Renault 4L nacionais terminam o Safari com distinção – Motorguia
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Renault 4L nacionais terminam o Safari com distinção

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As duas Renault 4L da equipa portuguesa Team 4L cumpriram o objetivo de chegar ao fim no East African Safari Classic Rally depois de quase 5.000 quilómetros de prova.



A equipa nacional era composta por duas duplas, António Pinto dos Santos e Nuno Rodrigues da Silva que terminaram em 39º lugar e Pedro Matos Chaves e Marco Barbosa que fecharam a classificação no 41º já que só 41 concorrentes resistiram até ao final da prova.

Para o antigo piloto de Fórmula 1 “o balanço só pode ser positivo pois concluímos uma prova muito difícil, com inúmeras dificuldades, é certo, mas onde a Renault 4L me surpreendeu pelas suas enormes capacidades de transpor todos os obstáculos com que nos deparámos, fossem subidas que eu achava que seriam impossíveis de fazer com um carro de duas rodas motrizes e 34 cv, fossem passagens de areia e ‘fesh fesh’ onde qualquer automóvel convencional teria ficado atolado e ‘sufocado’ ou até fazer 88 km com um amortecedor partido, algo que penso mais nenhum carro conseguiria ter feito, e que, definitivamente, mostraram a validade e resistência da Renault 4L”.

Sem problemas ao nível de motor, caixa de velocidades ou embraiagem, os percalços não foram demasiado dramáticos, o que prova a resistência destes modelos franceses que apesar de não brilharem na classificação final, brilharam com distinção na forma como superaram todas as adversidades conseguindo terminar esta dura aventura.

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Volkswagen vai repensar ligação ao futebol

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Atravessando uma forte crise que poderá levar a milhares de despedimentos pela Europa, o Grupo Volkswagen está a reestruturar-se e um dos passos dessa mudança pode ser o fim da ligação de algumas marcas do grupo com alguns clubes de futebol.


Todas as ligações que as marcas do Grupo Volkswagen têm com os clubes de futebol alemães vão ser analisadas e irá ser ponderada a sua manutenção ou não, em função do retorno que cada uma delas vale para os resultados e imagem do grupo.

Colocada de lado estará o Wolfsburgo, clube detido pela própria Volkswagen e que assim deverá continuar, contudo o patrocínio da Porsche ao Estugarda e da Audi ao Bayern Munique irão ser avaliados. A ligação destes dois clubes às respetivas marcas é histórica e além disso, há participação das mesmas nas ações destes dois clubes. A Porsche detém 10,4% do Estugarda e a Audi 8,3% do Bayern Munique. Já a participação de 20% da Volkswagen no FC Ingolstadt deverá manter-se e não ser alterada tal como a situação do Wolfsburgo.

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Mclaren recupera o seu primeiro modelo de estrada

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O McLaren M6GT de 1969 foi o primeiro modelo de estrada desenhado por Bruce McLaren mas não passou de um protótipo. Contudo, foi ele que de certa forma definiu a base de inspiração para os futuros modelos de produção e agora a McLaren construiu de novo este M6GT com base nos desenhos e moldes do original.


Será no próximo Festival of Speed em Goodwood que o público poderá ver ao vivo e a cores este McLaren M6GT construido pela McLaren Special Operations. O modelo original foi feito por Bruce McLaren como primeiro passo em direção à criação de uma gama de modelos de produção, algo que só muitos anos depois viria a ser concretizado já com o McLaren F1.

Em 1969 nasceu o M6GT, um desportivo de linhas fluídas aerodinâmicas e elegantes baseado no chassis do McLaren M6A Can-Am, de competição. Contava com um motor V8 small block da Chevrolet com 5.7 litros de cilindrada e cerca de 370 cv de potência. Só seria construído o protótipo por Bruce McLaren, mas este passaria a ser o carro com que o britânico se deslocava para reuniões ou para os circuitos.

Numa espécie de tributo às origens da ideia da McLaren passar das pistas também para a estrada, a divisão McLaren Special Operations pegou num chassis original de um M6A, tal como Bruce McLaren também havia feito, no mesmo motor V8 e utilizando os desenhos e os próprios moldes criados na altura para o M6GT jogou mãos à obra e deu de novo vida a este desportivo. Depois do modelo original ter sido abandonado pela McLaren em 1970, após a morte trágica de Bruce McLaren num acidente quando testava o M8D precisamente na pista de Goodwood, o construtor britânico recupera agora o M6GT preservando um legado icónico da McLaren.

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