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Renault 4L nacionais terminam o Safari com distinção
As duas Renault 4L da equipa portuguesa Team 4L cumpriram o objetivo de chegar ao fim no East African Safari Classic Rally depois de quase 5.000 quilómetros de prova.
A equipa nacional era composta por duas duplas, António Pinto dos Santos e Nuno Rodrigues da Silva que terminaram em 39º lugar e Pedro Matos Chaves e Marco Barbosa que fecharam a classificação no 41º já que só 41 concorrentes resistiram até ao final da prova.
Para o antigo piloto de Fórmula 1 “o balanço só pode ser positivo pois concluímos uma prova muito difícil, com inúmeras dificuldades, é certo, mas onde a Renault 4L me surpreendeu pelas suas enormes capacidades de transpor todos os obstáculos com que nos deparámos, fossem subidas que eu achava que seriam impossíveis de fazer com um carro de duas rodas motrizes e 34 cv, fossem passagens de areia e ‘fesh fesh’ onde qualquer automóvel convencional teria ficado atolado e ‘sufocado’ ou até fazer 88 km com um amortecedor partido, algo que penso mais nenhum carro conseguiria ter feito, e que, definitivamente, mostraram a validade e resistência da Renault 4L”.
Sem problemas ao nível de motor, caixa de velocidades ou embraiagem, os percalços não foram demasiado dramáticos, o que prova a resistência destes modelos franceses que apesar de não brilharem na classificação final, brilharam com distinção na forma como superaram todas as adversidades conseguindo terminar esta dura aventura.
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Mclaren recupera o seu primeiro modelo de estrada
O McLaren M6GT de 1969 foi o primeiro modelo de estrada desenhado por Bruce McLaren mas não passou de um protótipo. Contudo, foi ele que de certa forma definiu a base de inspiração para os futuros modelos de produção e agora a McLaren construiu de novo este M6GT com base nos desenhos e moldes do original.
Será no próximo Festival of Speed em Goodwood que o público poderá ver ao vivo e a cores este McLaren M6GT construido pela McLaren Special Operations. O modelo original foi feito por Bruce McLaren como primeiro passo em direção à criação de uma gama de modelos de produção, algo que só muitos anos depois viria a ser concretizado já com o McLaren F1.
Em 1969 nasceu o M6GT, um desportivo de linhas fluídas aerodinâmicas e elegantes baseado no chassis do McLaren M6A Can-Am, de competição. Contava com um motor V8 small block da Chevrolet com 5.7 litros de cilindrada e cerca de 370 cv de potência. Só seria construído o protótipo por Bruce McLaren, mas este passaria a ser o carro com que o britânico se deslocava para reuniões ou para os circuitos.
Numa espécie de tributo às origens da ideia da McLaren passar das pistas também para a estrada, a divisão McLaren Special Operations pegou num chassis original de um M6A, tal como Bruce McLaren também havia feito, no mesmo motor V8 e utilizando os desenhos e os próprios moldes criados na altura para o M6GT jogou mãos à obra e deu de novo vida a este desportivo. Depois do modelo original ter sido abandonado pela McLaren em 1970, após a morte trágica de Bruce McLaren num acidente quando testava o M8D precisamente na pista de Goodwood, o construtor britânico recupera agora o M6GT preservando um legado icónico da McLaren.









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Dacia Striker chega abaixo dos 25.000 euros
A nova aposta da Dacia dá pelo nome de Striker e é uma carrinha com ares de SUV que parece ser uma nova tendência no mercado, a junção de dois conceitos familiares numa só solução.
O novo Dacia Striker deverá chegar no início do próximo ano aos concessionários nacionais e será mais um trunfo da Dacia no segmento C, juntando-se ao seu “irmão” Bigster, com o qual até partilha vários elementos, como o desenho do habitáculo por exemplo. O Striker tem 4,62 metros de comprimento e oferece uma generosa bagageira com 600 litros de capacidade. O interior foi alvo de um maior cuidado, tendo sido reforçado o isolamento acústico face so Bigster, por exemplo.
As motorização terão todas uma componente elétrica e a gama começa com o Mild Hybrid-G 140 equipado com um motor, a gasolina ou GPL, tricilíndrico com 1.2 litros de cilindrada, turbocomprimido, capaz de debitar 140 cv de potência, seguindo-se a Hybrid 155 com um motor de quatro cilindros com 1.8 litros de cilindrada ao qual se juntam dois motores elétricos que lhe dão uma potência combinada de 155 cv. Por fim surge uma versão de tração integral, o Hybrid 150 4×4 que utiliza o motor 1.2 turbo associado a um motor elétrico colocado no eixo traseiro. Em conjunto debitam 150 cv de potência.
As encomendas para o novo Dacia Striker deverão começar a partir de outubro deste ano.




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