e que viram as últimas unidades saírem das respetivas fábricas onde são produzidos.
Dando passos em direção a uma estratégia mais virada para modelos premium de maiores dimensões, a Audi terminou a produção do A1 e do Q2. Tratam-se de dois modelos com alguns anos de comercialização e um bom registo de vendas, o A1 foi lançado em 2010 e ao fim de 16 anos vendeu 1.389.658 modelos ao passo que Q2 que “nasceu” em 2016 e após praticamente 10 anos vendeu 887,231 unidades.
Agora a fábrica de Ingolstadt, na Alemanha, onde era fabricado o Audi Q2 vai receber a produção do elétrico A2 e-Tron enquanto que a unidade de Martorell em Espanha onde o A1 era produzido vai passar a fabricar outros modelos do grupo como o Cupra Raval, o Skoda Epiq e ainda os Volkswagen ID Polo e Volkswagen ID Cross.
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