MAN eTruck é o camião elétrico com maior autonomia – Motorguia
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Comerciais

MAN eTruck é o camião elétrico com maior autonomia

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A MAN já iniciou os testes de estrada do seu camião elétrico eTruck de forma a assegurar a sua fiabilidade, isto antes de ser lançado no mercado já em 2024.



Entre os vários argumentos que coloca em cima da mesa, está a autonomia anunciada entre os 600 e os 800 km e ainda a possibilidade de carregamento a um megawatt, tal como o Mercedes-Benz eActros. Esta tecnologia inovadora que está a ser desenvolvida com a ABB será possível efetuar percursos diários com uma extensão entre 600 e 800 quilómetros, mas no futuro, a autonomia poderá chegar aos 1000 km.
A marca de Munique sublinha que o MAN eTruck será duas vezes mais eficiente do que um camião diesel atual de longo curso que registe um consumo médio de 27,0 l/100 km. Isso significa que o camião elétrico poderá evitar emissões de 100 toneladas de dióxido de carbono por ano ou por cada 120 mil quilómetros. Em termos económicos, as empresas de transporte poderão poupar até sete mil euros por ano na diferença de custos de energia.
O camião estará preparado para diversos tipos de aplicações. desde o transporte de longo curso de produtos refrigerados numa configuração clássica de trator e semirreboque até ao transporte de materiais para locais de construção com camião rígido e reboque ou como veículo de recolha de resíduos urbanos com três eixos.

A MAN já produziu 20 protótipos do futuro camião elétrico de longo curso no Centro de eMobilidade da fábrica de Munique. No futuro irão sair da linha de montagem camiões elétricos e convencionais, já que a marca alemã pretende tornar a produção mais flexível para acelerar a mobilidade elétrica no segmento de veículos pesados, permitindo a produção de camiões diesel e elétricos na mesma linha.
O veículo vai estar equipado com a terceira geração de baterias de tração da MAN. A marca alemã sublinha que ganhou uma experiência considerável com a primeira geração utilizada numa pequena escala no MAN eTGM, que provou as suas qualidades ao serviço das empresas de transportes, tendo acumulado mais de 1,5 milhões de quilómetros em vários países europeus desde 2019.

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Comerciais

Primeiro camião elétrico dos CTT é um eCanter

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Os CTT, Correios de Portugal, iniciaram a operação do seu primeiro veículo pesado de mercadorias 100% elétrico na região Norte (Grande Porto), reforçando o compromisso da empresa com a descarbonização da sua atividade logística e marcando um novo avanço na estratégia de transição energética da empresa.

Com uma autonomia aproximada de 200 km, o veículo está, nesta fase inicial, a efetuar serviço na zona da cidade do Porto, assegurando o seu abastecimento. Atualmente realiza cinco percursos semanais de 92 km, estando previsto, para breve, que comece a operar também na zona de Ovar.

“A integração deste pesado de mercadorias 100% elétrico na frota dos CTT representa um passo na modernização dos nossos veículos e um contributo concreto para a redução da nossa pegada carbónica. Estamos a alinhar a renovação da frota com critérios de eficiência e sustentabilidade a longo prazo, assegurando simultaneamente elevados padrões de segurança e maior conforto para as equipas que estão no terreno.

Esta viatura permite-nos testar, em contexto real, novos modelos operacionais, otimizar rotas e preparar de forma progressiva a expansão da eletrificação da nossa frota, garantindo desempenho, fiabilidade e responsabilidade ambiental”, destaca o Gestor de Frota dos CTT, José Coelho.

Além da introdução deste veículo pesado elétrico – que deverá permitir uma redução de cerca de 7 toneladas de CO₂ até ao final do ano -, os CTT irão integrar, ao longo dos próximos meses, 26 pesados de mercadorias movidos a HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) – um biocombustível 100% renovável e sustentável, produzido a partir de resíduos como óleos alimentares usados e gorduras animais. Esta aposta reforça a estratégia de descarbonização da empresa, uma vez que o HVO é um combustível renovável que permite reduzir significativamente as emissões de gases com efeito de estufa face ao gasóleo convencional.

Com esta iniciativa, os CTT dão mais um passo firme no seu compromisso ambiental, promovendo soluções de transporte sustentáveis e consolidando a transição energética em toda a cadeia logística.

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Legislação

Respeitar a faixa de BUS

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Apesar das alterações recentes no Código da Estrada em relação à faixa de BUS, conduzir na mesma não sendo um transporte público ou um motociclo é uma infração grave.


As mudanças na realidade rodoviária no nosso país nos últimos anos tem levado a uma degradação do comportamento na estrada, especialmente em ambiente urbano e é já corriqueiro assistir ao desrespeito dos semáforos, ao atropelo das prioridades num cruzamento e também à utilização da faixa de BUS de forma indevida.

De acordo com o Código da Estrada, a faixa de BUS destina-se apenas à circulação de transportes públicos, como autocarros, táxis, veículos prioritários e depois de 2025 também os motociclos passaram a poder circular na faixa de BUS. De referir que os TVDE não se incluem no grupo de veículos autorizados a circular nesta faixa, eles têm o mesmo estatuto dos veículos “normais”.

Ao circular indevidamente na faixa de BUS vai estar a condicionar o normal fluxo dos transportes públicos e a subverter o princípio que serviu de base à criação do conceito de faixa de BUS que é garantir a melhor fluidez dos transportes públicos mesmo nas horas mais complicadas do trânsito nas cidades. Por isso, circular na faixa de BUS de forma indevida é considerada uma infração grave punível com multa entre os 60€ e os 300€ e ainda a possível retirada de até dois pontos na carta de condução ou até inibição de condução por um período entre um mês a um ano.

Há, naturalmente, situações pontuais específicas em que a faixa de BUS pode ser momentaneamente utilizada, como para mudar de direção, entrar num parque de estacionamento ou garagem, para evitar perigos evidentes, ou se houver sinalização contrária, como no caso de haver obras na estrada, por exemplo.

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