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Ford Trucks assina acordo com a Einride para desenvolver novos produtos

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A Ford Trucks assinou uma carta de intenções com a Einride, empresa de tecnologia de mobilidade de carga, para avaliar a integração de veículos elétricos Ford na frota de veículos elétricos Einride e investigar oportunidades de desenvolvimento conjunto de produtos autónomos.



Como parte deste acordo, a Ford Trucks e a Einride pretendem fazer uso dos pontos fortes de produção, tecnologias inovadoras e visão de liderança na indústria para construir a próxima geração de frotas centradas na tecnologia. Juntamente com os veículos com emissões zero de carbono que a Ford Trucks planeia introduzir no futuro, novas áreas de cooperação irão desdobrar-se com a Einride para o desenvolvimento e produção de veículos comerciais pesados eléctricos e autónomos. A potencial parceria tem a intenção de contribuir para a redução dos custos operacionais e das emissões de CO2 no transporte rodoviário, ao mesmo tempo que aumenta a produtividade da frota.

Para Güven Özyurt, diretor-geral da Ford Otosan, “a visão ambiciosa da Ford Trucks, a única marca mundial de veículos comerciais pesados da Ford, cruza-se com o foco da Einride na tecnologia para o futuro dos veículos comerciais pesados. Graças à nossa capacidade de produção e produtos inovadores, temos já uma história de sucesso em mais de 40 países. A nossa colaboração com a Einride é o resultado da nossa visão de sustentabilidade e dos investimentos em tecnologias de futuro.

Em linha com o nosso roteiro de emissões zero em veículos comerciais pesados até 2040, os nossos camiões eléctricos encontrarão o seu lugar nas frotas da Einride, que se destaca com as suas soluções de transporte orientadas para a tecnologia”. “Esta cooperação não só mostra a importância da colaboração na indústria automóvel, como também promove tecnologias sustentáveis como sinal da nossa ambição de liderança nos veículos comerciais pesados no futuro,” reforça o responsável.

Por sua vez, Ellen Kugelberg, CPO da Einride, salienta o papel de destaque que a Ford Trucks está a ter na produção de veículos comerciais pesados de qualidade, acreditando que “juntamente com a nossa tecnologia de ponta, seremos capazes de desenvolver ainda mais a nossa eletrificação global de transportes”. “A Einride está a reconstruir a rede de transporte a partir do zero e a reimaginar todo o ecossistema. Com isto, estamos ansiosos por trabalhar com fabricantes que partilham essa visão, como a equipa da Ford Trucks”, conclui a responsável.

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Comerciais

Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter

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Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.

Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.

“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.

Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.

Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.

Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.

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Legislação

Respeitar a faixa de BUS

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Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.


As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.

De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.

Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.

Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.

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