Renault 4L nacionais terminam o Safari com distinção – Motorguia
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Renault 4L nacionais terminam o Safari com distinção

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As duas Renault 4L da equipa portuguesa Team 4L cumpriram o objetivo de chegar ao fim no East African Safari Classic Rally depois de quase 5.000 quilómetros de prova.



A equipa nacional era composta por duas duplas, António Pinto dos Santos e Nuno Rodrigues da Silva que terminaram em 39º lugar e Pedro Matos Chaves e Marco Barbosa que fecharam a classificação no 41º já que só 41 concorrentes resistiram até ao final da prova.

Para o antigo piloto de Fórmula 1 “o balanço só pode ser positivo pois concluímos uma prova muito difícil, com inúmeras dificuldades, é certo, mas onde a Renault 4L me surpreendeu pelas suas enormes capacidades de transpor todos os obstáculos com que nos deparámos, fossem subidas que eu achava que seriam impossíveis de fazer com um carro de duas rodas motrizes e 34 cv, fossem passagens de areia e ‘fesh fesh’ onde qualquer automóvel convencional teria ficado atolado e ‘sufocado’ ou até fazer 88 km com um amortecedor partido, algo que penso mais nenhum carro conseguiria ter feito, e que, definitivamente, mostraram a validade e resistência da Renault 4L”.

Sem problemas ao nível de motor, caixa de velocidades ou embraiagem, os percalços não foram demasiado dramáticos, o que prova a resistência destes modelos franceses que apesar de não brilharem na classificação final, brilharam com distinção na forma como superaram todas as adversidades conseguindo terminar esta dura aventura.

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Os preços do novo XPENG P7+

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A marca chinesa XPENG continua a sua implementação no mercado nacional e agora reforça a sua gama com chegada da berlina elétrica XPENG P7+ que já tem preços definidos e já está disponível para entrega.


Com umas linhas fluídas e elegantes, o novo XPENG P7+ posiciona-se no segmento premium das berlinas elétricas oferecendo conforto, bom nível de equipamento e várias soluções tecnológicas que utilizam Inteligência Artificial para facilitar a vida ao condutor e melhorar o ambiente a bordo para todos os ocupantes.

O XPENG P7+ surge em três versões, duas com tração traseira, a RWD Standard Range com 245 cv de potência alimentada por uma bateria de 61,7 kWH e uma autonomia de 455 quilómetros e a RWD Long Range com 313 cv e uma bateria com 74,9 kWh, uma maior capacidade que lhe permite uma autonomia que ascende aos 530 quilómetros. Além destas duas propostas há ainda a AWD Performance que tem tração integral, uma potência de 503 cv, uma bateria de 74,9 kWh e uma autonomia de 500 quilómetros.

Em termos de preços a gama do XPENG P7+ fica assim alinhada:

XPENG P7+ RWD Standard Range – 46.997€

XPENG P7+ RWD Long Range – 50.997€

XPENG P7+ AWD Performance – 56.997€

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Condução autónoma vai ser testada em Portugal

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Já a partir do próximo mês de julho vai entrar em vigor o regime de licenciamento de testes de condução autónoma nas estradas nacionais.


Ainda não é para já que teremos veículos a andar sozinhos nas nossas estradas, mas o diploma aprovado na Assembleia da República e agora publicado no Diário da República estabelece condições para o início dos testes de condução autónoma nas estradas portuguesas.

Segundo o texto do diploma, a condução autónoma irá “permitir a democratização da mobilidade, promovendo a inclusão de cidadãos impossibilitados de conduzir, por limitações de ordem física ou de outra natureza”, por exemplo, ao mesmo tempo que poderá criar novas realidade económicas e novas soluções de mobilidade individual e coletiva.

Como seria de esperar os testes não decorrerão sem regras e entre algumas restrições destaca-se a necessidade dos testes serem feitos por condutores e operadores com pelo menos seis anos de carta de condução e que nos últimos cinco não tenham cometido nenhuma infração. Os testes só serão feitos após a aprovação de um pedido prévio e nas vias onde sejam feitos serão aplicados os limites de velocidade estabelecidos pelo Código da Estrada, mas com uma diminuição de 20 km/h. Se a via for de 80 km/h no teste a velocidade permitida pelo veículo autónomo será de 60 km/h, por exemplo.

Os seguros aplicados a estes veículos terão uma cobertura quatro vezes superior à normal e os veículos utilizados devem ter um sistema de registo de dados onde todos os elementos importantes fiquem reportados.

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